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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.



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Quinta-feira, 11.08.16

926997963

Dia 24-04-2016, domingo ensolarado e quente. No dia anterior já havia decidido que iria passar a tarde domingueira em passeio por Lisboa, e já que lá estava iria em busca de mais um encontro de sexo pago. Pela manhã compro o Correio da Manhã e dou uma olhadela pela lista de anúncios em busca de anúncios de convívio completo. Invariavelmente ao domingo o leque de opções é muito mais restrito, desta forma, a minha lista de opções estava reduzida a uma mão cheia de anúncios na região de Lisboa. Ponho-me a caminho da capital para um almoço na Expo, após o que, fiz uma ronda de telefonemas para obter algumas informações dos anúncios que tinha selecionado. No final acabei por me decidir por este: NEGRA D`LUANDA RABUDA A RAINHA DO O.NAT PT50 VENHA SACIAR O MEU BBUM, 926997963. No primeiro contacto uma voz com sotaque português diz ser africana, anuncia convívio normal por 20€ e completo por 30€ sem colocar objecções à sua concretização. Diz estar em Benfica na Rua Cláudio Nunes especificando o número de porta, estando disponível até às 19h. Afirma ter 32 anos de idade, peito 48, coxas grossas e traseiro grande, e com a frase “sou uma cavalona como se costuma dizer”, remata as informações dadas neste primeiro contacto. Uma vez que tinha as 19h como hora limite, o passeio por Lisboa foi encurtado e para o final da tarde liguei o GPS e pus-me a caminho da referida rua em Benfica na esperança de lhe conseguir saciar o bumbum. Ao chegar busco estacionamento, dizer que foi difícil de encontrar é pouco. Após algumas voltas pela zona lá consegui encontrar estacionamento, que foi gratuito, numa rua paralela. Com o estacionamento resolvido sigo a pé até às imediações do número que me foi fornecido no primeiro contacto, lá chegado faço o segundo contacto. O telefonema foi atendido rapidamente, informo da minha localização e obtenho a informação de que está disponível no imediato bem como o andar e apartamento para onde me devo dirigir referindo ainda que vai abrir a porta. Dirijo-me para a porta e após alguns instantes parado à porta do prédio esta, lá se destranca permitindo a minha entrada. Subo pelas escadas pois não há elevador, ao chegar ao apartamento pretendido a porta abre-se de imediato estando um par de olhos a espreitar cá para fora.

 

Entro no apartamento e encontro uma profissional do sexo animada e com um grande sorriso, vestindo apenas um soutien vermelho e uma cuequinha fio dental cor-de-rosa. Negra de pele, olhos escuros, cabelo negro africano com o que me pareceu ser extensões de cabelo falso frisado apanhado em rabo-de-cavalo com o comprimento até as omoplatas. Cumprimentamo-nos à porta com dois beijos na face, digo-lhe que ela não estava a mentir ao telefone, realmente é avantajada nas suas formas. Ao mesmo tempo ela vai passando a mão pela minha virilha. À esquerda da porta de entrada estava uma porta fechada que presumo ser da cozinha. Seguindo para a direita, por um corredor que liga todas as divisões do apartamento, ao fundo temos a casa de banho, pelo meio à esquerda temos duas portas que dão para dois quartos. Seguimos até ao quarto mais próximo da casa de banho. Entramos no quarto e diz-me para ficar à vontade, interrompo-a e pergunto se posso ir à casa de banho. Responde que sim e, ainda que a casa de banho esteja a um metro à esquerda da do quarto, acompanha-me até lá. Encontro a casa de banho com o chão molhado, pensei que o tinham acabado de lavar e que eu iria marcar o chão com as minhas pegadas. No final do encontro percebi que a realidade era outra. Não senti cheiros e a casa de banho estava limpa. Continha um lavatório no canto à esquerda da porta e por cima deste estava um espelho fixado na parede. No canto diametralmente oposto à porta existia uma sanita, no canto em frente à porta estava um poliban com duche e delimitado por cortinados pendurados num varão onde, repousava também uma toalha cor-de-rosa. Existia uma janela localizada entre o poliban e a sanita. Entre a porta e o poliban existia um bidé onde estava uma embalagem de gel de duche. Sou deixado na casa de banho, verto águas e lavo o tolinhas no bidé. Estou a secar as mãos na toalha cor-de-rosa quando ela bate à porta e entra. Vendo que eu já tinha lavado o tolinhas e as calças ainda estavam em baixo, ela diz: “Oh! Mas eu queria fazer isso.” Curvando-se dá umas chupadelas no tolinhas que já se encontrava a meia haste. Surgiram alguns comentários simpáticos sobre as suas dimensões, e pouco depois seguimos para o quarto, onde sou novamente deixado sozinho à vontade com as instruções dela para eu ir tirando tudo.

