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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.


Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Domingo, 12.01.14

966156646

Dia 29-12-2013, uns dias antes dei uma vista de olhos pelos classificados do Correio da Manhã para ver o que de novo poderia existir e, talvez, fazer um ou dois telefonemas de exploração. Alguns anúncios obtiveram a minha atenção entre os quais o seguinte anúncio: ARROIOS NOV PORT 24A COMPLETA DESINIBIDA ORAL NAT 20R, 966156646. Geralmente evito encontros em que as profissionais do sexo tenham idade inferior a trinta anos porque, me parece que estão mais preocupadas em mostrar que têm um bom corpo e receber o guito, do que em satisfazer o cliente. Contudo, não resisti e lá fiz o telefonema para saber as condições para realizar o convívio. Atendeu uma voz com sotaque português que me disse não ser a anunciante mas, que me daria as informações pois a colega é nova ali e ainda não consegue orientar bem os clientes até ao local. Disse estar na Rua Eduardo Brasão especificando o número de porta perto do mercado de arroios, o convívio é calmo e sem pressas, podendo dar uso a acessórios, pode ser completo se o cliente o desejar onde anal é á vontade, o valor pedido é 20€, estando disponível até às 23 horas. Ao ouvir a informação, “anal á vontade”, fiquei de imediato com vontade de ir ao local confirmar a veracidade da informação, no entanto, afazeres profissionais e o Natal pelo meio ditaram o adiamento deste encontro. Estes dias de espera fizeram-me pensar se 24 anos de idade, com anal á vontade por 20€, não seria “fruta a mais”, até porque não tinha sido a anunciante a falar comigo. Neste último domingo do ano a minha disponibilidade de tempo deu-me a oportunidade de dissipar ou confirmar essas dúvidas. Por ser domingo, fui aos classificados verificar se o anúncio estava publicado não fosse o caso de ser dia de folga da profissional do sexo. Confirmado que estava, voltei a telefonar desta vez tentando falar com anunciante para confirmar as informações que a colega me havia dado. Fui rapidamente atendido e desta vez pela própria anunciante que disse chamar-se Sandra, confirmou o local onde se encontra, os valores pedidos pelo convívio completo acrescentando que, por 40€, também poderia atender em conjunto com uma amiga onde se incluiria show lésbico, penetração de ambas e utilização de acessórios se eu assim o desejasse. Confirmada que estava a informação que eu buscava e possibilidade de atendimento, segui para o local. Ao chegar apercebo-me de que a morada que me havia sido dada já era minha conhecida, já que cerca de um mês antes tinha entrado no mesmo prédio para um encontro com a Sílvia Silva. Surgiu a dúvida se não seria ela mesma a atender com número diferente, uma vês que nas semanas anteriores o seu número de contacto desapareceu da lista de anúncios publicados. Concluí que não poderia ser, a Sílvia tem muito mais que 24 anos, e por isso mantive a esperança. Fui á procura de estacionamento que estava difícil de encontrar, isto apesar de ser domingo, sendo no entanto gratuito.

 

