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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.



Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Quinta-feira, 25.08.16

910242505

Dia 11-08-2016, estou de partida para algum tempo longe de encargos laborais. Enquanto meia nação se desloca para o Algarve, eu sigo para norte. GPS ligado, A1 destino Porto, cidade onde já não vou faz muito tempo. Num dia de 30 e muitos graus de temperatura, são notícia os vários incêndios que estão a reduzir a cinzas as florestas da zona norte. Ainda assim, ao chegar a meio da tarde, na atmosfera quente da cidade não se fazia sentir o cheiro a fogo. Após tratar do alojamento seguiu-se um duche para refrescar. Já refrescado e com o sol ainda a brilhar em céu azul, surge a questão: O que fazer a seguir? Decidi ir em busca de mais um encontro de sexo pago nesta cidade. Por conveniência, dado o adiantado da hora, recorri à internet para a minha busca. Já a alguns meses que andava de olho num determinado anúncio que, por norma, está cheio de erros ortográficos e que surge no site www.rua69.com. As fotos da anunciante são divulgadas como verdadeiras, onde ela não esconde a cara, mas também nunca se mostra nua. Assim sendo, fui ao site ver se o anúncio estava presente neste dia. Para minha surpresa, minutos antes o mesmo tinha acabado de ser postado pela segunda vez com o título: ALETEJANA DOIDA PELO.ANAL (SANTA CATARINA((910242505), e a seguinte descrição: Aletejana doida.pelo.anal.oral.gargamta.funda ao.natural tudo fas calmas dem presdas nao tesponfe ad.masagems so.pot marcacoes do.seu apartamento privado as fotos sou reais))910242505(). Sem mais demoras, ligo para obter algumas informações. Neste primeiro contacto, sou informado de que me devo dirigir a um determinado número de porta na Rua Santa Catarina, o encontro é completo, sem pressas e tem o valor de 25€, estando ela disponível até à 01 da manhã. Acabo por marcar para dali a pouco mais de uma hora, e sigo para o local seguindo as indicações do GPS. Subo a rua e à medida que me vou aproximando do número de porta indicado, tento encontrar um estacionamento nas proximidades, porque na dita rua estava muito difícil. Circulando pelas redondezas acabo por entrar numa rua em obras onde muito do estacionamento estava suprimido, circulo devagar e vou olhando em busca de estacionamento. A dada altura, vejo uma senhora sentada numa cadeira no hall de entrada de um dos prédios. Para minha surpresa, com o braço ela faz sinal para eu me aproximar e diz qualquer coisa que não entendi. Não parei por não haver estacionamento, e ao afastar-me desconfiei que ali existiriam encontros de sexo pago.

 

Depois de mais alguns minutos a circular pela zona, lá encontrei estacionamento numa rua não muito longe. Como seria de esperar o estacionamento é pago nos dias úteis das 08h até às 20h, pus a moedinha e sigo a pé para o local que me havia sido indicado. Com o aproximar da hora marcada, desço o passeio da Rua de Santa Catarina, vou-me aproximando do meu destino e vejo dois ou três indivíduos cuja atitude não me é estranha. Andavam devagar de um lado para o outro aparentemente sem destino fixo, mas também sem se afastar muito do local para onde eu me dirigia. Seriam clientes? Talvez, mas coloquei de parte essa opção por não lhes ver telefone na mão ou ao ouvido. Ao chegar mais perto do meu destino apercebo-me que certamente não seria ali o local do encontro. Para não ficar no passeio como os outros que eu acabara de ver, virei para a Rua de João de Oliveira Ramos e puxo do telefone para um segundo contacto e obter mais informações. Marco o número e enquanto espero que seja atendido reparo que estou na rua em obras por onde havia passado anteriormente. Vejo também uma senhora a atravessar a rua, uma e outra vez, com a clássica atitude física de quem mostra os seus atributos em busca de clientes. Seria ali o meu destino final? O telefonema foi atendido, sou informado de que estou na rua certa mas é-me indicado um andar num número de porta diferente, juntamente com a indicação de que me iria abrir a porta. Estava muito perto e a porta não demorou a ser aberta, entro no prédio e como não há elevador subo pelas escadas muito bem iluminadas até ao andar que eu pensava ser o meu destino. Infelizmente, talvez devido a um sotaque a que eu não estou acostumado, ao telefone tinha percebido que deveria subir a um determinado andar, e por isso chegando lá fico à espera que a porta se abra e nada acontece. No entanto, escuto uma porta mais acima a abrir. Então fui subindo as escadas para ver o que estava mais acima, já me preparava para telefonar novamente quando vejo que a porta de um apartamento estava aberta e que alguém estava à porta. Quaisquer dúvidas que houvesse em relação à autenticidade das fotos do anúncio, ficaram definitivamente dissipadas assim que vi quem estava à porta, sem mais demoras sigo para esse apartamento. À porta atendeu vestindo jeans e camisa preta, e tendo no pulso esquerdo um relógio de cor branca. Entro e cumprimentamo-nos com um beijo na face, diz chamar-se Ana e fecha porta.

