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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.


Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Domingo, 22.05.16

924291405

Dia 11-04-2016, durante a hora de almoço, antecipando uma jornada de trabalho mais curta, dou uma olhadela aos classificados do Correio da Manhã em busca de anúncios de convívio na cidade de Lisboa. Selecciono alguns que publicitam convívio completo e inicio uma ronda de primeiros contactos para averiguar as condições. No final, acabo por me decidir por este: RAINHA D`ORAL GORDINHA 3PRATOS DELICIOSOS 15/20R, 924291405. Neste primeiro contacto uma voz com sotaque brasileiro já quase português disse ser cabrita clara, gordinha com 40 anos de idade e peito tamanho 46. Anuncia convívio sem pressas, normal com oral natural ao início por 15€, normal com oral ao natural até ao fim por 20€ e convívio completo por 25€ não colocando objecções à sua concretização. Poderia encontrá-la num determinado número da Rua Morais Soares, estando disponível até às 20h. A localização não me é desconhecida e assim, a meio da tarde, ponho-me a caminho. Chegando lá procurei estacionamento para os lados do Mercado de Arroios, é pago de segunda a sexta-feira das 9h às 19h. Estaciono e, antes de pagar o estacionamento, faço novo contacto para averiguar da sua disponibilidade imediata e completar a morada. Sou informado que a disponibilidade é total, e de que devo voltar a ligar quando estiver ao pé da porta para que esta seja aberta. Depois de a moedinha ter caído para dentro do parquímetro, sigo para a rua referida e localizo o número de porta que me havia sido dado. Nas suas imediações volto a ligar, rapidamente a ligação é atendida. Recebo a informação relativa ao andar para o qual me devo dirigir, bem como a indicação de que a porta vai ser aberta. Desloco-me para junto dela, mas ainda tive de ficar uns segundos parado à sua frente até que ela se abrisse.

 

Como não existe elevador subo pelas escadas em madeira até ao andar pretendido. Ao chegar ao andar pretendido reconheço a porta por onde entrei num encontro anterior. Pensei que estaria a momentos de voltar a cruzar essa mesma entrada, mas estava enganado. Desta feita foi a porta da esquerda que se abriu, entro no apartamento sem demoras e de imediato fico com a sensação de que já conheço esta profissional do sexo. Recebeu à porta com um sorriso que apresenta um diastema, vestia indumentária de cor preta e sandálias de salto alto igualmente pretas. Prontamente, e com o seu sotaque brasileiro, coloca-me a seguinte questão: “Você já esteve com gordinhas?” Respondo-lhe que sim e enquanto sorrio sou encaminhado para o corredor à esquerda da porta, reparo que a maioria das portas desse corredor está numerada, paramos no número cinco e sou convidado a entrar. Entro no quarto e tropeço numa plataforma à esquerda da porta que reparo albergar um bidé e um lavatório. Como não vejo sanita pergunto se posso ir à casa de banho porque preciso de verter águas, prontamente obtenho resposta positiva. Saio do quarto e mesmo em frente existe uma casa de banho que eu nem tinha reparado quando ali cheguei. Com a indicação de que lá poderia ir, entro e encontro-a limpa e sem cheiros, chão de cor avermelhada e paredes de azulejo branco. Nela existia um banheiro com um aviso para não usar devido a vazamento fixado na porta, uma sanita, um lavatório e por cima deste um espelho fixado na parede, ao lado do espelho e junto da porta havia também um acessório fixado na parede para pendurar uma toalha, mas não tinha toalha. Verto águas e uso o lavatório para passar o tolinhas por água, a roupa interior serviu para secá-lo pois também não existia produtos de higiene pessoal ou rolo de papel. Reparo que por cima do autoclismo existia uma folha de papel com a advertência de que o papel higiénico usado, bem como toalhitas, deveriam ser descartadas no balde. Como não estava disponível papel, toalhitas ou balde, este anúncio não me fez grande sentido. Curioso foi ver que este anúncio estava escrito em português e tinha uma versão em inglês. Deve ser um reflexo da globalização. Volto para o quarto onde ela me esperava já sem roupa. De imediato demonstra ser simpática e conversadora. Vou-me despindo enquanto vamos conversando, em simultâneo vou observando-a. Diz chamar-se Adriana, brasileira com cerca de 1,65 metros de altura e 90 e alguns quilos de peso que lhe dão uma barriga saliente e um aspecto bem redondo. As suas coxas são volumosas devido à gordura mas, comparativamente, o seu traseiro é pouco volumoso. Rondará os 45 anos de idade, tom de pele cabrita-clara, não reparei em tatuagens ou piercings mas existem duas pequenas cicatrizes. Tem cabelo preto curto, peito tamanho 46 sem silicone e descaído, a sua cara é redonda e tem olhos escuros.

