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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.


Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Sexta-feira, 31.03.17

968802631

Dia 14-03-2017, ando pela linha de Sintra e vislumbro alguma disponibilidade de tempo durante a tarde. Procuro então averiguar as possibilidades de transformar essa disponibilidade de tempo num encontro de sexo pago. Analiso os anúncios nos classificados do Correio da Manhã e dou início a uma ronda de primeiros contactos. Desses contactos, este: A PRETA DE LUANDA MATULONA GOSTOSA ATENDE S/TABUS, 968802631, foi o mais promissor. No primeiro contacto uma voz, falando português com algum sotaque africano, diz estar na Reboleira na Avenida dos Cravos Vermelhos. Afirma fazer convívio oral e vaginal por 15€, com anal é 20€ não colocando nenhuma objecção à sua realização e estando disponível até às 19h. A meio da tarde desloco-me para o local indicado. Ao chegar, rapidamente encontrei um lugar de estacionamento vago numa rua onde já poucos lugares estavam disponiveis. Estaciono e faço um segundo contacto para saber da sua disponibilidade imediata e completar a morada. Diz ter disponibilidade imediata, completa a morada com o número de porta do prédio, andar e apartamento para onde me devo dirigir. Afirma também que vai abrir a porta e que não vale a pena tocar à campainha do prédio porque ela não funciona. Saio do carro e sigo a pé para o prédio indicado numa rua com algum movimento de carros e peões. Lá chegado reparo que a porta já se encontrava entreaberta e que um velho estava sentado num parapeito nas suas imediações. Com um “boa tarde” dirigido ao velho, que o retribui, empurro a porta e entro de imediato. Já estou a dar o primeiro passo dentro do prédio quando escuto o som da fechadura eléctrica a destrincar. Ainda tinha a porta na mão e percebi que não tinha sido ela a abrir-me a porta. Procuro um elevador para subir ao andar e encontro dois, em pouco tempo chego ao andar pretendido e ainda em menos tempo encontro o apartamento que me havia sido indicado. Ao chegar à sua porta escuto uma voz masculina vinda de dentro do apartamento. Pelo volume com que se fazia ouvir pensei que haveria algum tipo de discussão dentro do apartamento. Ainda por cima, a porta estava a demorar a ser aberta e o volume não baixava. Estava a cogitar se dava meia volta e ia embora quando a porta foi aberta. Uma profissional do sexo com um belo sorriso e uma silhueta que me agradou, não se escondeu atrás da porta e convida-me a entrar. Assim faço, e percebi então que a voz masculina que se ouvia provinha de um qualquer programa que passava na TV!

 