 

O hall de entrada ficou escuro como breu, por entre a cor negra apenas conseguia vislumbrar o contorno de algumas portas todas elas fechadas. Enquanto sou encaminhado para a porta do quarto à esquerda, escuto os ruídos de uma porta à direita que mostravam que existe mais gente no apartamento, pelo menos um homem. Ainda antes de entrar no quarto perguntei se seria possível ir à casa de banho, com um “ora essa, com certeza” sou redireccionado para a porta situada em frente à porta de entrada no apartamento. A Ana abre a porta da casa de banho, acende a luz e, mais uma vez o preto é a cor predominante. Estava limpa e não senti cheiros. À esquerda da porta existe um armário, logo a seguir ao armário está um duche delimitado por uma pequena parede onde assenta um vidro. Na parede em frente à porta existe um bidé e à sua direita está uma sanita, entre os dois encontra-se um caixote do lixo. O chão, os azulejos do duche e os da parede em frente à porta são de cor preta, sendo que, os azulejos foram pintados, provavelmente a pincel. Já os azulejos da parede à direita da porta são de cor branca. Nesta parede, e escondida atrás da porta, existe uma máquina de lavar roupa e por cima desta um termoacumulador para água quente está fixado na parede. Entre estes e a sanita existe ainda um lavatório. No chão a meio da casa de banho existe um tapete também de cor preta. Os únicos produtos de higiene pessoal que lá vi foi um sabonete em cima do bidé. Existiam alguns artigos pendurados na porta, porta essa que tem vidro martelado no seu terço superior. Não havia papel ou tolha para me secar, mas a Ana reparou nisso assim que acendeu a luz, saiu da casa de banho, regressando pouco depois com um rolo de papel, mas não o tradicional papel de cozinha. Ela volta a sair dizendo que vai para o quarto tirar a roupa, fecha a porta e deixa-me à vontade. Depois de passar o tolinhas por água e de me secar, fui em direcção ao quarto. Entro no quarto e encontro a Ana a despir as calças já só ficando com o soutien preto e cuecas de cor vermelha. Em segundos também estas peças de roupa foram retiradas e colocadas em algo que se parece com uma mesa-de-cabeceira localizada entre a cama e a porta. Vou assistindo enquanto me dispo, a Ana sempre conversadora vai à cômoda e retira um vestido fantasia de enfermeira, que aparece em algumas fotos dos seus anúncios na internet. Comenta que tem essa fantasia mas que poucas vezes a veste, porque os clientes não pedem. Embora a qualidade limitada da maioria das imagens nos seus anúncios indiquem serem puramente amadoras, e feitas com recurso a um smartphone em ambiente fechado, admito que essa fantasia torna as fotos mais atrativas e está presente em algumas das fotos mais apelativas que ela apresenta. No entanto, na prática, eu quero é ver uma mulher nua e como tal uma fantasia em vez de me excitar, só me atrapalha. Como eu não pedi a fantasia, ela não se veste de enfermeira e escolhe um vestido de cor verde com um grande decote nas costas, veste-o dizendo que não anda nua pela casa por respeito a quem lá mora. Dirige-se depois à casa de banho para se lavar deixando a porta do quarto fechada. Acabo de me despir, vou para cima da cama e vou observando o quarto.  

