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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.


Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Sexta-feira, 29.09.17

925224773

Dia 10-06-2017, rumo a norte para umas mini férias. A paragem para o almoço deu-se em Viseu e fez-me constatar que nunca ali tinha realizado um encontro de sexo pago. Esta era uma boa ocasião para corrigir essa situação. Após um breve lanche de fast food que me serviu de almoço, fiz uma consulta aos anúncios dos classificados do Correio da Manhã. Alguns anúncios de convívio completo se destacam, sobre eles fiz uma primeira ronda de contactos. Após essa ronda de contactos acabei por me decidir por este: MORENAÇA GRELUDA COMPLETA GRUTA QUENTE ORAL GULOSO ADORO ATRAS 69, 925224773, que era acompanhado de uma foto. No primeiro contacto, e após uns segundos de “Duele El Corazon”, uma voz com sotaque Brasileiro disse fazer um convívio agradável e calmo sendo que o menu normal custava 20€ e o completo 30€, estando disponível até às 24h. Diz estar numa determinada rua, perto de um estabelecimento comercial. Não conhecendo a cidade, busco no GPS a rua que me havia sido dada. Obtenho a resposta de endereço desconhecido. Uso então a internet para tentar encontrar o caminho até esse endereço, mas dos três mapas que pesquisei obtive o mesmo resultado! Lembrei-me então que havia sido referido o nome de um estabelecimento comercial. Uso-o então numa nova busca na net. Realmente existe e está listado com um endereço diferente. Insiro esta nova morada no GPS e sigo para lá.

 

Chego ao local por uma rua de sentido único que por ser tão estreita dificilmente se arranja estacionamento. Contudo, facilmente encontrei estacionamento, que foi gratuito, num local próximo. Após estacionar faço novo contacto para confirmar o local correcto, saber da sua disponibilidade imediata e completar a morada. Confirma o local e afirma ter disponibilidade imediata, instrui-me a subir a rua por onde eu havia chegado, e que o GPS conhece como Rua Capitão Salomão, até um determinado número de porta e voltar a ligar. Ela estaria à minha espera. Com esta informação ponho-me a caminho em busca da porta pretendida. Não demorei muito a encontrá-la. No entanto, achei estranho a porta estar dois ou três centímetros entreaberta ao mesmo tempo que do lado de dentro da casa se ouvia uma voz feminina que aparentava estar ao telefone a dar as mesmas indicações que me haviam sido dadas pouco tempo antes. Fico uns momentos em frente à porta enquanto me preparo para fazer novo contacto, é então que esta se abre. Uma profissional do sexo, envergando um vestido de cor branca com motivos estampados e calçando sandálias, a falar ao telefone dando as indicações a um potencial cliente, faz-me sinal para entrar. Assim faço, entro para depois ela voltar a colocar a porta numa posição semicerrada travando-a com um calço. Seguidamente, ainda ao telefone, ela agarra-me pela mão e leva-me em direcção ao quarto atravessando a casa. Pelo caminho passamos por algumas portas que não me permitiram perceber se existia mais alguém em casa, mas duas portas abertas permitiram-me avistar um quarto e uma casa de banho. Tendo ela já terminado o telefonema pergunto se posso ir à casa de banho. Ela responde que existe uma no quarto onde posso ir. Continuamos então pelo corredor até um segundo quarto onde decorreu o encontro.

 