 

Sempre no meio de conversa vou observando o quarto enquanto a Adriana vai-se lavando no bidé. Afirma que faz convívio em part-time, aos domingos e segundas, o resto do tempo trabalha na área de restauração. Diz ter cirurgia de redução de estomago marcada para daqui a 6 meses, depois vai esperar emagrecer para depois fazer cirurgia plástica para diminuir a cintura e colocar firmeza no peito. Gostaria de ter um peso de 60 Kg como resultado final. Por esta altura já eu estava convencido de que toda esta conversa me era familiar. O quarto tem área suficiente para nos movermos, estava arrumado e sem cheiros. Embora estivesse um dia com algum sol, a orientação da janela para um pátio interior, bem como os seus cortinados claros com decoração vermelha estampada, deixavam entrar pouca luz. Assim sendo a iluminação foi assegurada com por um candeeiro esférico ao centro de um tecto com estuque trabalhado. À direita da porta estava uma cama de casal já com o lençol de trabalho colocado, encostada aos pés da cama estava uma mesa-de-cabeceira que tinha em cima uma garrafa de água acompanhada de uma bolsa que continha utensílios para o convívio (gabardines e lubrificantes). À esquerda desta mesa-de-cabeceira estava um pequeno móvel, quase totalmente coberto pelos cortinados, continha brinquedos sexuais nomeadamente, vibradores, um deles de cinta. À esquerda da porta exista a plataforma onde estavam o bidé e o lavatório. Entre eles, estava um caixote do lixo no chão e, na parede, um suporte para toalha. Por cima do lavatório estava um espelho fixado na parede. Em cima do bidé estava um rolo de papel (o mesmo que me havia sido dado anteriormente e que eu trouxe de volta para o quarto) e uma embalagem de betadine. Na parede à direita do lavatório estava uma cadeira de cor preta onde deixei a minha roupa. No canto à direita da cadeira estava uma mesa de centro de sala onde repousava um exemplar do jornal que eu havia comprado pela manhã, bem como um termoventilador que estava ligado e que fazia com que a temperatura do quarto estivesse elevada. Por cima desta mesa, e fixada na parede a cerca de 1,80 metros de altura, estava uma estante que suportava uma televisão ligada num canal brasileiro. Três quadros fixados nas paredes do quarto eram a decoração que nelas existia, com a porta do quarto fechada foi possível ver que nela estava afixado um outro aviso, desta feita o de proibição de fumar. A Adriana acaba de se lavar e pede que eu lave o tolinhas, uma vez que anteriormente apenas o tinha passado por água, acedi sem problemas.

