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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.



Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Sábado, 24.10.15

916600928

Dia 09-10-2015, vou em busca de mais um encontro de sexo pago novamente em Odivelas. Faço uma consulta às páginas dos classificados do Correio da Manhã para avaliar as possibilidades, e após alguns contatos de pesquiza decido-me por este: Alta peitão xxxxl espanholada completa elegante, 916600928. No primeiro contato uma voz com sotaque Brasileiro diz ser bem-feita de corpo e que a foto de um peito tamanho 58 que acompanha o anúncio é mesmo dela. Afirma estar na Rua Major Caldas Xavier, anuncia convívio completo por 30€ e normal por 20€, estando disponível até às 19 horas. Sigo para o local indicado e ao chegar rapidamente me apercebo que o estacionamento na zona é super difícil mas gratuito. Dou umas voltas pelo local e acabo por conseguir estacionamento numa rua próxima. Faço novo contato onde me é confirmada a disponibilidade imediata e indicado o número de porta do prédio, acompanhado da instrução de que deveria voltar a ligar quando estivesse próximo da porta. Desta forma percorro a pé a distância que me separava da rua referida, ao chegar perto do número pretendido volto a ligar. Atende e divulga o piso para onde me devo dirigir, referindo ainda que vai abrir a porta. Contudo, ainda fico algum tempo parado numa rua com algum movimento até que a porta se abre, entro e no piso pretendido a minha atenção é atraída por uma porta que se abre à minha esquerda. De imediato vejo que a profissional do sexo se esconde por detrás dela espreitando cá para fora.

 

Entro no apartamento e encontro uma profissional do sexo com cerca de 1,70 metros de altura e o que mais salta à vista é o seu enorme peito. À porta atendeu calçando sandálias, camisa de dormir preta e casaco roxo. Cumprimentamo-nos, diz chamar-se Júlia e fomos para o quarto atravessando o apartamento, o silêncio nele existente leva-me a crer que estávamos sós. Entramos no quarto e pouco depois pergunto se posso ir à casa de banho, responde: “claro que sim”, e leva-me até à casa de banho localizada à esquerda da porta do quarto onde me deixa dizendo para eu ficar à vontade. Encontrei a casa de banho limpa e sem cheiros, era de pequenas dimensões e continha poliban com duche, sanita mas sem papel higiénico, lavatório onde existia sabonete líquido e para me secar apenas toalhas de pano que pelo aspecto dão para todos. Deixei o tolinhas secar nas cuecas depois de o ter lavado no lavatório. Quando saí da casa de banho a Júlia estava à porta já só vestindo soutien e cueca de cor preta, pediu desculpa por, devido a esquecimento, não me ter dado o rolo de papel de cozinha para me secar. Voltamos para o quarto onde, em cima da cama, ela já havia colocado o lençol de trabalho, bem como lubrificante e gabardine para o tolinhas. Iniciamos um pouco de conversa de circunstância e pouco depois começo a despir-me, sem grandes demoras a Júlia já só vestindo as cuecas pede o valor do convívio. Sem stress paguei o valor de convívio completo, mas o meu olhar não se desviava do seu enorme peito. Se é tamanho 58 não sei, mas bem feitas as contas eu precisaria de ter três mãos para abarcar cada uma das suas mamas! A Júlia pega no dinheiro e sai do quarto dizendo para eu estar à vontade que já volta.