Após estacionar numa rua perto do mercado de arroios, sigo a pé até á rua pretendida e faço o segundo telefonema do dia para saber se havia disponibilidade imediata bem como o apartamento para onde me havia de dirigir. Uma voz que me pareceu diferente da que me havia atendido anteriormente, direcionou-me para o apartamento que eu havia conhecido no mês anterior, dando a informação de que a porta do prédio já estaria aberta. Demorei pouco tempo a entrar no prédio e chegar ao apartamento onde aguardo alguns momentos até que abrissem a porta, algumas vozes fazem-se notar do lado de dentro do apartamento, contudo, fui recebido pela própria Sílvia. Rapidamente me apercebo que agora ela tem lá no apartamento duas profissionais do sexo a trabalhar com ela. De relance pude ver que são ambas caucasianas, uma com cabelo negro com aspeto de ser trintona e outra de cabelo castanho-claro com cara de ser mais nova, e foi apenas de relance porque fui de imediato encaminhado pelo corredor em direção ao quarto. Mesmo á porta dele pedi para ir á casa de banho para me lavar, e de imediato fui acompanhado até lá sendo necessário atravessar a cozinha para a alcançar. No caminho fui conversando com a Sílvia que olhou para mim e perguntou se eu já lá tinha estado, respondi que sim. Com quem? Perguntou ela. Contigo respondi eu. Ela abre a porta da cozinha que dá acesso à casa de banho e diz que vai chamar as meninas, mas antes de ir pergunta, falaste com quem ao telefone? Com a Sandra ou com a (lamento mas não me recordo do nome)? Falei com a Sandra, respondi. A Sílvia exclama: Há! Com a mais nova que é a mais desavergonhada. Enquanto eu sorrio ela diz para eu ficar á vontade que a vai chamar. Ao entrar na casa de banho ouvi: Sandra é para ti, vai. Ao contrário do que aconteceu da primeira vez que lá estive, neste dia já havia água corrente. Encontrei a casa de banho limpa e sem cheiros tendo á disposição sabonete liquido, papel e uma toalha que deve servir para todos os que lá estão e/ou lá vão. Lavei-me e fui direto para o quarto que fica logo á saída da cozinha, e onde a Sandra já tinha colocado o lençol de trabalho na cama e se estava a despir. Ela vestia lingerie branca e vermelha, uma camisa de noite de cor azul e sandálias de salto alto, cabelo apanhado com algum tipo de acessório atrás da cabeça. Cumprimentamo-nos com dois beijos e, já só vestindo as cuequinhas, ela saiu para ir buscar gabardines para o tolinhas que estavam em falta. Fui-me despindo e aproveitei para observar o quarto que tinha aspeto limpo e arrumado, tem uma cama de casal, um pequeno sofá, um tapete vermelho no chão, cortinas rochas, uma mesinha de cabeceira com um cestinho em cima onde estão uma série de brinquedos sexuais. Existia ainda um aquecedor a óleo, algo bastante agradável de encontrar nesta altura do ano. Quando a Sandra voltou já eu estava na cama, sem demoras ela tira as cuecas, atira-as para cima do sofá solta o cabelo e junta-se a mim. Ela é portuguesa com cerca de 1,65 a 1,70m de altura, a rondar os 55/60 quilos de peso, com pouca barriguinha o que lhe dá uma boa silhueta cujo aspeto geral é firme, cabelo castanho-claro, olhos castanhos, não considero que seja feia de cara mas, também não é top model, o seu peito é pequeno e o seu traseiro é firme e não muito grande. Não vi piercings, cicatrizes nem estrias mas tem vários sinais espalhados pelo corpo (costas e frente) que prejudicam um pouco a sua beleza, e tem quatro tatuagens em diferentes zonas do corpo. Anuncia 24 anos de idade e acredito que possa ser verdade, embora não me admirasse se na realidade andar um pouco mais perto dos 30.

 

Juntos na cama, comecei por elogiar as formas do seu corpo que são do meu agrado. Com ela deitada na cama fui para cima dela (a seu pedido) para uns beijos e caricias, alguns minutos depois coloquei-me de joelhos de forma a poder observar a sua vagina que é quase totalmente depilada, tem apenas uma pequena área da púbis aparada com forma de triangular logo por cima do clitóris. Mais alguns elogios e ela pergunta se quero ver o cú. Obviamente respondi que sim e num ápice ela coloca-se de gatas empinando o traseiro, ao ver estas curvas ponho uma mão em cada nádega e afasto-as para ver bem a porta traseira. Que belo senário se apresentou, nota-se que tem alguma experiência, fiquei com pena de não ter uma máquina fotográfica á mão para registar tal beleza bem como o sorriso que sem dúvida existia estampado na minha cara. E não era só a minha cara que mostrava contentamento, pois o tolinhas a esta altura já estava em pé mostrando firmeza. Passados alguns momentos, a Sandra voltou a deitar-se, perguntei se a podia chupar, com resposta afirmativa dei início ao oral que se perlongou por algum tempo com a Sandra a contorcer-se um pouco e a soltar alguns gemidos. Depois foi a vez dela praticar os seus dotes orais, deitei-me e ela fez um oral ao natural mediano, com garganta funda, sucção razoável, com uma cadência lenta e suave. Seguidamente sentou-se em cima de mim e durante alguns momentos roçou o clitóris nas bolas e no mastro do tolinhas ao mesmo tempo que procurava beijos. Mantendo essa posição ela agarra na gabardine e com alguma dificuldade veste o tolinhas, sem se lubrificar guia-o para iniciar o vaginal na posição de cowgirl, que continuou por largo tempo iniciando de forma lenta e suave num canal que senti apertadinho. Com vários beijos pelo meio e algumas mudanças de ritmo a Sandra foi mostrando algum prazer e satisfação, após o que, mudamos de posição e continuamos com vaginal na posição de doggy style, com ela a dizer que eu já lhe tinha tirado toda a vontade de foder. Após algum tempo a bombar nesta posição, e sem avisar, enfiei-lhe um dedo na porta traseira sem que houvesse alguma objeção. Com tão boa reação, sugeri que seguisse-mos para anal, e de imediato ela concorda. Após se lubrificar, damos início a anal continuando na posição doggy style. A entrada foi algo difícil sendo necessário algumas tentativas para que o tolinhas abrisse caminho, e mais alguns movimentos de vai e vem para que entrasse todo ficando bem aconchegado. Os primeiros minutos foram passados num ritmo lento e com a Sandra a dizer: vais-me partir o cú todo, ao que eu respondia que não era essa a intenção. Alarga-lo um pouco sim, parti-lo não. Aumentei a amplitude dos movimentos e um pouco da cadência com que os fazia, pelo meio fui inspirado pela memória dos relatos que o Logan publica no seu blog e pedi-lhe para empinar o traseiro para ver se o seu cú ficava aberto enquanto o tolinhas entrava e saía. Ela acedeu e realmente ficou um bocadinho aberto mas infelizmente só pude experimentar uma vez porque o esfíncter contraiu de tal forma que a reentrada foi ainda mais difícil que da primeira vez. Foi preciso alguma insistência para que o tolinhas voltasse a abrir caminho numa altura em que a Sandra já dizia: agora já só entra á frente. Depois disto não quis arriscar uma nova saída, continuei a bombar devagar até ao momento em que senti que o fim se estaria a aproximar, nessa altura agarrei-a pelos ombros e imprimi um ritmo mais animado até finalizar, altura em que a Sandra, num tom de satisfação, diz: que sensação.