 

Encontrei o quarto limpo, arrumado e sem cheiros, existindo espaço suficiente para nos movimentarmos. A cama de casal já tinha o lençol de trabalho colocado, nela também estavam várias almofadas, a que estava mais à frente era felpuda e de cor branca. De cada lado da cama estavam as de mesa-de-cabeceira. Na que estava mais próxima da porta existia um candeeiro de cor verde, e foi onde a Ana deixou a roupa com que abriu a porta. Na outra estava uma caixa de cartão em forma de coração, bem como um par de sapatos de saltos altos. Por cima desta mesa-de-cabeceira existe uma estante onde repousa uma estátua de buda de cor cinza. Na parede por cima da cabeceira da cama existem três ou quatro espelhos redondos com alguns centímetros de diâmetro, de onde saem raios que os fazem assemelhar-se a sois de prata. Por cima destes, e junto ao tecto, existe uma janela com vidro martelado e caixilho de madeira cuja largura é quase a mesma que a da parede. À direita da cama está uma cômoda de cor preta, em cima dela está uma jarra com flores de plástico, juntamente com várias embalagens e sprays. Encostado à cômoda, no seu lado mais afastado da porta, está um pequeno caixote do lixo de cor cromada. Fixado na parede, por cima da cômoda, existe um quadro. À esquerda da cama estava uma ventoinha desligada, bem como, um vazo com cerca de um metro de altura e que continha mais flores de plástico. Na parede em frente à cama, existe no canto esquerdo um espelho de grandes dimensões. Assenta no chão e encosta em ambas as paredes, fazendo com que a sua posição ofereça alguns ângulos de visão interessantes durante o encontro. À direita deste espelho, e a meio da parede, está uma cadeira vermelha onde permanecia uma almofada cor-de-rosa. Foi o local onde deixei a minha roupa. Esta cadeira estava em frente à janela que tinha os estores quase totalmente fechados. Ainda assim, o quarto estava muito bem iluminado, pois o dia estava limpo e o sol brilhava pelo espaço que ainda estava aberto, bem como pelos buracos das lâminas do estore. Entre a janela e a cadeira estavam os cortinados de cor verde nas pontas e de cor branca ao meio. Continuando para a direita existiam mais dois vasos, o que estava mais próximo da cadeira estava vazio e o que estava no canto da direita tinha uma planta que não se seria verdadeira ou de plástico. Entre estes dois vasos, estavam dois espelhos com formas ondulantes colados na parede, no sentido vertical, e paralelos um ao outro. Pendurados na porta do quarto estavam uma sacola cor-de-rosa e mais alguns itens, e existia um candeeiro redondo a meio do tecto a que, obviamente, não foi necessário dar uso.

 

O dia estava quente e mesmo estando parado em cima da cama eu estava cheio de calor. Quando a Ana regressa ao quarto, eu estava a abanar as mãos para ver se me refrescava um pouco. De imediato ligou a ventoinha e rapidamente a temperatura dentro do quarto ficou bem mais agradável. Ela despe o vestido ficando nua, apontando para o par de sapatos em cima da mesa-de-cabeceira, comenta que não consegue andar de saltos altos. Assim se iniciou um diálogo que durou todo o encontro, onde a Ana revelou um sotaque do sul por vezes difícil de compreender, mas que já denota grande influência do norte com algumas expressões e sotaque. Estando já completamente despida, vai a uma caixa de cartão com a forma de coração e que estava por baixo do par de sapatos, abre-a e retira uma embalagem de lubrificante e a gabardine para o tolinhas colocando-as em cima da cama. Seguidamente, ela aproxima-se da cama e retira a almofada felpuda de cor branca e coloca-a no chão entre o caixote do lixo e o vaso com uma planta. Observo-a enquanto não se junta a mim na cama. Magra com cerca de 1,60 metros de altura deverá ter um peso a rondar os 50 kg. Sem dúvida que é portuguesa, caucasiana com um muito ligeiro bronzeado que revela marcas de um biquíni. Os seus cabelos são negros, lisos e compridos estando apanhados atrás do pescoço por uma banda elástica. Os seus olhos são escuros e o seu rosto apresenta algumas rugas de expressão. Afirma ter 38 anos de idade, mas se na realidade tiver mais quatro ou cinco não ficaria surpreendido. Seja qual for a sua idade, apresenta um peito pequeno, natural, firme e agradável à vista, tal como é agradável à vista a sua vagina totalmente depilada e com lábios exteriores carnudos. As suas coxas e os seus glúteos, tal como o resto do corpo, são firmes e apresentam pouca ou nenhuma gordura ou sinais de celulite. Apenas a sua barriga apresenta ligeiros sinais de já ter sido mãe, algo que ela acaba por confirmar durante as nossas conversas. Não lhe vi piercings, mas tem pelo menos duas tatuagens, e uma cicatriz na púbis com alguns centímetros.