 

Seguidamente fomos para a cama onde a conversa continuou enquanto eu lhe acariciava o peito e a vagina aparada, ocasionalmente um dedo deslisava para dentro da porta dianteira sem que houvesse objecções por parte dela. Já a Adriana deu início ao oral ao natural no início que se pautou por umas chupadelas com boa sucção e pouca profundidade, que rapidamente colocaram o tolinhas firme. Foi demorado por ser interrompido pela conversa que se ia mantendo, onde por entre alguns comentários simpáticos relativos à dimensão do tolinhas, vai relatando alguns eventos e histórias, provavelmente fictícias, relativas à sua vida. A dada altura ela retira uma gabardine para o tolinhas e algum lubrificante de dentro da bolsa, sem demoras veste o tolinhas e deita-se na cama para iniciarmos o vaginal na posição de missionário. Senti-o razoavelmente apertado prosseguimos por vários minutos alterando entre a posição de missionário e colocando as suas pernas no meu peito. A actividade física aliada ao facto de o termoventilador estar ligado, fez com que a transpiração nos cobrisse de alto abaixo. A dada altura peço para a Adriana ficar por cima, ela acede e eu tomo o lugar de deitado na cama. Antes de prosseguirmos a Adriana faz uma pausa, sai da cama e desliga o termoventilador. Ao regressar à cama prosseguimos o vaginal por mais algum tempo desta feita na posição de cowgirl, sendo que nesta posição foi possível acariciar as suas mamas e chupar os seus bicos. Durante todo este tempo a Adriana expressou algumas dúvidas sobre a concretização do anal por causa das dimensões do tolinhas. No entanto, a dada altura ela faz uma pausa, agarra no lubrificante e besunta a porta traseira, para depois, mantendo a posição de cowgirl, começar as penetrações na porta traseira. Segundo ela esta é a melhor posição para se iniciar o anal. Aos pouco o tolinhas foi entrando num canal que senti apertado, contudo, por mais que tentasse o tolinhas não entrou na totalidade. Mantivemos a posição durante algum tempo e a dada altura lá a convenci a tentar outra posição. Primeiro de lado, e depois a posição de doggy style onde basicamente ela “fugia com o rabo à seringa”, acabando por ficar deitada de barriga para baixo. Como para ela estava difícil, pediu-me para lhe voltar ao vaginal. Acedi, ela vira-se de barriga para cima e voltámos às posições iniciais. Pouco depois ela começa a pedir o leitinho do tolinhas. Respondi que ia finalizar na porta traseira, assim sendo, com ela deitada na cama e com as suas pernas nos meus ombros apontei o tolinhas à porta traseira. Ela pede que entre só a cabeça do tolinhas porque não aguenta muito, mas nesta posição e com este pedido dificilmente iria alcançar o objectivo. Mais uma vez mudámos de posição voltando a doggy style porque ela queria que eu finaliza-se na porta da frente. Num ato de alguma rebeldia, aproveito a posição e enfio-lhe um dedo na porta traseira e faço uns movimentos de vai e vem. Ela aperta as nádegas e diz que está um pouco dorida e diz: ”Deixa de ser mau vai.”

 

Como para ela estava difícil, pediu-me para voltar ao vaginal. Acedi, ela vira-se de barriga para cima e voltámos às posições iniciais. Pouco depois ela começa a pedir o leitinho do tolinhas. Respondi que ia finalizar na porta traseira, assim sendo, com ela deitada na cama e com as suas pernas nos meus ombros apontei o tolinhas à porta traseira. Ela pede que entre só a cabeça do tolinhas porque não aguenta muito, mas nesta posição e com este pedido dificilmente iria alcançar o objectivo. Mais uma vez mudámos de posição voltando a doggy style porque ela queria que eu finalizasse na porta da frente. Num ato de alguma rebeldia, aproveito a posição e enfio-lhe um dedo na porta traseira e faço uns movimentos de vai e vem. Ela aperta as nádegas e refere que está um pouco dorida e então diz: ”Deixa de ser mau vai.” Mais valia ela não ter falado, ao ouvir estas palavras volto a apontar o tolinhas à porta traseira e enfio para mais uns movimentos de vai e vem, mas sem nunca entrar todo. Ainda assim, não me demorei muito tempo nesta ação, acedi ao seu pedido e voltei para vaginal na posição de doggy style que mantivemos até ao momento em que o tolinhas entregou o leite na gabardine. Depois de retirada a gabardine ao tolinhas prosseguimos para nova lavadela, primeiro ela e depois eu. Fomos nos vestindo sempre no meio de conversa sobre encontros de sexo pago e alguns comentários simpáticos relativos ao tolinhas, e mesmo depois de vestidos a conversa ainda durou algum tempo. Tendo ignorado o telemóvel durante todo o encontro, só nesta altura a Adriana atende uma chamada, dá as mesmas informações que me havia dado. Embora a conversa até estivesse agradável, percebi que já estava na altura de ir à minha vida. Pouco depois paguei e fui acompanhado até à porta onde nos despedimos com um: até uma próxima, acompanhado de dois beijos na face.