 

Assim faço, dispo-me e vou observando o quarto. À esquerda da porta estava um roupeiro embutido na parede, na parede em frente à porta estava uma mesa de massagens onde já existiam alguns lençóis de trabalho dobrados e debaixo dela estavam um par de botas e um par de chinelos. Pelo meio estava no chão, de madeira, um tapete redondo de cor vermelha. Acabei por deixar a minha roupa em cima da mesa de massagens. À direita da mesa de massagens estava uma toalha pendurada na parede na parede, à direita desta toalha, e no canto diametralmente oposto ao da porta, entrava uma mesa-de-cabeceira onde existia uma caixa com lubrificante e gabardines para o tolinhas. À direita da mesa-de-cabeceira situava-se a cama de casal onde ela estenderia o lençol de trabalho. A cama encostava na parede onde estava a janela do quarto, desta forma a janela ficava por cima da cabeceira da cama de casal. Os estores encontravam-se corridos quase na totalidade e os cortinados tinham tons vermelho escuro. Apesar de o dia estar quente e solarengo, era pouca a luz solar que passava para dentro do quarto. Entre a cama e a porta do quarto, existia uma mesa redonda, com cerca de 40 cm de diâmetro, que suportava um candeeiro cor-de-rosa e um rádio que estava ligado. No chão entre esta mesa e a porta existia ainda um par de sandálias e um termoventilador, que felizmente estava desligado. A decoração resumia-se a um quadro fixado na parede ao lado da porta, dois espelhos com formas ondulantes colados na vertical na parede a meio da mesa de massagens e a alguns elementos decorativos feitos de papel ou plástico igualmente colados na parede de ambos os lados dos espelhos. Um par de fios eléctricos sai a meio do tecto e termina numa lâmpada sem candeeiro. Algum tempo depois ela volta para o quarto e faz mais alguns comentários simpáticos relacionados com o tolinhas, apagou a luz do tecto e acendeu o candeeiro cor-de-rosa em cima da mesa redonda. Vamos conversando, diz chamar-se Patrícia, o seu sotaque é português mas diz ser de luanda. Tem cerca de 1,60 m de altura, rabo e coxas grossas com marcas de celulite bem visíveis, barriga volumosa. O seu peso não sei mas arrisco uns 75 kg. Não notei piercings nem tatuagens mas, tem algumas cicatrizes em várias zonas do corpo. Dou-lhe uns apalpanços nas mamas e palmadinhas nas nádegas, tento tirar-lhe as cuecas mas ela diz que gosta de ficar com elas enquanto os homens a acariciam. Dito isto, ela sobe para cima da mesa de massagens e coloca-se de joelhos com a cara virada para a parede, seguiram-se mais umas palmadinhas nas nádegas. A seu pedido, puxei-lhe as cuecas para o lado e vai de acariciar as portas frontal e traseira. Coloco-lhe um dedo dentro da porta frontal sem que houvesse objecções, não resisti a tentar uma chupadela. O cheiro a suor não foi nada simpático e não mais prossegui, claramente a sua ausência do quarto não foi para ir à casa de banho lavar-se.

 

Momentos depois ela sai de cima da mesa de massagens, agarra num lençol e estende-o enquanto diz que pergunta que quero ir para Angola com ela!!! Este tipo de conversa da treta prosseguiu enquanto eu lhe desaperto o seu soutien que, rapidamente, ela tira e atira-o para cima da mesa de massagens. Virasse para mim, coloca-se de joelhos e dá umas chupadelas no tolinhas enquanto faz alguns comentários simpáticos relativamente às suas dimensões. Fomos para a cama, seguiram-se mais uma caricias e um pouco de conversa. Diz morar na margem sul, e naquele apartamento só faz encontros de sexo pago em regime de part-time. Apenas nas folgas, aos fins-de-semana, do seu emprego em hotelaria na linha de Cascais. Pensei para comigo: “folgas aos fins-de-semana em hotelaria! Deve ser verdade”. Ela coloca-se de quatro para mais uns apalpanços e momentos depois as cuecas levaram o mesmo caminho que o soutien mostrando algum pêlo por aparar, durante a conversa que se seguiu diz adorar fazer anal. A dada altura pareceu-me ouvir a voz de um homem no apartamento, cliente? Namorado ou amigo na sala de estar? Não demorei muito a ter a resposta, duas batidas na porta do quarto e sem demoras alguém entra. Olho para trás e uma outra profissional do sexo a quem a Patrícia chama de Jéssica passa ao lado da cama indo em direcção à mesa-de-cabeceira. Também ela negra, vestia uma camisa de dormir de cor vermelha. A Jéssica tinha vindo buscar algumas gabardines, como estava com a “mão na massa” a Patrícia pediu-lhe uma. Então a Jéssica olha para mim e pergunta: “Qual é o sabor que queres amor?” Hesitei um pouco em dar a resposta porque a minha mente só pensava: “Porque é que ela me pergunta pelo sabor, se não sou eu quem a vai chupar?” Ainda assim, lá lhe pedi a de morango, recebo-a juntamente com um beijo na face. Pouco depois a Jéssica sai do quarto para ir atender o cliente que tinha acabado de entrar no apartamento. Novamente a sós, a Patrícia segue para mais um pouco de oral ao natural com boa sucção, ritmo lento, mas pouca profundidade. A garganta funda na realidade foi pouco funda. Pouco depois a seu pedido eu coloco-me em pé ao lado da cama e enquanto me masturbo, ela deitada na cama e faz o mesmo enquanto me olhava.