À porta ela vestia um robe cor-de-rosa que por estar aberto deixava ver a sua lingerie preta, calçava havaianas pretas. Estávamos no hall de entrada que oferecia acesso a três divisões da casa. Um desses acessos estava encoberto por uma cortina, os restantes tinham as portas abertas e foi fácil perceber que se tratavam do quarto e da casa de banho. Ela fecha a porta do apartamento e convida-me a entrar no quarto. Antes de ir para o quarto peço para ir à casa de banho. Ela acede e eu sigo para lá. Entro numa casa de banho de reduzidas dimensões e bem iluminada, tinha aspecto arrumado e pelo cheiro que se fazia sentir certamente tinha sido limpa recentemente. À esquerda da porta estava um lavatório onde existia uma embalagem de sabonete líquido. Por cima do lavatório estava um espelho fixado na parede. Junto do lavatório estava também fixado na parede um suporte que continha uma toalha, e no chão existia um caixote do lixo. Na parede em frente à porta estava a banheira que tinha um cortinado de duche. À direita da porta, e junto à banheira, estava suporte com uma toalha de banho. Existia ainda um bidé que disponibilizava uma embalagem de sabonete líquido, a sanita com um rolo de papel higiénico junto desta, e onde também se encontrava um rolo de papel de cozinha em cima do autoclismo. Depois de refrescar o tolinhas saio e sigo para o quarto onde ela se encontrava a colocar o lençol de trabalho na cama. Diz para eu ficar à vontade e pergunta como iria ser o convívio, respondo que queria o convívio completo. Pouco depois pede o valor do convívio e pago sem demoras. Seguidamente, com um “com licença” ela ausenta-se do quarto, certamente para ir guardar o dinheiro noutro lado. Aproveito a sua ausência para ir observando o quarto. Estava limpo e sem cheiros, com aspecto arrumado, e com espaço suficiente para nos movimentarmos. A luz que passava pelos estores semicerrados era suficiente para iluminar o espaço, ainda assim, existia um candeeiro acesso junto à janela. Junto ao candeeiro estava um termo ventilador ligado que mantinha a atmosfera numa temperatura agradável. À esquerda da porta existia um armário que tinha alguma loiça e outros itens nas prateleiras, uma embalagem de álcool e uma TV que estava desligada. A seguir a este armário estava uma cômoda, em cima dela estavam o termo ventilador e o candeeiro ligados. Na parede em frente à porta estava a janela com os estores semicerrados, a luz solar que entrava no quarto era filtrada pelos cortinados vermelhos em frente da janela. Em frente à janela encontrava-se uma cadeira que foi o local onde deixei a minha roupa. À direita da porta, e encostado ao canto diametralmente oposto a esta, estava um roupeiro. Encostado ao roupeiro estava a cama de casal com algumas almofadas decorativas que ela retirou e onde ela esticou o lençol de trabalho. Entre a cama e a parede estava uma estrutura de madeira coberta por um tecido vermelho, que julgo ser a colcha que estava em cima da cama, onde ela colocou as almofadas decorativas bem como alguns dos utensílios usados no encontro.

 

Eu estava quase completamente despido quando ela voltou para o quarto, não creio que tenha passado pela casa de banho para se ir lavar. Iniciaram-se alguns momentos de conversa, diz chamar-se Ana e ser Angolana. Enquanto a conversa se desenrola ela retira o robe e aproveito para lhe “tirar as medidas”. Aparenta uma idade a rondar os 40 anos, tem cerca de 1,75 metros de altura. Como africana que é, o seu tom de pele é negro. Negros são também os seus olhos, tal como os seus cabelos longos. Não lhe notei cicatrizes ou estrias, no entanto, algumas tatuagens e um piercing decoram o seu corpo. Não é gorda mas a sua barriga apresenta alguma flacidez típica de quem já foi mãe, comparando com outras africanas que já encontrei, o volume das suas pernas e traseiro não é enorme e apresentam poucos sinais de celulite. No geral a sua silhueta é muito agradável, juntamente com o seu sorriso, num rosto que me agrada, e a simpatia com que falava, faziam com que o tolinhas já estivesse a ficar animado. Já despido sigo em direcção à cama, antes de eu lá chegar a Ana agarra na embalagem de álcool e pede para que eu estenda as mãos onde despeja algum álcool para que eu as desinfectasse. Fui então para a cama, ela coloca-se de joelhos ao meu lado, agarra em duas toalhitas e limpa o tolinhas para depois dar início ao oral ao natural. O oral decorreu num ritmo lento, tendo boa profundidade e sucção mediana, existindo algumas pausas para alguns comentários. Pelo meio vou passando a mão pelo seu corpo que apresenta uma pele macia ao toque. Algum tempo depois a Ana faz uma pausa para tirar a lingerie que ainda vestia e trazer a gabardine para o tolinhas, vestindo-o logo de seguida. Nesta altura foi possível perceber que é totalmente depilada e que o seu peito é assimétrico. Já com o tolinhas vestido, ainda houve tempo para mais uma chupadela antes de ela vir para cima de mim, e iniciar o vaginal na posição de cowgirl apoiada nos seus joelhos. Vaginal apertado, com bom ritmo e boa amplitude de movimentos, prolongou-se durante algum tempo tendo pelo meio existido uma pequena variação na posição em que a Ana se apoiou nos seus pés para fazer o movimento de sobe e desce. Minutos depois alteramos de posição e prosseguimos o vaginal na posição de doggy style num ritmo animado. O som da minha pélvis a bater nas suas nádegas acompanhado por alguns “hum” a “haa” proferidos pela Ana constituíam a banda sonora desta parte do encontro. Mais alguns minutos se passaram, até que ela pergunta se eu queria passar para anal. A resposta não poderia ser outra que sim! Então a Ana lubrifica-se para depois, mantendo a posição de doggy style, guiar o tolinhas até à porta traseira. Entrada lenta e apertada foi o que se seguiu, prosseguindo depois num ritmo lento até que eventualmente o tolinhas lá conseguiu entrar todo. Alguns minutos se passaram no anal, mas o ritmo lento fazia com que o tolinhas se mantivesse longe da meta final. A dada altura a Ana disse que já não aguentava mais e aí concordámos voltar para vaginal. Seguidamente, ela deita-se na cama e prosseguimos o encontro com vaginal na posição de missionário que se pautou por um ritmo enérgico até ao momento em que o tolinhas fez a entrega de leite.