 

Conclusão: Desde início a Adriana mostrou-se simpática, meiga e muito conversadora. A sua atitude durante o encontro foi a de quem quer agradar ao cliente que tem na sua frente, telefonemas só foram atendidos já no final do encontro numa altura em que apenas conversávamos. Esta atitude compensa o seu aspecto físico que está longe de ser o de uma modelo, até porque a Adriana se esforçou por concretizar o convívio completo, ao contrário de muitas outras com corpos bem mais atraentes com que já me deparei. Tendo em conta o tempo que estivemos a conversar antes e depois do encontro, não senti qualquer tipo de pressão para controlar o tempo. A sua cara e toda a conversa que se desenrolou durante este encontro eram-me familiares. Consultando os meus registos tenho a certeza de que foi com ela que eu me encontrei num encontro anterior já no ano de 2013 naquele mesmo edifício. Manteve o nome com que se apresenta, alterando apenas o número de contacto. Foi um repeteco não intencional mas agradável, se vou voltar? Apenas o tempo o dirá.

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por Ninor às 16:40

Quinta-feira, 14.08.14

968359197

Dia 03-08-2014, fim-de-semana em Lisboa. Pouco depois da hora do almoço olho para as páginas do Correio da Manhã procurando programar um encontro de sexo pago para essa tarde, foram realizados uma mão cheia de contactos para outros tantos anúncios, entre os quais este: ANGOLANA 30A MEIGA MT HÚMIDA 69+COMPLETO SÓ SRS +40A ALVALADE, 968359197, valeu a pena reter. No primeiro contato uma voz com sotaque português mas num tom algo apático e difícil de perceber devido á má qualidade da ligação, disse estar na Avenida da Igreja em Alvalade, faz convívio com oral e vaginal por 20€ e completo por 30€, estando disponível até às 18 horas e adverte que o oral não é ao natural. Fiquei curioso porque esta localização não me era estranha, pois já no ano passado algures por ali tinha conhecido uma profissional do sexo chamada Sheila mas, infelizmente não fiquei com o seu número de contacto. Sigo para o local e pouco antes das duas e meia da tarde faço o segundo contato, atende o telefone num tom de voz muito mais envolvente, pede desculpa pois de momento não se encontra no apartamento porque tinha ido almoçar. O encontro ficou combinado para daí a pouco mais de uma hora devendo eu, nessa altura, fazer novo telefonema para completar a morada. Ao meu pedido de melhor definição do local de encontro ela responde estar no topo da avenida da igreja.

 