 

Pouco depois seguiram-se mais uma caricias onde mais uma vez lhe enfiei dedos em ambas as portas sem que houvesse algum tipo de objecção. De seguida o tolinhas foi vestido e prosseguimos para vaginal na posição de missionário que foi alternando com as suas pernas nos meus ombros, existindo ainda uma paragem para lubrificação. A temperatura estava quente e eu já transpirava por todo o lado, assim pedi-lhe para trocarmos de posição e continuamos o vaginal na posição de cowgirl com ela apoiando-se nos seus pés. Passámos alguns momentos nesta posição e depois pedi-lhe para irmos para anal para finalizar. Aqui a conversa de adorar fazer anal passou para algo do género: “Não sou capaz, eu sei que não vou conseguir”, ao mesmo tempo que se lubrificava a ela bem como a gabardine do tolinhas. Iniciamos anal com ela deitada na cama de barriga para baixo, diz ela que só assim o conseguia fazer. No entanto, antes de apontar o tolinhas foi necessário “habituar” a entrada utilizando um dedo. Um e apenas um, porque quando tentei dois fui logo interrompido. Algum tempo depois lá tive autorização para apontar o tolinhas, a entrada não foi muito apertada e nesta posição a profundidade foi pouca. Estivemos nesta posição durante alguns minutos, mas nem por isso a profundidade foi maior. Eu não estava muito confortável com esta posição e pedi-lhe que mudássemos de posição, a dada altura ela lá aceitou mudar para a posição de doggy style, mas mesmo nesta nova posição só entrava a cabeça e pouco mais. Era só queixume de que não conseguia e de que era difícil, contando até a estória da amiga que fez anal e teve de ir ao hospital para ser cozida por ter rebentado uma veia.

 

Com anal difícil onde apenas entrava a cabeça do tolinhas e pouco mais, juntamente com esta pressão psicológica dificilmente eu iria conseguir finalizar. Assim sendo, acabamos por finalizar estando eu em pé ao lado da cama masturbando-me, com algumas pausas para mais um pouco de oral ao natural, até que o tolinhas entregou o leite nas costas da Patrícia, que se encontrava de quatro em cima da cama, com um traço praticamente contínuo desde o meio das omoplatas até à nádega direita que ainda levou com mais algumas manchas de líquido. Seguidamente ela retirou a gabardine ao tolinhas e convidou-me a ir á casa de banho para um duche a dois. Depois de tanto transpirar um duche vinha mesmo a calhar, por isso aceitei. Fomos para a casa de banho e tomamos um duche que explicou o motivo pelo qual o chão estava todo molhado. Infelizmente a toalha cor-de-rosa que estava no varão do duche era a única disponível para nos secarmos, e assim fiquei apenas meio seco. Voltamos para o quarto onde decorreu mais um pouco de conversa enquanto nos vestíamos e ela ajeitava o quarto. Paguei pouco antes de sair do quarto, sendo depois acompanhado até à porta onde nos despedimos com um abraço e um par de beijos na face.

 

Conclusão: A Patrícia mostrou-se simpática, animada, desenvolvendo um encontro com um “figurino diferente” impelido pelas brincadeiras que propõem, que fazeram com que eu não tenha sentido qualquer tipo de pressão para acabar. Durante o encontro não atendeu o telefone, conversa antes, durante e depois do convívio relatando alguns episódios da sua vida pessoal, e no quarto tenta cumprir com o anunciado ao telefone. Lamentavelmente, a concretização do convívio completo é muito fraca. A escolha de uma posição pouco confortável e a constante pressão vinda do queixume, não só tornaram a experiência pouco satisfatória como, de certa forma, é pouco compreensível quando vindo de alguém que afirma adorar fazer sexo anal. Um repeteco, embora não estando completamente excluído, não é seguramente uma das minhas prioridades.

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por Ninor às 22:11

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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