 

Desencaixamos e saímos da cama, a Ana retira a gabardine ao tolinhas e convida-me a ir à casa de banho para uma melhor higiene. Aceito e saio do quarto enquanto ela o vai arrumando. Quando volto vamos conversando enquanto me visto, durante o encontro ela olhou duas vezes para o telemóvel sem nunca o atender. Mesmo agora já no final do encontro o mesmo acontece. Estando já vestido vamos em direcção à porta onde permanecemos durante alguns momentos a conversar. Pouco depois despedimo-nos com um par de beijos na face e um até à próxima.

 

Conclusão: Foi um encontro agradável onde a Ana se mostrou simpática, conversando sem ser muito faladora e detentora de uma silhueta que me apraz. No quarto cumpriu o anunciado ao telefone existindo uma diversidade de posições que tornaram encontro mais interessante, e onde o aconchego sentido pelo tolinhas não é de menosprezar. Embora não tenha sentido nenhum tipo de controlo de tempo, a realidade é que o encontro não foi demorado. Tendo em conta o valor pago não creio que seja justo esperar ter um encontro mais demorado. Um repeteco? Se voltar a ter a oportunidade, mais tarde ou mais cedo, sem dúvida que sim.

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por Ninor às 18:29

Quinta-feira, 11.08.16

926997963

Dia 24-04-2016, domingo ensolarado e quente. No dia anterior já havia decidido que iria passar a tarde domingueira em passeio por Lisboa, e já que lá estava iria em busca de mais um encontro de sexo pago. Pela manhã compro o Correio da Manhã e dou uma olhadela pela lista de anúncios em busca de anúncios de convívio completo. Invariavelmente ao domingo o leque de opções é muito mais restrito, desta forma, a minha lista de opções estava reduzida a uma mão cheia de anúncios na região de Lisboa. Ponho-me a caminho da capital para um almoço na Expo, após o que, fiz uma ronda de telefonemas para obter algumas informações dos anúncios que tinha selecionado. No final acabei por me decidir por este: NEGRA D`LUANDA RABUDA A RAINHA DO O.NAT PT50 VENHA SACIAR O MEU BBUM, 926997963. No primeiro contacto uma voz com sotaque português diz ser africana, anuncia convívio normal por 20€ e completo por 30€ sem colocar objecções à sua concretização. Diz estar em Benfica na Rua Cláudio Nunes especificando o número de porta, estando disponível até às 19h. Afirma ter 32 anos de idade, peito 48, coxas grossas e traseiro grande, e com a frase “sou uma cavalona como se costuma dizer”, remata as informações dadas neste primeiro contacto. Uma vez que tinha as 19h como hora limite, o passeio por Lisboa foi encurtado e para o final da tarde liguei o GPS e pus-me a caminho da referida rua em Benfica na esperança de lhe conseguir saciar o bumbum. Ao chegar busco estacionamento, dizer que foi difícil de encontrar é pouco. Após algumas voltas pela zona lá consegui encontrar estacionamento, que foi gratuito, numa rua paralela. Com o estacionamento resolvido sigo a pé até às imediações do número que me foi fornecido no primeiro contacto, lá chegado faço o segundo contacto. O telefonema foi atendido rapidamente, informo da minha localização e obtenho a informação de que está disponível no imediato bem como o andar e apartamento para onde me devo dirigir referindo ainda que vai abrir a porta. Dirijo-me para a porta e após alguns instantes parado à porta do prédio esta, lá se destranca permitindo a minha entrada. Subo pelas escadas pois não há elevador, ao chegar ao apartamento pretendido a porta abre-se de imediato estando um par de olhos a espreitar cá para fora.