 

Seguidamente a Sandra retira a gabardine ao tolinhas e pergunta se quero toalhitas para acabar de o limpar. Disse-lhe que preferia ir á casa de banho lavar-me, ao que ela acedeu dizendo que me acompanhava pois ia-se lavar também. Assim foi, por entre mais alguns beijos e caricias lá nos lavamos para depois regressarmos ao quarto. Visto-me enquanto a Sandra arruma o quarto e se veste também, mostra-se pouco conversadora e também não puxei grande conversa, pago pouco antes de sair do quarto e sou acompanhado á porta de saída que se encontra na outra extremidade do corredor junto á sala de estar. Nela, a ver televisão, encontravam-se a colega da Sandra e a Sílvia que, ao ver-me de saída, disse: como já cá estiveste antes, da próxima vez não precisas de telefonar. A porta do prédio está aberta, é só empurrar entras e depois bates á porta do apartamento. Confesso que fiquei admirado com esta sugestão. Com a promessa de voltar e desejos de um bom final de ano, despedi-me da Sandra e restantes senhoras e fui á minha vida.

 

Conclusão: Em regra fico desapontado nos encontros com jovens profissionais do sexo (menos de 30 anos), este foi uma exceção. A Sandra, embora pouco faladora (o que para muitos poderá significar pouca envolvência) mostrou-se simpática, com vontade e capacidade de satisfazer o cliente. O seu oral tem muito por onde melhorar, no entanto, este facto é compensado pela disponibilidade que mostrou no convívio completo tendo, a meu ver, uma relação preço-desempenho positiva. Apesar de ter uma silhueta agradável, para algumas mentes esteticamente mais sensíveis, os vários sinais que a Sandra tem pelo corpo poderão ser um entrave para um encontro satisfatório. Não é o meu caso, este foi um convívio que me surpreendeu e agradou. Controlo de tempo? Não sei quanto tempo que lá estive, mas também não senti nenhuma pressão para me despachar. Se volto para repetir? Espero bem que sim.

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por Ninor às 19:48

Segunda-feira, 26.08.13

920163171

Dia 20-08-2013, tarde livre e sem nada para fazer. Decidi ver os classificados de convívio que o Correio da Manhã trazia nesse dia, mas desta vez não estava com vontade de ir para a linha de Sintra e decidi procurar um encontro noutro lado. Após vários telefonemas a pesquisar deparo-me com este em Odivelas, ALENTEJANA EM'BRASA MULHERÃO 25A MEIGA BJBC O.NATFIM COMP S/PRESS, 920163171. No primeiro contacto atende uma voz com pronúncia portuguesa que me diz estar na rua bombeiros voluntários em Odivelas perto de uma agência bancária, o convívio é sem pressas com oral ao natural se eu o desejar, os valores 20€ para convívio normal e 30€ para convívio completo, e atende de segunda a sábado das 10 às 20 horas. Sigo para a referida rua e, apesar de ser uma área residencial, facilmente encontro estacionamento que é gratuito perto da referência dada. Faço novo telefonema para averiguar a disponibilidade imediata da profissional do sexo e completar o resto da morada. Estava perto da porta pretendida e por isso a mesma foi aberta ainda antes de eu atravessar a rua, entro no prédio e não passo do rés-do-chão para encontrar o apartamento procurado que já estava com a porta entreaberta.

