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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.


Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Sexta-feira, 10.02.17

925938776

Dia 28-01-2017, neste sábado de chuva e céu cinzento ando pela linha de Sintra com tempo livre. Decido dar uma olhadela aos classificados do Correio da Manhã para averiguar as possibilidades de um encontro de sexo pago aqui por esta zona. Como é habitual apenas os anúncios de convívio completo me chamam a atenção, selecciono uma mão cheia e procedo à primeira ronda de contactos. Após a primeira ronda um deles pareceu-me familiar, uma rápida consulta à minha base de dados revelou que realmente já conhecia o seu número de contacto de um encontro ocorrido em 2015. Esse encontro foi de má memória e o primeiro impulso foi de o eliminar da lista de hoje. No entanto, recordei um repeteco não intencional em Odivelas que resultou num encontro bem diferente, para melhor, do que o primeiro. Assim resolvi arriscar um repeteco com este anúncio: MULATA GULOSA BBUM TARADO ORAL DOCE QUENTE PRAZER SEM LIMITES, 925938776. No primeiro contacto disse ela estar perto de uma determinada superfície comercial na Rua Joaquim Luís em Monte Abraão. Diz fazer um convívio normal por 20€ e completo por 30€, estando disponível até às 18h. Estava um pouco longe mas já conhecia o local, por isso não demorei muito e cheguei dentro da hora limite. Cheguei ao local indicado e o estacionamento foi fácil e gratuito. Volto a telefonar para saber da sua disponibilidade imediata e completar a morada. Responde que vai estar ocupada e pede para eu voltar a telefonar daí a 10 ou 15 minutos, pois não tem saldo no telemóvel para me dar um toque a assinalar a sua disponibilidade. 10 ou 15 minutos! Pareceu-me pouco tempo para atender alguém que estaria a chegar. Aguardo uns 20 minutos e volto a ligar. Ela atende prontamente e instrui-me a deslocar-me até um determinado ponto da rua, e a partir daí vai-me indicando em tempo real a forma de chegar à porta do prédio. Ao aproximar-me da dita porta diz que a vai abrir e indica qual o andar para onde me devo dirigir. O ruído da porta a destrancar foi quase imediato e desta forma entro sem qualquer demora, subo uns degraus e entro no elevador para chegar ao andar indicado. Lá chegado, encontro as escadas às escuras. Não demorou muito até que a porta à minha esquerda se abrisse com um par de olhos espreitando cá para fora. Dirijo-me para essa porta e entro no apartamento.

 

Encontro uma profissional do sexo diferente da que tinha encontrado na primeira vez em que estive no apartamento. Após cumprimentarmo-nos com um par de beijos na face, esta apresentou-se como Cláudia. Tem cerca de 1,65 metros de altura, tem cabelos negros compridos, olhos castanhos, no anúncio apresenta-se como mulata mas o seu tom de pele é muito claro. À porta vestia um robe branco, por baixo tinha lingerie de cor preta, mas sem soutien, e calçava havaianas pretas. Num apartamento de dimensões reduzidas, sou direcionado para o corredor em direção ao quarto que tinha a única porta aberta no apartamento. Junto da porta do quarto, duas outras apresentavam pequenas aberturas que possibilitaram vislumbrar um outro quarto e a casa de banho. Ainda antes de entrar para o quarto peço para ir à casa de banho e de imediato ela acede dizendo para eu ficar à vontade. Entro e, tal como o resto do apartamento, encontro a casa de banho limpa e sem cheiros, com aspecto arrumado mas de muito pequenas dimensões. Bem iluminada, apresentava um lavatório onde estava disponível uma embalagem de sabonete líquido, e na parede por cima do lavatório existia um espelho. Ao lado do lavatório estava disponível uma toalha de mãos. Na parede em frente à porta estava uma sanita que disponibilizava um rolo de papel higiénico em cima do autoclismo. Ao lado da sanita estava um poliban com chuveiro que era delimitado por um cortinado de duche decorado com motivos florais estampados a várias cores. Junto do poliban estava disponível uma toalha de banho. Fixadas nas paredes e cantos da casa de banho, estavam várias prateleiras de vidro que continham diversos itens. Acabei por refrescar o tolinhas no lavatório para depois seguir para o quarto. Entro no quarto onde a Cláudia me esperava sentada na cama. De imediato inicia alguma conversa de circunstância que em segundos desaguou na pergunta “O que é que vai ser?”. À minha resposta seguiu-se o pedido de pagamento. Sem stress puxo da carteira mas sou interrompido por uma segunda pergunta: “Não és muito avantajado, pois não?” A esta questão seguiu-se um diálogo que colocou em dúvida a realização deste encontro. Estas dúvidas só se dissiparam quando, a pedido dela, coloquei o tolinhas fora das calças para que a Cláudia pudesse a olho “tirar as medidas” ao tolinhas que ainda estava murcho. Após esta visualização ela responde: “Hum, já fiz piores.” Com esta resposta, a valentia da Cláudia foi demonstrada e a minha confiança na realização de convívio completo foi restaurada. De imediato paguei o encontro. A Cláudia pega no dinheiro e saí do quarto dizendo para eu ficar à vontade que ela vem já.