 

Entro no apartamento e encontro uma profissional do sexo animada e com um grande sorriso, vestindo apenas um soutien vermelho e uma cuequinha fio dental cor-de-rosa. Negra de pele, olhos escuros, cabelo negro africano com o que me pareceu ser extensões de cabelo falso frisado apanhado em rabo-de-cavalo com o comprimento até as omoplatas. Cumprimentamo-nos à porta com dois beijos na face, digo-lhe que ela não estava a mentir ao telefone, realmente é avantajada nas suas formas. Ao mesmo tempo ela vai passando a mão pela minha virilha. À esquerda da porta de entrada estava uma porta fechada que presumo ser da cozinha. Seguindo para a direita, por um corredor que liga todas as divisões do apartamento, ao fundo temos a casa de banho, pelo meio à esquerda temos duas portas que dão para dois quartos. Seguimos até ao quarto mais próximo da casa de banho. Entramos no quarto e diz-me para ficar à vontade, interrompo-a e pergunto se posso ir à casa de banho. Responde que sim e, ainda que a casa de banho esteja a um metro à esquerda da do quarto, acompanha-me até lá. Encontro a casa de banho com o chão molhado, pensei que o tinham acabado de lavar e que eu iria marcar o chão com as minhas pegadas. No final do encontro percebi que a realidade era outra. Não senti cheiros e a casa de banho estava limpa. Continha um lavatório no canto à esquerda da porta e por cima deste estava um espelho fixado na parede. No canto diametralmente oposto à porta existia uma sanita, no canto em frente à porta estava um poliban com duche e delimitado por cortinados pendurados num varão onde, repousava também uma toalha cor-de-rosa. Existia uma janela localizada entre o poliban e a sanita. Entre a porta e o poliban existia um bidé onde estava uma embalagem de gel de duche. Sou deixado na casa de banho, verto águas e lavo o tolinhas no bidé. Estou a secar as mãos na toalha cor-de-rosa quando ela bate à porta e entra. Vendo que eu já tinha lavado o tolinhas e as calças ainda estavam em baixo, ela diz: “Oh! Mas eu queria fazer isso.” Curvando-se dá umas chupadelas no tolinhas que já se encontrava a meia haste. Surgiram alguns comentários simpáticos sobre as suas dimensões, e pouco depois seguimos para o quarto, onde sou novamente deixado sozinho à vontade com as instruções dela para eu ir tirando tudo.

 