Para fazer tempo dou uma volta pelos estabelecimentos comerciais das redondezas, á hora marcada estou no local por ela indicado, telefono e recebo a informação do número de porta do prédio bem como o apartamento para o qual me deveria dirigir, acrescenta que já me vai abrir a porta. Sem dúvida que era o mesmo local onde eu tinha estado no ano passado. Com esta informação dirijo-me para a porta do prédio e espero que esta se abra, espero…, espero, e enquanto espero vou apagando no telemóvel uns números de anteriores contactos. A espera continuou por mais algum tempo ao ponto de eu já estar a considerar telefonar novamente por pensar que já me haviam esquecido. Estou á procura do número de contato quando sinto alguém atrás de mim a chegar á porta do prédio, viro-me e sinto que já vi esta cara em algum lado, era uma mulher de cor, algo forte e estava de chave na mão, olhamos um para o outro e sem dizermos uma palavra percebi que o encontro marcado era entre nós os dois, pois estava a olhar para a Sheila que eu conheci no ano passado e com quem seguramente falara poucos minutos antes pelo telefone. Sorriu e abriu a porta, sigo-a escadas a cima até ao apartamento, entramos e o apartamento está praticamente às escuras. Novamente de chaves na mão, ela abre a primeira porta á esquerda que dá acesso a um quarto. Entramos no quarto igualmente escuro e pergunto se posso ir á casa de banho, prontamente a resposta foi afirmativa, acompanha-me até lá acendendo as luzes pelo caminho. Entro e por trás de mim sinto que outra porta se abre e uma conversa se inicia em tom de sussurro. Evidentemente havia mais alguém no apartamento. Sou deixado á vontade na casa de banho que encontrei limpa, sem cheiros, bem iluminada e com bom aspeto de conservação. Disponibilizava sabonete líquido para a higiene pessoal mas, nenhum meio para me secar (nem toalha, nem rolos de papel), depois de me lavar foi a roupa interior que me secou.

 

Depois da higiene pessoal ter sido realizada, vou para o quarto onde a Sheila, já só vestindo lingerie de cor preta, disse para eu ficar á vontade que vai se lavar e volta já. Dispo-me colocando a minha roupa em cima de um pequeno sofá onde, além da blusa e dos jeans que ela tinha despido, havia também duas toalhas dobradas. Pensei para mim mesmo que uma delas ter-me-ia dado muito jeito uns minutos antes na casa de banho! Já despido aguardo por ela em cima da cama e vou observando o quarto que estava bem iluminado pela luz solar que passava pelos estores que a Sheila entretanto havia subido um pouco. Uma cama de casal, duas mesas-de-cabeceira, um pequeno sofá onde além das nossas roupas estavam as toalhas dobradas, um pequeno móvel que servia de base a uma televisão que esteve sempre desligada, um armário e pouco mais era o conteúdo do quarto. Estava limpo, sem cheiros e com aspeto arrumado. Ela volta da casa de banho ainda vestindo a lingerie, pediu desculpa por não haver toalhas na casa de banho. Ficámos de pé ao lado da cama, com alguma conversa marota ela encosta-se a mim roçando o seu traseiro no tolinhas ainda triste, esta ação desencadeou momentos de caricias que foram animando o tolinhas. Esses momentos de caricias foram intercalados por pausas para colocação do lençol de trabalho em cima da cama, bem como para ir retirando a pouca indumentária que ela vestia, para depois terem continuidade na cama por mais algum tempo. Estando a Sheila completamente nua, pude ver que ganhou algum peso neste ano que passou, pelo menos é essa a perceção que tive. O seu peso atual rondará 80 e alguns Kg, tem cerca de 1,75 m de altura, pele mulata, olhos escuros, cabelo preto, peito de bom tamanho mas algo descaído e a sua idade será 30 e poucos anos. Não vi cicatrizes, tatuagens ou estrias, no entanto tem um piercing claramente visível, e poucos sinais no corpo. Tem também alguma gordura na barriga, ancas e cochas que lhe dá uma silhueta volumosa e sinais de celulite nas cochas e rabo. Vagina apresenta pêlo aparado e nas pernas já se notava o picar dos pelos ao passar a mão.

 