 

Aproveito que estou só e vou observando o quarto enquanto acabo de me despir. Limpo e sem cheiros, com cama de casal com colcha e almofadas vermelhas em cima dos quais foi colocado o lençol de trabalho. No chão em frente à porta existia um termo-ventilador desligado, no canto em frente estava uma cadeira de pano de cor preta onde deixei a minha roupa. Entalada entre a cadeira e a cama existia uma mesa-de-cabeceira onde pousava um candeeiro cor-de-rosa. Noutro canto do quarto existia uma outra porta que dá para uma varanda entretanto feita marquise. Esta porta estava com os estores corridos e tinha um cortinado cujo tecido tinha o padrão leopardo. Ao lado dessa porta existiam janelas também com os estores corridos. Ainda assim o quarto era relativamente bem iluminado pela luz solar que passava por eles. No canto à direita da porta do quarto estava um móvel coberto por um pano preto, em cima dele a Júlia pousou a sua vestimenta que se juntava a uma TV desligada e a um rádio, aparentemente ligado na TSF, que ia debitando alguma música. Não demorou muito tempo até que a Júlia regressasse ao quarto, fazendo-o sem que antes tivesse passado pela casa de banho para se lavar. Meros instantes bastaram para que as suas cuecas se juntassem à restante indumentária ao lado da TV. Já em cima da cama fui observando o corpo da Júlia que não se limita a um peito muito volumoso. É brasileira caucasiana, aparenta andar na casa dos quarentas, tem cabelo longo de cor preta, a sua cara está maquilhada e usa batom vermelho. Ao telefone disse ser bem-feita de corpo, mas são notórios vários quilos a mais. Nomeadamente a sua barriga é saliente e apresenta algumas estrias, as suas coxas e rabo apresentam celulite. Não lhe vi cicatrizes, tatuagens ou piercings, a sua vagina apresenta pêlo aparado.

 

No meio de alguma conversa referente à dimensão do seu peito, a Júlia junta-se a mim na cama. Logo depois, estando eu deitado, ela faz algumas caricias no tolinhas e veste-o para iniciar o oral que decorreu num ritmo lento, com sucção e aperto razoáveis. Ao mesmo tempo que decorria o oral, eu ia-lhe apalpando as mamas e massajando o clitóris que a ia fazendo contorcer-se por, segundo ela, estar muito sensível. O oral decorreu durante o tempo suficiente para por o tolinhas em pé. Após a colocação de algum lubrificante, seguimos para vaginal que se iniciou na posição de missionário. Senti-a razoavelmente apertada e continuamos o vaginal durante algum tempo. Pelo meio fomos alterando entre algumas posições com ela deita, até que por fim fomos para a posição de doggy style que permitia apreciar as dimensões do seu traseiro. Depois de alguns momentos nesta posição, pedi para finalizarmos com anal, ela acedeu de imediato. Colocou lubrificante na porta traseira e continuando na posição de doggy style, apontou o tolinhas ao alvo. Aos poucos foi entrando sentindo um forte aperto. Depois de estar todo lá dentro, espero uns momentos para que ela se descontraia um pouco. Começo então os movimentos de vai e vem num ritmo bem lento, mas logo no segundo ou terceiro movimento a Júlia afasta o traseiro e diz que já não aguenta mais por causa das dimensões do tolinhas. Senti-me como uma criança a quem tinham tirado o rebuçado da boca. Ainda tentei que houvesse uma nova tentativa para prosseguirmos com anal, mas nada feito. Com este desapontamento, e após nova ronda de lubrificação, regressámos a vaginal novamente na posição de missionário. Seguiram-se mais alguns minutos de movimentos de vai e vem até que a Júlia volta a dizer que já não aguentava mais. Segundo ela, as dimensões do tolinhas até já estava a magoar a vagina, e como eu estava a demorar muito provavelmente iríamos parar antes de eu finalizar. Na realidade creio que ela estava a dizer: “despacha-te”, mas usando outras palavras. Assim sendo, acelerei o ritmo mantendo-o o tempo suficiente até que o tolinhas entregasse o leite.

 

Logo depois saímos da cama, ela agarra no rolo de papel, retira algum e tira a gabardine ao tolinhas. De igual forma retiro algum papel para melhor enxugar o tolinhas. Fui-me vestir enquanto a Júlia se enrola numa toalha e ajeita o quarto. Já vestido a Júlia, ainda enrolada na toalha, acompanha-me até à porta onde nos despedimos com dois beijos no rosto acompanhados de um “Tchau, tudo de bom. Volte sempre.” Saí e fui à minha vida.