O quarto tinha boas dimensões, estava limpo, sem cheiros e aspecto cuidado. À esquerda da porta estava uma cadeira que usei para deixar a minha roupa, ao lado da cadeira estava uma cômoda onde se encontrava uma televisão, ligada num canal brasileiro, e que estava acompanhada por vários artigos entre os quais dois telemóveis. Por cima da cômoda, bem como por cima da cabeceira da cama, bem como numa terceira parede, estava um espelho fixado. Para lá da cômoda existia uma espécie de corredor onde existia uma máquina de exercício físico. Junto dela existia uma janela com os estores semicerrados de cor verde que deixavam passar a luz solar que, após atravessar um cortinado translucido de cor branca, iluminava grande parte do quarto. A cama, cuja estrutura metálica estava pintada de branco, além de algumas almofadas já tinha o lençol de trabalho colocado. Duas mesa-de-cabeceiras ladeavam a cama. Uma delas continha vários itens, como por exemplo: um candeeiro desligado, rolo de papel, toalhitas, lubrificante, gabardines, etc. A outra, entre outros itens, continha um candeeiro ligado que ajudava a iluminar o quarto com uma luz em tom rosa. No canto diametralmente oposto à porta estava um roupeiro embutido com portas de correr. Sem demoras sou encaminhado para o corredor em direcção à máquina de exercício. É então que me apercebo que por trás do roupeiro existia uma estrutura de alumínio que se assemelhava a uma cabine de duche. Ela abre a porta e diz que posso usar essa casa de banho. O espaço era de reduzidíssimas dimensões ao ponto de no caso de eu querer atar os atacadores a minha testa iria bater na parede em frente e o cu, certamente, ficaria de fora da porta. Dá a ideia que tiraram uma banheira ou então dividiram uma cabine de duche em dois para colocarem um lavatório e uma sanita. Estava limpo, sem cheiros e tinha aspecto arrumado. No chão em frente à porta havia um tapete cor-de-rosa, à esquerda estava o poliban de duche que era delimitado por um cortinado. Em frente à porta estava um lavatório de reduzidas dimensões, que disponibilizava sabonete líquido. Entre o cortinado do duche e o lavatório existia um suporte onde estava uma toalha de mãos cuja cor condizia com a do tapete. Por baixo do lavatório estava um caixote do lixo. À direita da porta existia uma sanita, em cima do autoclismo existia um rodo de papel de cozinha.

 

Após refrescar o tolinhas volto para o quarto. Que bela imagem encontrei. Ela já se tinha despido quase na totalidade, já só vestia um soutien preto. Mas o que mais chamou a atenção, por ser invulgar, foi a sua silhueta magra de barriga lisa que juntamente com o seu cerca de 1,60 metros de altura me levam a crer que andará na casa dos 50 kg de peso. Não me olhei ao espelho mas certamente fiquei de olhos arregalados. Ela diz para eu ficar à vontade enquanto vai à casa de banho lavar-se. Quando volta da casa de banho, já trás o soutien nas mãos. Continuamos com alguma conversa enquanto a observo um pouco melhor. Pele morena, cabelo longo preto, olhos castanhos numa cara que me agrada. Claramente brasileira diz chamar-se Kelly e ter 36 anos de idade. Na sua pele morena não lhe notei tatuagens, piercings, estrias ou marcas de celulite. No entanto, é possível encontrar algumas cicatrizes incluindo as duas de cirurgia plástica para colocação de silicone para aumento de peito. Peito esse que é obviamente firme, apresentando dimensão apropriada à sua estatura física. A sua vagina apresenta pêlo aparado, as suas cochas e traseiro além de firmes apresentam formas e dimensões que em nada destoam da sua boa forma física. Comento que a foto do anúncio não engana, ao que ela responde que essa foto não é dela. Digo-lhe então que poderia usar fotos dela mesmo porque com aquele corpo não tem nada do que se envergonhar.

 

Passados alguns momentos de conversa, que aproveitei também para avaliar a firmeza do seu peito e demais físico, demos início ao encontro com um oral que se iniciou ao natural. O tolinhas já estava a mais de meia haste e por isso não tardou muito a que a Kelly lhe vestisse uma gabardine. Desta feita a gabardine tinha a cor do equipamento do Benfica, e o oral prosseguiu por mais algum tempo com boa sucção e um ritmo suave. A dada altura ela pára o oral e busca uma embalagem de lubrificante, lubrifica-se e estando eu deitado, dá continuidade ao encontro iniciando o vaginal na posição de cowgirl apoiando-se nos seus pés. Vários foram os movimentos de sobe e desce que ela efectuou, algo que atesta a sua boa forma física, mas como é normal a dada altura foi necessário mudar de posição. Assim, trocámos de posição e prosseguimos o vaginal na posição de missionário, alterando com mais uma ou duas posições sempre com ela deitada. Pelo meio existiram alguns comentários simpáticos relativos às dimensões do tolinhas que estava bem aconchegado num canal que senti apertado. Devido a esse facto, seria melhor passar para anal antes que ficasse por ali. Sugeri então que terminássemos com anal. Ela levanta-se e lubrifica a porta traseira dizendo: “vamos ver se consigo”. Coloca-se então na posição de doggy style, aponto o tolinhas e com pequenos movimentos de vai e vem o tolinhas lá foi entrando devagar num canal bem apertado. Não entrou todo de tão apertado que estava. A Kelly não estava confortável nesta postura e pouco depois acabamos por mudar de posição. Após nova lubrificação da porta traseira, ela volta a deitar-se na cama. Novamente o tolinhas entra na porta traseira mas desta vez um pouco mais fundo. Para controlar a profundidade a Kelly coloca os seus pés no meu peito e empurrava-me quando que se tornava desconfortável. O tolinhas lá ia fazendo os movimentos de vai e vem cuja frequência ia aumentando com o aproximar do final, mas nem quando já fazia a entrega de leite ele conseguiu entrar todo.