Assim faço, dispo-me e vou observando o quarto. À esquerda da porta estava um roupeiro embutido na parede, na parede em frente à porta estava uma mesa de massagens onde já existiam alguns lençóis de trabalho dobrados e debaixo dela estavam um par de botas e um par de chinelos. Pelo meio estava no chão, de madeira, um tapete redondo de cor vermelha. Acabei por deixar a minha roupa em cima da mesa de massagens. À direita da mesa de massagens estava uma toalha pendurada na parede na parede, à direita desta toalha, e no canto diametralmente oposto ao da porta, entrava uma mesa-de-cabeceira onde existia uma caixa com lubrificante e gabardines para o tolinhas. À direita da mesa-de-cabeceira situava-se a cama de casal onde ela estenderia o lençol de trabalho. A cama encostava na parede onde estava a janela do quarto, desta forma a janela ficava por cima da cabeceira da cama de casal. Os estores encontravam-se corridos quase na totalidade e os cortinados tinham tons vermelho escuro. Apesar de o dia estar quente e solarengo, era pouca a luz solar que passava para dentro do quarto. Entre a cama e a porta do quarto, existia uma mesa redonda, com cerca de 40 cm de diâmetro, que suportava um candeeiro cor-de-rosa e um rádio que estava ligado. No chão entre esta mesa e a porta existia ainda um par de sandálias e um termoventilador, que felizmente estava desligado. A decoração resumia-se a um quadro fixado na parede ao lado da porta, dois espelhos com formas ondulantes colados na vertical na parede a meio da mesa de massagens e a alguns elementos decorativos feitos de papel ou plástico igualmente colados na parede de ambos os lados dos espelhos. Um par de fios eléctricos sai a meio do tecto e termina numa lâmpada sem candeeiro. Algum tempo depois ela volta para o quarto e faz mais alguns comentários simpáticos relacionados com o tolinhas, apagou a luz do tecto e acendeu o candeeiro cor-de-rosa em cima da mesa redonda. Vamos conversando, diz chamar-se Patrícia, o seu sotaque é português mas diz ser de luanda. Tem cerca de 1,60 m de altura, rabo e coxas grossas com marcas de celulite bem visíveis, barriga volumosa. O seu peso não sei mas arrisco uns 75 kg. Não notei piercings nem tatuagens mas, tem algumas cicatrizes em várias zonas do corpo. Dou-lhe uns apalpanços nas mamas e palmadinhas nas nádegas, tento tirar-lhe as cuecas mas ela diz que gosta de ficar com elas enquanto os homens a acariciam. Dito isto, ela sobe para cima da mesa de massagens e coloca-se de joelhos com a cara virada para a parede, seguiram-se mais umas palmadinhas nas nádegas. A seu pedido, puxei-lhe as cuecas para o lado e vai de acariciar as portas frontal e traseira. Coloco-lhe um dedo dentro da porta frontal sem que houvesse objecções, não resisti a tentar uma chupadela. O cheiro a suor não foi nada simpático e não mais prossegui, claramente a sua ausência do quarto não foi para ir à casa de banho lavar-se.

 

Momentos depois ela sai de cima da mesa de massagens, agarra num lençol e estende-o enquanto diz que pergunta que quero ir para Angola com ela!!! Este tipo de conversa da treta prosseguiu enquanto eu lhe desaperto o seu soutien que, rapidamente, ela tira e atira-o para cima da mesa de massagens. Virasse para mim, coloca-se de joelhos e dá umas chupadelas no tolinhas enquanto faz alguns comentários simpáticos relativamente às suas dimensões. Fomos para a cama, seguiram-se mais uma caricias e um pouco de conversa. Diz morar na margem sul, e naquele apartamento só faz encontros de sexo pago em regime de part-time. Apenas nas folgas, aos fins-de-semana, do seu emprego em hotelaria na linha de Cascais. Pensei para comigo: “folgas aos fins-de-semana em hotelaria! Deve ser verdade”. Ela coloca-se de quatro para mais uns apalpanços e momentos depois as cuecas levaram o mesmo caminho que o soutien mostrando algum pêlo por aparar, durante a conversa que se seguiu diz adorar fazer anal. A dada altura pareceu-me ouvir a voz de um homem no apartamento, cliente? Namorado ou amigo na sala de estar? Não demorei muito a ter a resposta, duas batidas na porta do quarto e sem demoras alguém entra. Olho para trás e uma outra profissional do sexo a quem a Patrícia chama de Jéssica passa ao lado da cama indo em direcção à mesa-de-cabeceira. Também ela negra, vestia uma camisa de dormir de cor vermelha. A Jéssica tinha vindo buscar algumas gabardines, como estava com a “mão na massa” a Patrícia pediu-lhe uma. Então a Jéssica olha para mim e pergunta: “Qual é o sabor que queres amor?” Hesitei um pouco em dar a resposta porque a minha mente só pensava: “Porque é que ela me pergunta pelo sabor, se não sou eu quem a vai chupar?” Ainda assim, lá lhe pedi a de morango, recebo-a juntamente com um beijo na face. Pouco depois a Jéssica sai do quarto para ir atender o cliente que tinha acabado de entrar no apartamento. Novamente a sós, a Patrícia segue para mais um pouco de oral ao natural com boa sucção, ritmo lento, mas pouca profundidade. A garganta funda na realidade foi pouco funda. Pouco depois a seu pedido eu coloco-me em pé ao lado da cama e enquanto me masturbo, ela deitada na cama e faz o mesmo enquanto me olhava.