As caricias fizeram com que o tolinhas se colocasse em sentido, demos então início ao convívio. Comigo de pé ao lado da cama a Sheila coloca a gabardine no tolinhas e avança para um oral com boa sucção e profundidade na garganta funda mas que durou pouco tempo. Estando ela a deitar-se na cama pergunto se a posso chupar um pouco, ao que ela respondeu afirmativamente, e durante alguns minutos o convívio prosseguiu comigo a chupa-la ao mesmo tempo que, por desejo dela, lhe introduzia dedos na vagina. Passámos depois para vaginal que foi iniciado na posição de missionário, seguiu-se mais duas ou três posições com ela deitada incitando-me a manter um ritmo mais animado. Os minutos foram passando, a dada altura mudámos para a posição de doggy style que durou pouco tempo porque, no diálogo que íamos mantendo, disse-lhe que queria convívio completo. Aí ela fez uma pausa e pediu o dinheiro do convívio. Foi a primeira vez que tal me aconteceu, é normal pedir-se no fim ou no início mas, a meio… foi uma novidade que me deixou surpreendido. Ainda assim, enquanto ela se lubrificava, e sem stressar, saí da cama tirei o dinheiro da carteira e por sugestão da Sheila deixei-o em cima da mesinha que servia de base á televisão. Novamente para cima da cama e vamos para anal com ela deitada de lado, a entrada ocorreu sem dificuldade e senti não ser das mais apertadas que já tive, a mesma não pôde ser muito profunda devido as formas generosas das suas nádegas. Um minuto ou dois nesta posição e a Sheila deita-se na cama para, nesta posição com os joelhos encostados a si, dar continuidade ao vai e vem na porta traseira. Também durou pouco tempo, mantendo a posição ela sugeriu que voltássemos ao vaginal, concordei e voltamos para mais um pouco de vaginal na posição de missionário que, prosseguiu para a posição de reverse cowgirl durante alguns momentos, onde eu lhe ia afastando as nádegas para ver o tolinhas entrando e saindo ao mesmo tempo que via a sua porta traseira, para logo de seguida passar para a posição cowgirl com bom ritmo e durante o tempo que ela quis. Quando desmontou do tolinhas deu-lhe mais duas ou três chupadelas (com gabardine) comentando que estava um pouco salgado e pedindo que lhe desse o leitinho. Eu ainda estava um pouco longe de chegar esse objetivo, e não tinha intenção de o alcançar enquanto ela me masturbava e chupava o tolinhas, por isso, pouco depois disse-lhe para terminarmos com anal. Concordou sem objeções deitando-se novamente de lado, o tolinhas voltou a entrar sem dificuldade para prosseguir com anal num ritmo mais animado que o inicial até entregar o leitinho.

 

Fazia calor nessa tarde, a Sheila dá-me para as mãos um rolo de papel, retiro algumas folhas para limpar o suor da testa e mais algumas para retirar a gabardine ao tolinhas. Vou-me vestindo e vamos conversando enquanto ela arruma o quarto, diz que não gosta de fazer anal com “garotos” e por isso anuncia convívio para senhores com mais de 40 anos de idade. Confessa também que tinha ido a casa almoçar sem ter intenção de voltar ao apartamento nesse dia, só lá tinha ido para me atender. Esta afirmação explicou o porquê de ela se estar a vestir de imediato dando claramente a entender que se estava a preparar para ir embora logo depois de mim. Pouco depois de se vestir acompanhou-me á porta onde nos despedimos e fui á minha vida.

 

Conclusão: Fisicamente a Sheila é forte tendo uma silhueta volumosa o que não me desagrada, ainda assim, tenho pena que ela não tenha conseguido manter o peso que tinha no ano passado, ela não é para aqueles que gostam de mulheres baixas ou magras. Tal como no primeiro encontro, a Sheila mostrou-se simpática no atendimento e quer agradar, tendo um desempenho satisfatório. Experimenta várias posições e incentiva a que sejamos agressivos nas penetrações, isso pode querer dizer que está a gostar do convívio ou simplesmente quer encontrar a melhor posição para que o cliente se despache. Tendo em conta que ela mesmo admitiu ter voltado ao apartamento apenas por minha causa e ter-se preparado para sair logo depois de mim, a segunda hipótese é bem provável. É pena continuar a não fazer anal na posição de doggy style (pelo menos comigo não fez) as posições que permite fazer são interessantes mas, devido á posição em si bem como ao volume das suas nádegas, não possibilita uma penetração profunda. Um repeteco? Talvez sim, quem sabe….

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por Ninor às 17:43

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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