 

Seguidamente, ela agarrou numa embalagem de toalhitas, retirou algumas que utilizou para despir a gabardine ao tolinhas, dando-me depois mais uma para que eu o limpasse melhor. Logo se seguida começo a vestir-me enquanto ela ajeita o quarto, mostrou alguma preocupação relativamente ao lençol que havia ficado manchado com algum lubrificante. Comenta que de seguida ia tomar um duche porque havia transpirado durante o encontro. No entanto, o telefone tocou ainda eu me vestia. Aparentemente era o cliente com quem ele estava a falar a quando da minha chegada, ele estava nas proximidades buscando as orientações finais. O telefonema durou algum tempo pois o tipo embora muito próximo e deslocando-se a pé estava com alguns problemas em encontrar o local. Acabo de me vestir e pago o encontro, seguimos para a porta quando o telefone toca novamente. Lá chegados despedimo-nos com um par de beijos e um até à próxima, saio para a rua e a menos de dez metros estava um tipo com o telemóvel ao ouvido. Passo por ele e não olhei para trás para ver para onde ia, mas aposto que foi para o local de onde eu tinha acabado de sair.

 

Conclusão: A Kelly apresenta muito boa condição física, é simpática e conversa sem ser faladora. Na cama quer agradar o cliente e esforça-se para cumprir o anunciado ao telefone, não se amedrontando com as dimensões do tolinhas. Contudo, com um telefonema de um potencial cliente a decorrer ainda antes de eu entrar no quarto, senti que o encontro poderá ter decorrido com algum controlo de tempo. Ainda assim, a verdade é que saí dele com vontade de voltar. Repeteco? Sem dúvida que sim.

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por Ninor às 01:32

Sexta-feira, 31.03.17

968802631

Dia 14-03-2017, ando pela linha de Sintra e vislumbro alguma disponibilidade de tempo durante a tarde. Procuro então averiguar as possibilidades de transformar essa disponibilidade de tempo num encontro de sexo pago. Analiso os anúncios nos classificados do Correio da Manhã e dou início a uma ronda de primeiros contactos. Desses contactos, este: A PRETA DE LUANDA MATULONA GOSTOSA ATENDE S/TABUS, 968802631, foi o mais promissor. No primeiro contacto uma voz, falando português com algum sotaque africano, diz estar na Reboleira na Avenida dos Cravos Vermelhos. Afirma fazer convívio oral e vaginal por 15€, com anal é 20€ não colocando nenhuma objecção à sua realização e estando disponível até às 19h. A meio da tarde desloco-me para o local indicado. Ao chegar, rapidamente encontrei um lugar de estacionamento vago numa rua onde já poucos lugares estavam disponiveis. Estaciono e faço um segundo contacto para saber da sua disponibilidade imediata e completar a morada. Diz ter disponibilidade imediata, completa a morada com o número de porta do prédio, andar e apartamento para onde me devo dirigir. Afirma também que vai abrir a porta e que não vale a pena tocar à campainha do prédio porque ela não funciona. Saio do carro e sigo a pé para o prédio indicado numa rua com algum movimento de carros e peões. Lá chegado reparo que a porta já se encontrava entreaberta e que um velho estava sentado num parapeito nas suas imediações. Com um “boa tarde” dirigido ao velho, que o retribui, empurro a porta e entro de imediato. Já estou a dar o primeiro passo dentro do prédio quando escuto o som da fechadura eléctrica a destrincar. Ainda tinha a porta na mão e percebi que não tinha sido ela a abrir-me a porta. Procuro um elevador para subir ao andar e encontro dois, em pouco tempo chego ao andar pretendido e ainda em menos tempo encontro o apartamento que me havia sido indicado. Ao chegar à sua porta escuto uma voz masculina vinda de dentro do apartamento. Pelo volume com que se fazia ouvir pensei que haveria algum tipo de discussão dentro do apartamento. Ainda por cima, a porta estava a demorar a ser aberta e o volume não baixava. Estava a cogitar se dava meia volta e ia embora quando a porta foi aberta. Uma profissional do sexo com um belo sorriso e uma silhueta que me agradou, não se escondeu atrás da porta e convida-me a entrar. Assim faço, e percebi então que a voz masculina que se ouvia provinha de um qualquer programa que passava na TV!