 

Estivemos algum tempo a conversar deitados na cama, eu de barriga para cima, ela de barriga para baixo entre as minhas pernas. Durante a conversa ela confirma minha suspeita de existir na mesma rua um local onde as profissionais do sexo procuram os seus clientes na rua e atendem num dos prédios. Só não me sabe dizer se os tipos que vi no passeio estão de alguma forma ligados, pessoalmente, desconfio que sim. Íamos conversando sobre vários temas e ela ia acariciando o tolinhas intercalando as caricias com uma ocasional chupadela, mas durante todo este tempo o tolinhas pouco ou nada se mexeu. A dada altura vamos para vias de facto e comento: “vamos lá ver se ele quer alguma coisa”. Ao que a Ana responde: “vai querer, aqui a alentejana até levanta mortos”. Obviamente surgiu uma risada. Não sei se levanta mortos, mas de facto com o seu oral ao natural não demorou muito até que o tolinhas ficasse em sentido. O oral teve boa sucção e boa cadência de movimentos que quase me fizeram não passar do oral, ela tentou garganta funda mas não foi muito fundo por causa das dimensões do tolinhas. Ao que ela comenta: “Isto é o verdadeiro salpicão do Alentejo”, não sou alentejano e não sei o que é um salpicão do Alentejo, mas presumo que tenha sido um comentário simpático. O oral prolongou-se por vários minutos, a dada altura tive de dizer para parar pois estava a ver que ficava por ali mesmo. Então a Ana veste o tolinhas, lubrifica-se e iniciamos o vaginal na posição de cowgirl com ela apoiada nos seus pés. O tolinhas entrou todo num só movimento suave num canal que senti bem aconchegado, foi fantástico ver os volumosos lábios da vagina a envolverem o tolinhas. Algum tempo depois ela sugere que mudemos de posição para iniciarmos o anal. Passamos então para doggy style com ela a dizer que podemos continuar o vaginal se eu quiser. Como não fiz questão em prosseguir com o vaginal, ela coloca-se em posição e guia o tolinhas para a porta traseira. Uma breve resistência à entrada e o tolinhas entrou facilmente. Dois ou três movimentos depois o tolinhas ia e vinha facilmente num canal que não sendo o mais apertado que já senti, também estava longe de ser o mais folgado. Infelizmente não entrava todo porque a Ana arqueava as costas impossibilitando essa situação. Pouco depois percebi que o oral tinha feito os seus estragos e que o tolinhas se aproximava do fim, tentando ganhar mais algum tempo sugeri mudarmos para outra posição. A Ana deita-se e coloca uma almofada por baixo das suas ancas e diz que podemos prosseguir com anal ou vaginal, é como eu quiser. Decido-me por mais um pouco de vaginal que confirmou que o tolinhas estava nas últimas. Pouco depois voltamos para o anal, aponto o tolinhas à entrada traseira e ele entra facilmente, ao que a Ana diz: “já está”. Agarrei nas suas pernas colocando os seus joelhos nos meus cotovelos, acelerei o ritmo por entre alguns gemidos da Ana, e não demorou muito até que o tolinhas entregasse o seu leite na gabardine.