 

Entro no apartamento e qual não é a minha surpresa quando olho e reconheço quem se escondia atrás da porta. É a Sandra que conheci no ano passado e de quem eu tenho excelentes recordações, o que anteriormente já me levou a relatar um encontro que tive com ela (ver 964533369). Apesar de lhe ter perdido o rasto á cerca de um ano, pois mudou de anúncio, local de atendimento e de número de contacto, percebi logo ali que ia ter um bom encontro. A Sandra é portuguesa com cerca de 1,70m de altura, deve rondar os 35 anos (apesar de anunciar 25 anos de idade), pele branca com alguns sinais visíveis, cabelo negro, olhos castanhos, peito de bom tamanho natural e descaído, uns 75 Kg que lhe dão um aspeto roliço (coxa grossa, traseiro grande e alguma barriga mas não descaída) e uma cara que aprecio. Não notei cicatrizes mas tem algumas tatuagens. Abriu a porta enrolada numa toalha pois, segundo ela, tinha acabado de tomar banho. Apenas posso confirmar que o cabelo ainda estava molhado. Não sei se ela me reconheceu mas, logo ali se mostrou simpática, cumprimentamo-nos e iniciou-se uma amena conversa. Momentos depois fui encaminhado em direção ao quarto por um corredor razoavelmente iluminado, pelo caminho percebi que existem mais profissionais do sexo a atender no apartamento. Ao chegar á porta do quarto, vi que a casa de banho era na porta ao lado e, pergunto se lá posso ir para me lavar. Com resposta afirmativa, entro e encontro a casa de banho limpa e sem cheiros mas com aspeto antigo e a sua cosmética sairia beneficiada se sofresse obras de reabilitação. Disponibiliza produtos de higiene pessoal e rolos de papel para nos secarmos. Volto para o quarto e ela está sentada na cama á minha espera, levanta-se e pergunta como vai ser o convívio ao que eu lhe respondo que pretendo convívio completo. Ela pede o valor do convívio tal como anunciado ao telefone e, dizendo para eu ficar á vontade, ausenta-se do quarto para ir a casa de banho preparar-se para o convívio completo.

 

Dispo-me e vou para cima da cama. Enquanto espero vou observando o quarto que de igual forma se encontra limpo e sem cheiros, com iluminação suficiente e aspeto arrumado tem: uma cama de casal onde já se colocou o lençol de trabalho, um móvel com um candeeiro e um ventilador (o dia estava quente) e uma marquesa de massagens. Tem ainda alguns quadros e espelhos nas paredes. Algum tempo depois a Sandra volta para o quarto, tira a tolha e vai direto para cima da cama onde, por mais alguns minutos, vamos conversando calmamente enquanto lhe vou massajando as mamas e a sua vagina que se encontrava aparada. Chegara o momento de dar início à ação mais energética. Comigo deitado a Sandra inicia um oral ao natural muito suave e meigo que rapidamente pôs o tolinhas em sentido, e por entre chupadelas e lambidelas vai tentando engolir o tolinhas por inteiro mas, sem sucesso. Minutos depois ela prepara-se para colocar a gabardine no tolinhas mas eu digo-lhe que ainda não era o momento para tal, queria chupa-la e disse-lhe para trocarmos de lugar. Ela contorcia-se enquanto a chupava, e por entre uma respiração descompassada, ela ia soltando uns gemidos de prazer. Estava bom mas eu não ia ficar só por ali, sem avisar enfio-lhe um dedo no traseiro, pouco depois ela diz para eu esperar. Pensei que ia haver objeções no que toca a enfiar dedos mas, nada disso. Ela apenas quis colocar um pouco de gel lubrificante no esfíncter. Sem demoras volto a chupa-la, e em vez de um, enfio-lhe de uma só vez dois dedos na porta traseira o que a fez contorcer-se mais um pouco e exclamar baixinho: seu safado. E assim prossegui por mais algum tempo, com os dedos num movimento de vai e vem no seu traseiro ao mesmo tempo que lhe chupava a vagina, por esta altura as mãos da Sandra ora agarravam o lençol, ora procuravam apoio na parede deixando nela marcas de suor.