 

À porta ela vestia um robe cor-de-rosa que por estar aberto deixava ver a sua lingerie preta, calçava havaianas pretas. Estávamos no hall de entrada que oferecia acesso a três divisões da casa. Um desses acessos estava encoberto por uma cortina, os restantes tinham as portas abertas e foi fácil perceber que se tratavam do quarto e da casa de banho. Ela fecha a porta do apartamento e convida-me a entrar no quarto. Antes de ir para o quarto peço para ir à casa de banho. Ela acede e eu sigo para lá. Entro numa casa de banho de reduzidas dimensões e bem iluminada, tinha aspecto arrumado e pelo cheiro que se fazia sentir certamente tinha sido limpa recentemente. À esquerda da porta estava um lavatório onde existia uma embalagem de sabonete líquido. Por cima do lavatório estava um espelho fixado na parede. Junto do lavatório estava também fixado na parede um suporte que continha uma toalha, e no chão existia um caixote do lixo. Na parede em frente à porta estava a banheira que tinha um cortinado de duche. À direita da porta, e junto à banheira, estava suporte com uma toalha de banho. Existia ainda um bidé que disponibilizava uma embalagem de sabonete líquido, a sanita com um rolo de papel higiénico junto desta, e onde também se encontrava um rolo de papel de cozinha em cima do autoclismo. Depois de refrescar o tolinhas saio e sigo para o quarto onde ela se encontrava a colocar o lençol de trabalho na cama. Diz para eu ficar à vontade e pergunta como iria ser o convívio, respondo que queria o convívio completo. Pouco depois pede o valor do convívio e pago sem demoras. Seguidamente, com um “com licença” ela ausenta-se do quarto, certamente para ir guardar o dinheiro noutro lado. Aproveito a sua ausência para ir observando o quarto. Estava limpo e sem cheiros, com aspecto arrumado, e com espaço suficiente para nos movimentarmos. A luz que passava pelos estores semicerrados era suficiente para iluminar o espaço, ainda assim, existia um candeeiro acesso junto à janela. Junto ao candeeiro estava um termo ventilador ligado que mantinha a atmosfera numa temperatura agradável. À esquerda da porta existia um armário que tinha alguma loiça e outros itens nas prateleiras, uma embalagem de álcool e uma TV que estava desligada. A seguir a este armário estava uma cômoda, em cima dela estavam o termo ventilador e o candeeiro ligados. Na parede em frente à porta estava a janela com os estores semicerrados, a luz solar que entrava no quarto era filtrada pelos cortinados vermelhos em frente da janela. Em frente à janela encontrava-se uma cadeira que foi o local onde deixei a minha roupa. À direita da porta, e encostado ao canto diametralmente oposto a esta, estava um roupeiro. Encostado ao roupeiro estava a cama de casal com algumas almofadas decorativas que ela retirou e onde ela esticou o lençol de trabalho. Entre a cama e a parede estava uma estrutura de madeira coberta por um tecido vermelho, que julgo ser a colcha que estava em cima da cama, onde ela colocou as almofadas decorativas bem como alguns dos utensílios usados no encontro.