 

Momentos depois desencaixamos, a Ana agarra em algumas toalhitas e despe o tolinhas. Com mais algumas toalhitas limpa-o, e convida-me para ir a casa de banho para uma melhor limpeza. Novamente veste o vestido verde e abre a porta do quarto, não demorou muito até que ela volta para o quarto e diz que a dona da casa tinha acabado de chegar e que estava na casa de banho. Por isso eu teria de esperar. Não quis esperar e vesti-me para ir embora, mais uma vez fomos conversando e a Ana acabou por me mostrar algumas das fotos no seu smartphone. Durante o encontro o telefone não tocou, e foi já nesta recta final que ele tocou. Era um tal Rui, cliente já conhecido, que queria saber se seria possível ela fazer um preço especial de desconto para oral e vaginal por 10€. Levou com um: “não, não posso”. E telefone desligado. Paguei pouco antes de sair do quarto sendo depois acompanhado até à porta onde nos despedimos até um próximo encontro e fui à minha vida.

 

Conclusão: Embora seja apreciador de mulheres com um pouco mais de volume nas curvas, a realidade é que gostei deste encontro. A Ana mostrou-se super-simpática, e a sua personalidade não deixa uma conversa morrer o que me deixou à vontade. No quarto cumpriu o que foi anunciado ao telefone mostrando até que está a vontade com o convívio completo, mesmo que na posição de doggy style o anal não tenha sido aquilo que poderia ter sido. Um dos pontos fortes foi mesmo o oral que quase me impedia de ir mais longe. Mesmo assim, os estragos por ele feitos impediram que o encontro se desenrolasse por muito tempo, juntamente com a conversa que existiu durante o encontro, não senti qualquer controlo de tempo ou tão pouco necessidade de tal controlo. Como já tinha escutado a voz de um homem e no final do encontro tinha chegado uma mulher, sou levado a crer que no apartamento mora um casal, só não me lembro de ter perguntado se a Ana também lá mora ou se apenas usa o apartamento para trabalho. Embora a Ana não me tenha confirmado, acredito que os tipos que vi no passeio da Rua Santa Catarina sejam clientes, maridos ou amigos das profissionais do sexo que trabalham na rua. Um repeteco com a Ana no futuro? Sem dúvida que sim.

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por Ninor às 04:27

Quinta-feira, 11.08.16

926997963

Dia 24-04-2016, domingo ensolarado e quente. No dia anterior já havia decidido que iria passar a tarde domingueira em passeio por Lisboa, e já que lá estava iria em busca de mais um encontro de sexo pago. Pela manhã compro o Correio da Manhã e dou uma olhadela pela lista de anúncios em busca de anúncios de convívio completo. Invariavelmente ao domingo o leque de opções é muito mais restrito, desta forma, a minha lista de opções estava reduzida a uma mão cheia de anúncios na região de Lisboa. Ponho-me a caminho da capital para um almoço na Expo, após o que, fiz uma ronda de telefonemas para obter algumas informações dos anúncios que tinha selecionado. No final acabei por me decidir por este: NEGRA D`LUANDA RABUDA A RAINHA DO O.NAT PT50 VENHA SACIAR O MEU BBUM, 926997963. No primeiro contacto uma voz com sotaque português diz ser africana, anuncia convívio normal por 20€ e completo por 30€ sem colocar objecções à sua concretização. Diz estar em Benfica na Rua Cláudio Nunes especificando o número de porta, estando disponível até às 19h. Afirma ter 32 anos de idade, peito 48, coxas grossas e traseiro grande, e com a frase “sou uma cavalona como se costuma dizer”, remata as informações dadas neste primeiro contacto. Uma vez que tinha as 19h como hora limite, o passeio por Lisboa foi encurtado e para o final da tarde liguei o GPS e pus-me a caminho da referida rua em Benfica na esperança de lhe conseguir saciar o bumbum. Ao chegar busco estacionamento, dizer que foi difícil de encontrar é pouco. Após algumas voltas pela zona lá consegui encontrar estacionamento, que foi gratuito, numa rua paralela. Com o estacionamento resolvido sigo a pé até às imediações do número que me foi fornecido no primeiro contacto, lá chegado faço o segundo contacto. O telefonema foi atendido rapidamente, informo da minha localização e obtenho a informação de que está disponível no imediato bem como o andar e apartamento para onde me devo dirigir referindo ainda que vai abrir a porta. Dirijo-me para a porta e após alguns instantes parado à porta do prédio esta, lá se destranca permitindo a minha entrada. Subo pelas escadas pois não há elevador, ao chegar ao apartamento pretendido a porta abre-se de imediato estando um par de olhos a espreitar cá para fora.