 

Aproveito a sua ausência para observar o quarto ao mesmo tempo que me vou despindo. Estava limpo e sem cheiros, com espaço suficiente para nos movimentarmos. Num dia de céu encoberto a iluminação era mínima uma vez que os estores estavam quase completamente serrados, em frente à janela uns cortinados negros escureciam ainda mais a luz natural. Dentro do quarto apenas um pequeno candeeiro, entalado entre a cama e a mesa-de-cabeceira, debitava uma ténue luz de cor amarela. No canto à esquerda da porta estava uma cadeira, foi o local onde deixei a minha roupa. Ao lado da cadeira estava um caixote do lixo, seguindo-se a mesa-de-cabeceira. Em cima desta estava uma embalagem de toalhitas e um rolo de papel de cozinha. No chão em frente da mesa-de-cabeceira e ao lado da cama existia um tapete. A cama de casal tinha duas almofadas e o lençol de trabalho já estendido. Na parede por cima da cama estava um elemento decorativo. No canto diametralmente oposto à porta estava um vazo branco que continha flores brancas que penso serem de plástico. Já despido vou para cima da cama. Algum tempo depois a Cláudia volta para o quarto e de novamente iniciou-se alguma conversa de circunstância enquanto ela despe o robe e as cuecas que trajava deixando estas vestes em cima da mesa-de-cabeceira. Em seguida ela abre uma gaveta da mesa-de-cabeceira e retira uma gabardine para o tolinhas, deixando-a junto da embalagem de toalhitas para depois tirar uma toalhita. Vem para cima da cama dizendo que faz oral ao natural ao início e que depois coloca a gabardine. Com estas palavras pensei: “nada de novo!” De joelhos em cima da cama, ela passa a toalhita pelo tolinhas para o limpar a seu gosto enquanto vamos mantendo a conversa. Aproveito para ir olhando o seu corpo nas viagens de ida e volta entre a cama e a mesa-de-cabeceira, diz ser Angolana mas quase não se nota no seu sotaque, além disso o seu tom de pele é tão claro que apresenta marca de bronzeamento de biquíni. Diz ter 33 anos, não lhe vi cicatrizes, estrias, tatuagens ou piercings. O seu peito é de bom tamanho mas não apreciou que eu lhe tocasse, a vagina é totalmente depilada, coxas e rabo volumosos mas firmes, a barriga é gorduchinha o que me leva a arriscar um peso na casa dos 70 kg. Após a limpeza ao tolinhas ela dá início ao oral ao natural até o tolinhas ficar completamente firme. Seguidamente busca a gabardine e veste-o para continuar o oral por mais algum tempo. Suave e agradável com alguma sucção e profundidade foi o que senti do seu oral, durante o qual, aproveito para ir passando a mão pelas nádegas e pelas portas traseira e dianteira.