 

Agora sim, estava na hora de colocar a gabardine no tolinhas. Ela levanta-se, agarra numa gabardine e manda-me deitar na cama. Mais umas chupadelas no tolinhas e coloca-lhe a gabardine para logo de seguida se colocar por cima de mim dando inicio a um vaginal na posição de cowgirl. Largos minutos passaram enquanto ela cavalgou a seu belo prazer, era notório o prazer que estava a sentir. Quando ela assim o quis, levantou-se ligeiramente e mantendo a posição de cowgirl guiou o tolinhas para o seu traseiro. Ainda pensou em se lubrificar novamente mas depressa se apercebeu que não era necessário, tanto ela como o tolinhas, que tinha acabado de sair de dentro dela, estavam bem lubrificados. De início a entrada do tolinhas foi difícil, mas com movimentos de vai e vem ele foi entrando cada vez mais fundo num canal que senti apertado. Novamente a cavalgada continuou a seu belo prazer até se decidir a mudar de posição. A gabardine do tolinhas foi trocada e a Sandra voltou a deitar-se na cama. Vamos novamente a um vaginal que durou um tempo indeterminado, desta vez teve início na posição de missionário, seguindo-se mais uma mão cheia de posições onde fomos variando o ritmo e intensidade das penetrações por entre alguns beijos e apalpões nas suas mamas, e estímulo do seu clitóris com os dedos ao mesmo tempo que o tolinhas se mantia dentro dela, por fim chegamos á posição de doggy style. Aqui novamente o tolinhas entrava pela frente e um dedo por trás, sem reclamações ou desagrados, até que o tolinhas substituiu o dedo. Mantendo a posição de doggy style, o tolinhas voltou a entrar na totalidade pela porta traseira bem apertadinha que a Sandra manteve a minha disposição. Eu ainda estava com bastante gás, por isso o tolinhas aguentou bastante tempo o movimento de vai e vem num ritmo animado, e embora sofrendo um pouco, a Sandra aguentou sem queixume até ao momento em que o tolinhas por fim lá se rendeu e entregou o seu leitinho na gabardine.

 

De imediato eu quis tirar o tolinhas mas a Sandra disse para não o fazer, queria senti-lo dentro dela mais um pouco. Acedi ao pedido e só o retirei para fora quando ela me deu sinal para isso. Na rua o dia estava quente, mas dentro daquele quarto estava a escaldar. Toda aquela atividade física deixara um sorriso nas nossas caras e a nossa pele a pingar suor, o ventilador embora a trabalhar nada fazia para evitar tal estado. A Sandra passa-me um pouco de papel para eu retirar a gabardine ao tolinhas, e sugere que eu vá tomar um duche antes de sair. Aceitei a sugestão sem pensar duas vezes. Ela foi buscar uma toalha limpa e deixa-me na casa de banho. Após o duche, volto para o quarto onde a Sandra me esperava com o seu sorriso, mais uma vez sem pressas fomos conversando enquanto me vestia e mesmo depois de já estar vestido. Não senti qualquer tipo de pressão para me por fora do apartamento, ainda assim, acabou por chegar o momento em que fui acompanhado até a porta onde nos despedimos e ficou a promessa de nos voltarmos a ver.

 

Conclusão: As boas memórias que tinha da Sandra não só foram reavivadas como saíram reforçadas neste encontro que durou pouco mais de uma hora. Mostrou-se simpática e meiga, não se importando de ocupar algum tempo com conversa antes e depois do convívio, o que para mim revela pouco controlo de tempo. Sem dúvida que gosta de dar e sentir prazer, apesar de o seu oral ter muito espaço para melhorias, no convívio passa por várias posições e embora sofrendo aguentou o tolinhas na retaguarda até ao fim sem objeções. Definitivamente, ela é do meu agrado. No entanto, tendo em conta a sua aparência física, ela está fora da lista de quem gosta de corpos com silhuetas de modelo, para aqueles que tal como eu, a silhueta não é o mais importante e apenas procuram um convívio completo, agradável e sem pressas está aqui uma boa opção.

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por Ninor às 20:43

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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