 

Entro no apartamento e encontro uma profissional do sexo animada e com um grande sorriso, vestindo apenas um soutien vermelho e uma cuequinha fio dental cor-de-rosa. Negra de pele, olhos escuros, cabelo negro africano com o que me pareceu ser extensões de cabelo falso frisado apanhado em rabo-de-cavalo com o comprimento até as omoplatas. Cumprimentamo-nos à porta com dois beijos na face, digo-lhe que ela não estava a mentir ao telefone, realmente é avantajada nas suas formas. Ao mesmo tempo ela vai passando a mão pela minha virilha. À esquerda da porta de entrada estava uma porta fechada que presumo ser da cozinha. Seguindo para a direita, por um corredor que liga todas as divisões do apartamento, ao fundo temos a casa de banho, pelo meio à esquerda temos duas portas que dão para dois quartos. Seguimos até ao quarto mais próximo da casa de banho. Entramos no quarto e diz-me para ficar à vontade, interrompo-a e pergunto se posso ir à casa de banho. Responde que sim e, ainda que a casa de banho esteja a um metro à esquerda da do quarto, acompanha-me até lá. Encontro a casa de banho com o chão molhado, pensei que o tinham acabado de lavar e que eu iria marcar o chão com as minhas pegadas. No final do encontro percebi que a realidade era outra. Não senti cheiros e a casa de banho estava limpa. Continha um lavatório no canto à esquerda da porta e por cima deste estava um espelho fixado na parede. No canto diametralmente oposto à porta existia uma sanita, no canto em frente à porta estava um poliban com duche e delimitado por cortinados pendurados num varão onde, repousava também uma toalha cor-de-rosa. Existia uma janela localizada entre o poliban e a sanita. Entre a porta e o poliban existia um bidé onde estava uma embalagem de gel de duche. Sou deixado na casa de banho, verto águas e lavo o tolinhas no bidé. Estou a secar as mãos na toalha cor-de-rosa quando ela bate à porta e entra. Vendo que eu já tinha lavado o tolinhas e as calças ainda estavam em baixo, ela diz: “Oh! Mas eu queria fazer isso.” Curvando-se dá umas chupadelas no tolinhas que já se encontrava a meia haste. Surgiram alguns comentários simpáticos sobre as suas dimensões, e pouco depois seguimos para o quarto, onde sou novamente deixado sozinho à vontade com as instruções dela para eu ir tirando tudo.

 