 

Pouco depois ela sugere que prosseguíssemos o encontro. Acenei que sim e ela sai da cama para que eu me levanta-se e a deixa-se colocar-se na posição de doggy style. Antes de assumir a posição deixa a advertência de que a devo avisar antes de irmos para anal. Concordei, ela colocou-se em posição e prosseguimos o encontro com vaginal. Senti um canal bem aconchegado e mantive um ritmo animado durante algum tempo por entre alguns “hum” e “ha” exclamados pela Cláudia. Minutos depois senti que o tolinhas estava dar sinais de fim de linha. Como combinado avisei que gostaria de terminar com anal. Desencaixámos e ela busca uma embalagem de lubrificante na mesa-de-cabeceira. Lubrifica a gabardine na área da cabeça do tolinhas e pergunta: “é mesmo para terminar?” E prossegue com um comentário que me indicou que o anal não teria uma duração longa. Normalmente não ficaria contente, mas a realidade é que o tolinhas estava a um passo do fim. Depois de lubrificada a gabardine ela volta para a posição de doggy style, antes de irmos para anal afasto os seus glúteos para ver o alvo. Não resisto a meter-lhe um dedo antes de lhe dar com o tolinhas. A entrada foi apertada e com pequenos movimentos de vai e vem, pouco depois fui aumentando o ritmo ao som dos “hum” e “ha” que continuavam a ser exclamados por ela. Infelizmente a Cláudia, apesar de já ter encontrado maiores que o tolinhas, não ficou confortável com as dimensões do tolinhas a entrar na traseira o que a levou a arquear as suas costas, fazendo com que ele não conseguisse entrar completamente num canal apertado. Continuei ao meu ritmo até que o tolinhas entregou o leite na gabardine. Desencaixámos e saímos da cama, com algum papel ela retira a gabardine ao tolinhas e dá-me uma toalhita para uma melhor limpeza do tolinhas.

 

Seguidamente a Cláudia volta a sair do quarto dizendo para eu ficar à vontade que ela vai-se lavar à casa de banho e volta já. Estou a vestir-me quando ela regressa, novamente fomos mantendo alguma conversa enquanto ela se veste e arranja o quarto, e eu me preparo para sair. Neste meio tempo reparo que na sua mão esquerda um dos dedos tem uma série de anéis, questionei-me se os 10 minutos pedidos a quando do meu segundo telefonema não foram utilizados para fazer sair alguém do apartamento (amigo, namorado ou marido), e não para atender um cliente que estaria a chegar. Pouco depois fui acompanhado até á porta onde nos despedimos com um par de beijos na face e um até à próxima.

 

Conclusão: Embora o número de contacto usado fosse o mesmo que o da minha primeira visita aquele apartamento, nesta nova visita, felizmente, encontrei uma cara diferente. Mais importante que a cara foi a atitude também ela bem diferente no que ao desenrolar do encontro diz respeito. A Cláudia mostrou ser muito simpática e educada mantendo alguma conversa que me fez descontrair. Mais importante ainda foi a vontade demonstrada de cumprir no quarto o anunciado ao telefone, e com esse fito desfez quaisquer dúvidas relativas à dimensão da “ferramenta” antes de aceitar o dinheiro ou ir para a cama. Pena foi que não estivesse completamente à vontade no convívio completo. Gostei do encontro e da forma agradável como decorreu, no entanto, não foi um encontro que me tenha deixado grandes memórias ao ponto de me fazer pensar num repeteco imediato. Talvez o dia triste e cinzento me tenha prejudicado a percepção do encontro. Por isso mesmo: um repeteco? Talvez sim, certamente que não o descarto. O futuro o dirá.

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por Ninor às 02:46

Quinta-feira, 11.08.16

926997963

Dia 24-04-2016, domingo ensolarado e quente. No dia anterior já havia decidido que iria passar a tarde domingueira em passeio por Lisboa, e já que lá estava iria em busca de mais um encontro de sexo pago. Pela manhã compro o Correio da Manhã e dou uma olhadela pela lista de anúncios em busca de anúncios de convívio completo. Invariavelmente ao domingo o leque de opções é muito mais restrito, desta forma, a minha lista de opções estava reduzida a uma mão cheia de anúncios na região de Lisboa. Ponho-me a caminho da capital para um almoço na Expo, após o que, fiz uma ronda de telefonemas para obter algumas informações dos anúncios que tinha selecionado. No final acabei por me decidir por este: NEGRA D`LUANDA RABUDA A RAINHA DO O.NAT PT50 VENHA SACIAR O MEU BBUM, 926997963. No primeiro contacto uma voz com sotaque português diz ser africana, anuncia convívio normal por 20€ e completo por 30€ sem colocar objecções à sua concretização. Diz estar em Benfica na Rua Cláudio Nunes especificando o número de porta, estando disponível até às 19h. Afirma ter 32 anos de idade, peito 48, coxas grossas e traseiro grande, e com a frase “sou uma cavalona como se costuma dizer”, remata as informações dadas neste primeiro contacto. Uma vez que tinha as 19h como hora limite, o passeio por Lisboa foi encurtado e para o final da tarde liguei o GPS e pus-me a caminho da referida rua em Benfica na esperança de lhe conseguir saciar o bumbum. Ao chegar busco estacionamento, dizer que foi difícil de encontrar é pouco. Após algumas voltas pela zona lá consegui encontrar estacionamento, que foi gratuito, numa rua paralela. Com o estacionamento resolvido sigo a pé até às imediações do número que me foi fornecido no primeiro contacto, lá chegado faço o segundo contacto. O telefonema foi atendido rapidamente, informo da minha localização e obtenho a informação de que está disponível no imediato bem como o andar e apartamento para onde me devo dirigir referindo ainda que vai abrir a porta. Dirijo-me para a porta e após alguns instantes parado à porta do prédio esta, lá se destranca permitindo a minha entrada. Subo pelas escadas pois não há elevador, ao chegar ao apartamento pretendido a porta abre-se de imediato estando um par de olhos a espreitar cá para fora.