 

Eu estava quase completamente despido quando ela voltou para o quarto, não creio que tenha passado pela casa de banho para se ir lavar. Iniciaram-se alguns momentos de conversa, diz chamar-se Ana e ser Angolana. Enquanto a conversa se desenrola ela retira o robe e aproveito para lhe “tirar as medidas”. Aparenta uma idade a rondar os 40 anos, tem cerca de 1,75 metros de altura. Como africana que é, o seu tom de pele é negro. Negros são também os seus olhos, tal como os seus cabelos longos. Não lhe notei cicatrizes ou estrias, no entanto, algumas tatuagens e um piercing decoram o seu corpo. Não é gorda mas a sua barriga apresenta alguma flacidez típica de quem já foi mãe, comparando com outras africanas que já encontrei, o volume das suas pernas e traseiro não é enorme e apresentam poucos sinais de celulite. No geral a sua silhueta é muito agradável, juntamente com o seu sorriso, num rosto que me agrada, e a simpatia com que falava, faziam com que o tolinhas já estivesse a ficar animado. Já despido sigo em direcção à cama, antes de eu lá chegar a Ana agarra na embalagem de álcool e pede para que eu estenda as mãos onde despeja algum álcool para que eu as desinfectasse. Fui então para a cama, ela coloca-se de joelhos ao meu lado, agarra em duas toalhitas e limpa o tolinhas para depois dar início ao oral ao natural. O oral decorreu num ritmo lento, tendo boa profundidade e sucção mediana, existindo algumas pausas para alguns comentários. Pelo meio vou passando a mão pelo seu corpo que apresenta uma pele macia ao toque. Algum tempo depois a Ana faz uma pausa para tirar a lingerie que ainda vestia e trazer a gabardine para o tolinhas, vestindo-o logo de seguida. Nesta altura foi possível perceber que é totalmente depilada e que o seu peito é assimétrico. Já com o tolinhas vestido, ainda houve tempo para mais uma chupadela antes de ela vir para cima de mim, e iniciar o vaginal na posição de cowgirl apoiada nos seus joelhos. Vaginal apertado, com bom ritmo e boa amplitude de movimentos, prolongou-se durante algum tempo tendo pelo meio existido uma pequena variação na posição em que a Ana se apoiou nos seus pés para fazer o movimento de sobe e desce. Minutos depois alteramos de posição e prosseguimos o vaginal na posição de doggy style num ritmo animado. O som da minha pélvis a bater nas suas nádegas acompanhado por alguns “hum” a “haa” proferidos pela Ana constituíam a banda sonora desta parte do encontro. Mais alguns minutos se passaram, até que ela pergunta se eu queria passar para anal. A resposta não poderia ser outra que sim! Então a Ana lubrifica-se para depois, mantendo a posição de doggy style, guiar o tolinhas até à porta traseira. Entrada lenta e apertada foi o que se seguiu, prosseguindo depois num ritmo lento até que eventualmente o tolinhas lá conseguiu entrar todo. Alguns minutos se passaram no anal, mas o ritmo lento fazia com que o tolinhas se mantivesse longe da meta final. A dada altura a Ana disse que já não aguentava mais e aí concordámos voltar para vaginal. Seguidamente, ela deita-se na cama e prosseguimos o encontro com vaginal na posição de missionário que se pautou por um ritmo enérgico até ao momento em que o tolinhas fez a entrega de leite.

 

Desencaixamos e saímos da cama, a Ana retira a gabardine ao tolinhas e convida-me a ir à casa de banho para uma melhor higiene. Aceito e saio do quarto enquanto ela o vai arrumando. Quando volto vamos conversando enquanto me visto, durante o encontro ela olhou duas vezes para o telemóvel sem nunca o atender. Mesmo agora já no final do encontro o mesmo acontece. Estando já vestido vamos em direcção à porta onde permanecemos durante alguns momentos a conversar. Pouco depois despedimo-nos com um par de beijos na face e um até à próxima.

 

Conclusão: Foi um encontro agradável onde a Ana se mostrou simpática, conversando sem ser muito faladora e detentora de uma silhueta que me apraz. No quarto cumpriu o anunciado ao telefone existindo uma diversidade de posições que tornaram encontro mais interessante, e onde o aconchego sentido pelo tolinhas não é de menosprezar. Embora não tenha sentido nenhum tipo de controlo de tempo, a realidade é que o encontro não foi demorado. Tendo em conta o valor pago não creio que seja justo esperar ter um encontro mais demorado. Um repeteco? Se voltar a ter a oportunidade, mais tarde ou mais cedo, sem dúvida que sim.

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por Ninor às 18:29

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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