Assim faço, dispo-me e vou observando o quarto. À esquerda da porta estava um roupeiro embutido na parede, na parede em frente à porta estava uma mesa de massagens onde já existiam alguns lençóis de trabalho dobrados e debaixo dela estavam um par de botas e um par de chinelos. Pelo meio estava no chão, de madeira, um tapete redondo de cor vermelha. Acabei por deixar a minha roupa em cima da mesa de massagens. À direita da mesa de massagens estava uma toalha pendurada na parede na parede, à direita desta toalha, e no canto diametralmente oposto ao da porta, entrava uma mesa-de-cabeceira onde existia uma caixa com lubrificante e gabardines para o tolinhas. À direita da mesa-de-cabeceira situava-se a cama de casal onde ela estenderia o lençol de trabalho. A cama encostava na parede onde estava a janela do quarto, desta forma a janela ficava por cima da cabeceira da cama de casal. Os estores encontravam-se corridos quase na totalidade e os cortinados tinham tons vermelho escuro. Apesar de o dia estar quente e solarengo, era pouca a luz solar que passava para dentro do quarto. Entre a cama e a porta do quarto, existia uma mesa redonda, com cerca de 40 cm de diâmetro, que suportava um candeeiro cor-de-rosa e um rádio que estava ligado. No chão entre esta mesa e a porta existia ainda um par de sandálias e um termoventilador, que felizmente estava desligado. A decoração resumia-se a um quadro fixado na parede ao lado da porta, dois espelhos com formas ondulantes colados na vertical na parede a meio da mesa de massagens e a alguns elementos decorativos feitos de papel ou plástico igualmente colados na parede de ambos os lados dos espelhos. Um par de fios eléctricos sai a meio do tecto e termina numa lâmpada sem candeeiro. Algum tempo depois ela volta para o quarto e faz mais alguns comentários simpáticos relacionados com o tolinhas, apagou a luz do tecto e acendeu o candeeiro cor-de-rosa em cima da mesa redonda. Vamos conversando, diz chamar-se Patrícia, o seu sotaque é português mas diz ser de luanda. Tem cerca de 1,60 m de altura, rabo e coxas grossas com marcas de celulite bem visíveis, barriga volumosa. O seu peso não sei mas arrisco uns 75 kg. Não notei piercings nem tatuagens mas, tem algumas cicatrizes em várias zonas do corpo. Dou-lhe uns apalpanços nas mamas e palmadinhas nas nádegas, tento tirar-lhe as cuecas mas ela diz que gosta de ficar com elas enquanto os homens a acariciam. Dito isto, ela sobe para cima da mesa de massagens e coloca-se de joelhos com a cara virada para a parede, seguiram-se mais umas palmadinhas nas nádegas. A seu pedido, puxei-lhe as cuecas para o lado e vai de acariciar as portas frontal e traseira. Coloco-lhe um dedo dentro da porta frontal sem que houvesse objecções, não resisti a tentar uma chupadela. O cheiro a suor não foi nada simpático e não mais prossegui, claramente a sua ausência do quarto não foi para ir à casa de banho lavar-se.

 

Momentos depois ela sai de cima da mesa de massagens, agarra num lençol e estende-o enquanto diz que pergunta que quero ir para Angola com ela!!! Este tipo de conversa da treta prosseguiu enquanto eu lhe desaperto o seu soutien que, rapidamente, ela tira e atira-o para cima da mesa de massagens. Virasse para mim, coloca-se de joelhos e dá umas chupadelas no tolinhas enquanto faz alguns comentários simpáticos relativamente às suas dimensões. Fomos para a cama, seguiram-se mais uma caricias e um pouco de conversa. Diz morar na margem sul, e naquele apartamento só faz encontros de sexo pago em regime de part-time. Apenas nas folgas, aos fins-de-semana, do seu emprego em hotelaria na linha de Cascais. Pensei para comigo: “folgas aos fins-de-semana em hotelaria! Deve ser verdade”. Ela coloca-se de quatro para mais uns apalpanços e momentos depois as cuecas levaram o mesmo caminho que o soutien mostrando algum pêlo por aparar, durante a conversa que se seguiu diz adorar fazer anal. A dada altura pareceu-me ouvir a voz de um homem no apartamento, cliente? Namorado ou amigo na sala de estar? Não demorei muito a ter a resposta, duas batidas na porta do quarto e sem demoras alguém entra. Olho para trás e uma outra profissional do sexo a quem a Patrícia chama de Jéssica passa ao lado da cama indo em direcção à mesa-de-cabeceira. Também ela negra, vestia uma camisa de dormir de cor vermelha. A Jéssica tinha vindo buscar algumas gabardines, como estava com a “mão na massa” a Patrícia pediu-lhe uma. Então a Jéssica olha para mim e pergunta: “Qual é o sabor que queres amor?” Hesitei um pouco em dar a resposta porque a minha mente só pensava: “Porque é que ela me pergunta pelo sabor, se não sou eu quem a vai chupar?” Ainda assim, lá lhe pedi a de morango, recebo-a juntamente com um beijo na face. Pouco depois a Jéssica sai do quarto para ir atender o cliente que tinha acabado de entrar no apartamento. Novamente a sós, a Patrícia segue para mais um pouco de oral ao natural com boa sucção, ritmo lento, mas pouca profundidade. A garganta funda na realidade foi pouco funda. Pouco depois a seu pedido eu coloco-me em pé ao lado da cama e enquanto me masturbo, ela deitada na cama e faz o mesmo enquanto me olhava.