 

Entro no apartamento e encontro uma profissional do sexo animada e com um grande sorriso, vestindo apenas um soutien vermelho e uma cuequinha fio dental cor-de-rosa. Negra de pele, olhos escuros, cabelo negro africano com o que me pareceu ser extensões de cabelo falso frisado apanhado em rabo-de-cavalo com o comprimento até as omoplatas. Cumprimentamo-nos à porta com dois beijos na face, digo-lhe que ela não estava a mentir ao telefone, realmente é avantajada nas suas formas. Ao mesmo tempo ela vai passando a mão pela minha virilha. À esquerda da porta de entrada estava uma porta fechada que presumo ser da cozinha. Seguindo para a direita, por um corredor que liga todas as divisões do apartamento, ao fundo temos a casa de banho, pelo meio à esquerda temos duas portas que dão para dois quartos. Seguimos até ao quarto mais próximo da casa de banho. Entramos no quarto e diz-me para ficar à vontade, interrompo-a e pergunto se posso ir à casa de banho. Responde que sim e, ainda que a casa de banho esteja a um metro à esquerda da do quarto, acompanha-me até lá. Encontro a casa de banho com o chão molhado, pensei que o tinham acabado de lavar e que eu iria marcar o chão com as minhas pegadas. No final do encontro percebi que a realidade era outra. Não senti cheiros e a casa de banho estava limpa. Continha um lavatório no canto à esquerda da porta e por cima deste estava um espelho fixado na parede. No canto diametralmente oposto à porta existia uma sanita, no canto em frente à porta estava um poliban com duche e delimitado por cortinados pendurados num varão onde, repousava também uma toalha cor-de-rosa. Existia uma janela localizada entre o poliban e a sanita. Entre a porta e o poliban existia um bidé onde estava uma embalagem de gel de duche. Sou deixado na casa de banho, verto águas e lavo o tolinhas no bidé. Estou a secar as mãos na toalha cor-de-rosa quando ela bate à porta e entra. Vendo que eu já tinha lavado o tolinhas e as calças ainda estavam em baixo, ela diz: “Oh! Mas eu queria fazer isso.” Curvando-se dá umas chupadelas no tolinhas que já se encontrava a meia haste. Surgiram alguns comentários simpáticos sobre as suas dimensões, e pouco depois seguimos para o quarto, onde sou novamente deixado sozinho à vontade com as instruções dela para eu ir tirando tudo.

 