 

Pouco depois seguiram-se mais uma caricias onde mais uma vez lhe enfiei dedos em ambas as portas sem que houvesse algum tipo de objecção. De seguida o tolinhas foi vestido e prosseguimos para vaginal na posição de missionário que foi alternando com as suas pernas nos meus ombros, existindo ainda uma paragem para lubrificação. A temperatura estava quente e eu já transpirava por todo o lado, assim pedi-lhe para trocarmos de posição e continuamos o vaginal na posição de cowgirl com ela apoiando-se nos seus pés. Passámos alguns momentos nesta posição e depois pedi-lhe para irmos para anal para finalizar. Aqui a conversa de adorar fazer anal passou para algo do género: “Não sou capaz, eu sei que não vou conseguir”, ao mesmo tempo que se lubrificava a ela bem como a gabardine do tolinhas. Iniciamos anal com ela deitada na cama de barriga para baixo, diz ela que só assim o conseguia fazer. No entanto, antes de apontar o tolinhas foi necessário “habituar” a entrada utilizando um dedo. Um e apenas um, porque quando tentei dois fui logo interrompido. Algum tempo depois lá tive autorização para apontar o tolinhas, a entrada não foi muito apertada e nesta posição a profundidade foi pouca. Estivemos nesta posição durante alguns minutos, mas nem por isso a profundidade foi maior. Eu não estava muito confortável com esta posição e pedi-lhe que mudássemos de posição, a dada altura ela lá aceitou mudar para a posição de doggy style, mas mesmo nesta nova posição só entrava a cabeça e pouco mais. Era só queixume de que não conseguia e de que era difícil, contando até a estória da amiga que fez anal e teve de ir ao hospital para ser cozida por ter rebentado uma veia.

 

Com anal difícil onde apenas entrava a cabeça do tolinhas e pouco mais, juntamente com esta pressão psicológica dificilmente eu iria conseguir finalizar. Assim sendo, acabamos por finalizar estando eu em pé ao lado da cama masturbando-me, com algumas pausas para mais um pouco de oral ao natural, até que o tolinhas entregou o leite nas costas da Patrícia, que se encontrava de quatro em cima da cama, com um traço praticamente contínuo desde o meio das omoplatas até à nádega direita que ainda levou com mais algumas manchas de líquido. Seguidamente ela retirou a gabardine ao tolinhas e convidou-me a ir á casa de banho para um duche a dois. Depois de tanto transpirar um duche vinha mesmo a calhar, por isso aceitei. Fomos para a casa de banho e tomamos um duche que explicou o motivo pelo qual o chão estava todo molhado. Infelizmente a toalha cor-de-rosa que estava no varão do duche era a única disponível para nos secarmos, e assim fiquei apenas meio seco. Voltamos para o quarto onde decorreu mais um pouco de conversa enquanto nos vestíamos e ela ajeitava o quarto. Paguei pouco antes de sair do quarto, sendo depois acompanhado até à porta onde nos despedimos com um abraço e um par de beijos na face.

 

Conclusão: A Patrícia mostrou-se simpática, animada, desenvolvendo um encontro com um “figurino diferente” impelido pelas brincadeiras que propõem, que fazeram com que eu não tenha sentido qualquer tipo de pressão para acabar. Durante o encontro não atendeu o telefone, conversa antes, durante e depois do convívio relatando alguns episódios da sua vida pessoal, e no quarto tenta cumprir com o anunciado ao telefone. Lamentavelmente, a concretização do convívio completo é muito fraca. A escolha de uma posição pouco confortável e a constante pressão vinda do queixume, não só tornaram a experiência pouco satisfatória como, de certa forma, é pouco compreensível quando vindo de alguém que afirma adorar fazer sexo anal. Um repeteco, embora não estando completamente excluído, não é seguramente uma das minhas prioridades.

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por Ninor às 22:11

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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