 

Pouco depois seguiram-se mais uma caricias onde mais uma vez lhe enfiei dedos em ambas as portas sem que houvesse algum tipo de objecção. De seguida o tolinhas foi vestido e prosseguimos para vaginal na posição de missionário que foi alternando com as suas pernas nos meus ombros, existindo ainda uma paragem para lubrificação. A temperatura estava quente e eu já transpirava por todo o lado, assim pedi-lhe para trocarmos de posição e continuamos o vaginal na posição de cowgirl com ela apoiando-se nos seus pés. Passámos alguns momentos nesta posição e depois pedi-lhe para irmos para anal para finalizar. Aqui a conversa de adorar fazer anal passou para algo do género: “Não sou capaz, eu sei que não vou conseguir”, ao mesmo tempo que se lubrificava a ela bem como a gabardine do tolinhas. Iniciamos anal com ela deitada na cama de barriga para baixo, diz ela que só assim o conseguia fazer. No entanto, antes de apontar o tolinhas foi necessário “habituar” a entrada utilizando um dedo. Um e apenas um, porque quando tentei dois fui logo interrompido. Algum tempo depois lá tive autorização para apontar o tolinhas, a entrada não foi muito apertada e nesta posição a profundidade foi pouca. Estivemos nesta posição durante alguns minutos, mas nem por isso a profundidade foi maior. Eu não estava muito confortável com esta posição e pedi-lhe que mudássemos de posição, a dada altura ela lá aceitou mudar para a posição de doggy style, mas mesmo nesta nova posição só entrava a cabeça e pouco mais. Era só queixume de que não conseguia e de que era difícil, contando até a estória da amiga que fez anal e teve de ir ao hospital para ser cozida por ter rebentado uma veia.

 

Com anal difícil onde apenas entrava a cabeça do tolinhas e pouco mais, juntamente com esta pressão psicológica dificilmente eu iria conseguir finalizar. Assim sendo, acabamos por finalizar estando eu em pé ao lado da cama masturbando-me, com algumas pausas para mais um pouco de oral ao natural, até que o tolinhas entregou o leite nas costas da Patrícia, que se encontrava de quatro em cima da cama, com um traço praticamente contínuo desde o meio das omoplatas até à nádega direita que ainda levou com mais algumas manchas de líquido. Seguidamente ela retirou a gabardine ao tolinhas e convidou-me a ir á casa de banho para um duche a dois. Depois de tanto transpirar um duche vinha mesmo a calhar, por isso aceitei. Fomos para a casa de banho e tomamos um duche que explicou o motivo pelo qual o chão estava todo molhado. Infelizmente a toalha cor-de-rosa que estava no varão do duche era a única disponível para nos secarmos, e assim fiquei apenas meio seco. Voltamos para o quarto onde decorreu mais um pouco de conversa enquanto nos vestíamos e ela ajeitava o quarto. Paguei pouco antes de sair do quarto, sendo depois acompanhado até à porta onde nos despedimos com um abraço e um par de beijos na face.

 

Conclusão: A Patrícia mostrou-se simpática, animada, desenvolvendo um encontro com um “figurino diferente” impelido pelas brincadeiras que propõem, que fazeram com que eu não tenha sentido qualquer tipo de pressão para acabar. Durante o encontro não atendeu o telefone, conversa antes, durante e depois do convívio relatando alguns episódios da sua vida pessoal, e no quarto tenta cumprir com o anunciado ao telefone. Lamentavelmente, a concretização do convívio completo é muito fraca. A escolha de uma posição pouco confortável e a constante pressão vinda do queixume, não só tornaram a experiência pouco satisfatória como, de certa forma, é pouco compreensível quando vindo de alguém que afirma adorar fazer sexo anal. Um repeteco, embora não estando completamente excluído, não é seguramente uma das minhas prioridades.

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por Ninor às 22:11

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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