Assim faço, dispo-me e vou observando o quarto. À esquerda da porta estava um roupeiro embutido na parede, na parede em frente à porta estava uma mesa de massagens onde já existiam alguns lençóis de trabalho dobrados e debaixo dela estavam um par de botas e um par de chinelos. Pelo meio estava no chão, de madeira, um tapete redondo de cor vermelha. Acabei por deixar a minha roupa em cima da mesa de massagens. À direita da mesa de massagens estava uma toalha pendurada na parede na parede, à direita desta toalha, e no canto diametralmente oposto ao da porta, entrava uma mesa-de-cabeceira onde existia uma caixa com lubrificante e gabardines para o tolinhas. À direita da mesa-de-cabeceira situava-se a cama de casal onde ela estenderia o lençol de trabalho. A cama encostava na parede onde estava a janela do quarto, desta forma a janela ficava por cima da cabeceira da cama de casal. Os estores encontravam-se corridos quase na totalidade e os cortinados tinham tons vermelho escuro. Apesar de o dia estar quente e solarengo, era pouca a luz solar que passava para dentro do quarto. Entre a cama e a porta do quarto, existia uma mesa redonda, com cerca de 40 cm de diâmetro, que suportava um candeeiro cor-de-rosa e um rádio que estava ligado. No chão entre esta mesa e a porta existia ainda um par de sandálias e um termoventilador, que felizmente estava desligado. A decoração resumia-se a um quadro fixado na parede ao lado da porta, dois espelhos com formas ondulantes colados na vertical na parede a meio da mesa de massagens e a alguns elementos decorativos feitos de papel ou plástico igualmente colados na parede de ambos os lados dos espelhos. Um par de fios eléctricos sai a meio do tecto e termina numa lâmpada sem candeeiro. Algum tempo depois ela volta para o quarto e faz mais alguns comentários simpáticos relacionados com o tolinhas, apagou a luz do tecto e acendeu o candeeiro cor-de-rosa em cima da mesa redonda. Vamos conversando, diz chamar-se Patrícia, o seu sotaque é português mas diz ser de luanda. Tem cerca de 1,60 m de altura, rabo e coxas grossas com marcas de celulite bem visíveis, barriga volumosa. O seu peso não sei mas arrisco uns 75 kg. Não notei piercings nem tatuagens mas, tem algumas cicatrizes em várias zonas do corpo. Dou-lhe uns apalpanços nas mamas e palmadinhas nas nádegas, tento tirar-lhe as cuecas mas ela diz que gosta de ficar com elas enquanto os homens a acariciam. Dito isto, ela sobe para cima da mesa de massagens e coloca-se de joelhos com a cara virada para a parede, seguiram-se mais umas palmadinhas nas nádegas. A seu pedido, puxei-lhe as cuecas para o lado e vai de acariciar as portas frontal e traseira. Coloco-lhe um dedo dentro da porta frontal sem que houvesse objecções, não resisti a tentar uma chupadela. O cheiro a suor não foi nada simpático e não mais prossegui, claramente a sua ausência do quarto não foi para ir à casa de banho lavar-se.

 

Momentos depois ela sai de cima da mesa de massagens, agarra num lençol e estende-o enquanto diz que pergunta que quero ir para Angola com ela!!! Este tipo de conversa da treta prosseguiu enquanto eu lhe desaperto o seu soutien que, rapidamente, ela tira e atira-o para cima da mesa de massagens. Virasse para mim, coloca-se de joelhos e dá umas chupadelas no tolinhas enquanto faz alguns comentários simpáticos relativamente às suas dimensões. Fomos para a cama, seguiram-se mais uma caricias e um pouco de conversa. Diz morar na margem sul, e naquele apartamento só faz encontros de sexo pago em regime de part-time. Apenas nas folgas, aos fins-de-semana, do seu emprego em hotelaria na linha de Cascais. Pensei para comigo: “folgas aos fins-de-semana em hotelaria! Deve ser verdade”. Ela coloca-se de quatro para mais uns apalpanços e momentos depois as cuecas levaram o mesmo caminho que o soutien mostrando algum pêlo por aparar, durante a conversa que se seguiu diz adorar fazer anal. A dada altura pareceu-me ouvir a voz de um homem no apartamento, cliente? Namorado ou amigo na sala de estar? Não demorei muito a ter a resposta, duas batidas na porta do quarto e sem demoras alguém entra. Olho para trás e uma outra profissional do sexo a quem a Patrícia chama de Jéssica passa ao lado da cama indo em direcção à mesa-de-cabeceira. Também ela negra, vestia uma camisa de dormir de cor vermelha. A Jéssica tinha vindo buscar algumas gabardines, como estava com a “mão na massa” a Patrícia pediu-lhe uma. Então a Jéssica olha para mim e pergunta: “Qual é o sabor que queres amor?” Hesitei um pouco em dar a resposta porque a minha mente só pensava: “Porque é que ela me pergunta pelo sabor, se não sou eu quem a vai chupar?” Ainda assim, lá lhe pedi a de morango, recebo-a juntamente com um beijo na face. Pouco depois a Jéssica sai do quarto para ir atender o cliente que tinha acabado de entrar no apartamento. Novamente a sós, a Patrícia segue para mais um pouco de oral ao natural com boa sucção, ritmo lento, mas pouca profundidade. A garganta funda na realidade foi pouco funda. Pouco depois a seu pedido eu coloco-me em pé ao lado da cama e enquanto me masturbo, ela deitada na cama e faz o mesmo enquanto me olhava.

 

Pouco depois seguiram-se mais uma caricias onde mais uma vez lhe enfiei dedos em ambas as portas sem que houvesse algum tipo de objecção. De seguida o tolinhas foi vestido e prosseguimos para vaginal na posição de missionário que foi alternando com as suas pernas nos meus ombros, existindo ainda uma paragem para lubrificação. A temperatura estava quente e eu já transpirava por todo o lado, assim pedi-lhe para trocarmos de posição e continuamos o vaginal na posição de cowgirl com ela apoiando-se nos seus pés. Passámos alguns momentos nesta posição e depois pedi-lhe para irmos para anal para finalizar. Aqui a conversa de adorar fazer anal passou para algo do género: “Não sou capaz, eu sei que não vou conseguir”, ao mesmo tempo que se lubrificava a ela bem como a gabardine do tolinhas. Iniciamos anal com ela deitada na cama de barriga para baixo, diz ela que só assim o conseguia fazer. No entanto, antes de apontar o tolinhas foi necessário “habituar” a entrada utilizando um dedo. Um e apenas um, porque quando tentei dois fui logo interrompido. Algum tempo depois lá tive autorização para apontar o tolinhas, a entrada não foi muito apertada e nesta posição a profundidade foi pouca. Estivemos nesta posição durante alguns minutos, mas nem por isso a profundidade foi maior. Eu não estava muito confortável com esta posição e pedi-lhe que mudássemos de posição, a dada altura ela lá aceitou mudar para a posição de doggy style, mas mesmo nesta nova posição só entrava a cabeça e pouco mais. Era só queixume de que não conseguia e de que era difícil, contando até a estória da amiga que fez anal e teve de ir ao hospital para ser cozida por ter rebentado uma veia.

 

Com anal difícil onde apenas entrava a cabeça do tolinhas e pouco mais, juntamente com esta pressão psicológica dificilmente eu iria conseguir finalizar. Assim sendo, acabamos por finalizar estando eu em pé ao lado da cama masturbando-me, com algumas pausas para mais um pouco de oral ao natural, até que o tolinhas entregou o leite nas costas da Patrícia, que se encontrava de quatro em cima da cama, com um traço praticamente contínuo desde o meio das omoplatas até à nádega direita que ainda levou com mais algumas manchas de líquido. Seguidamente ela retirou a gabardine ao tolinhas e convidou-me a ir á casa de banho para um duche a dois. Depois de tanto transpirar um duche vinha mesmo a calhar, por isso aceitei. Fomos para a casa de banho e tomamos um duche que explicou o motivo pelo qual o chão estava todo molhado. Infelizmente a toalha cor-de-rosa que estava no varão do duche era a única disponível para nos secarmos, e assim fiquei apenas meio seco. Voltamos para o quarto onde decorreu mais um pouco de conversa enquanto nos vestíamos e ela ajeitava o quarto. Paguei pouco antes de sair do quarto, sendo depois acompanhado até à porta onde nos despedimos com um abraço e um par de beijos na face.

 

Conclusão: A Patrícia mostrou-se simpática, animada, desenvolvendo um encontro com um “figurino diferente” impelido pelas brincadeiras que propõem, que fazeram com que eu não tenha sentido qualquer tipo de pressão para acabar. Durante o encontro não atendeu o telefone, conversa antes, durante e depois do convívio relatando alguns episódios da sua vida pessoal, e no quarto tenta cumprir com o anunciado ao telefone. Lamentavelmente, a concretização do convívio completo é muito fraca. A escolha de uma posição pouco confortável e a constante pressão vinda do queixume, não só tornaram a experiência pouco satisfatória como, de certa forma, é pouco compreensível quando vindo de alguém que afirma adorar fazer sexo anal. Um repeteco, embora não estando completamente excluído, não é seguramente uma das minhas prioridades.

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por Ninor às 22:11

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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