 

Conclusão: Desde o início a Júlia foi simpática e na cama tentou agradar, mas um anal que praticamente não existiu e um vaginal que terminou a despachar, impedem-me de procurar um repeteco. Acabou por ser um encontro sem grande história e as memórias que dele ficaram basicamente resumem-se ao seu enorme peito, que se não é o maior que já vi sem silicone certamente andará muito perto.

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por Ninor às 23:45

Quinta-feira, 01.10.15

926382936

Dia 04-09-2015, estou nos arredores de Lisboa, nomeadamente na cidade de Odivelas. Pela manhã, e antevendo umas horas livres para a parte da tarde, compro o Correio da Manhã para ir olhando os anúncios de convívio. Uma olhadela rápida mostra alguns anúncios de convívio completo na cidade, mais tarde após uma ronda de contactos acabo por me decidir por este: CARLA MEIGUINHA DESINIBIDA COMPLETA 15R, 926382936. No primeiro contacto uma voz com sotaque brasileiro diz estar na Praceta João Villaret em Póvoa de Santo Adrião especificando também o número de porta do prédio. Anuncia convívio completo por 20€ e normal por 15€, estando disponível até às 20h. Seguindo as indicações do GPS, acabo por chegar ao local indicado. Na procura de estacionamento dou uma volta à praceta, ao fundo dela vejo que existe um centro comercial com uma esplanada cheia de gente, todos homens. Mirones? Pensei eu. Embora existisse estacionamento decidi ir dar uma volta e voltar um pouco mais tarde para tirar as dúvidas. Quando volto a esplanada já estava vazia, mais uma vez facilmente encontro estacionamento que foi gratuito. Faço o segundo contacto onde além de confirmada a localização e a disponibilidade imediata, foi especificado o andar e apartamento para onde me deveria dirigir, referindo ainda que ia abrir a porta. Sigo para a porta de entrada do prédio e vejo que a mesma estava completamente escancarada. Ao aproximar-me ficou claro que tinham estado a lavar a entrada do prédio e que a mesma estava aberta para secar. Ainda assim, quando estava a poucos passos da entrada ouvi o som do trinco eléctrico da porta a destrancar. Obviamente a profissional do sexo tem visibilidade para a porta e controla a entrada, o que é óptimo pois não gosto de ficar na rua parado à porta.

 

Subo pelo elevador até ao andar pretendido, chego e pouco depois a porta do apartamento abre-se com a profissional do sexo escondida por trás dela. Entro e, que bela visão me esperava. Vestindo apenas uma tanga cor-de-rosa a profissional do sexo fecha a porta e a primeira coisa que me saltou à vista foi o seu peito volumoso e firme, que é acompanhado por uma barriga relativamente lisa. Com cerca de 1,60 metros de altura, aparenta rondar os 40 anos de idade e um peso na casa dos 60 Kg. O seu sorriso apresenta um ligeiro diastema, ainda assim, considero a sua cara agradável. Desde o início mostrou-se simpática, cumprimentamo-nos com um boa tarde e sigo atrás dela directamente para o quarto. Embora a distância seja muito curta, continuo a observar o seu aspecto. A sua silhueta é agradável, a pele é morena clara, dir-se-ia que é branca com bronzeado permanente pois não tinha marcas de biquíni e os seus cabelos são castanhos-claros compridos e lisos. Como é normal, peço para ir à casa de banho para me lavar. Ela acede de imediato, retira uma pequena toalha de pano de um monte de toalhas limpas e dobradas e dá-ma para que eu me possa secar. Por haver duas casas de banho, uma apenas com bidé, sanita e lavatório e a outra com banheira com cabine de duche, bidé, sanita e lavatório, ela indica-me a porta desta segunda para eu utilizar e referindo que eu ficasse à vontade. Encontrei a casa de banho limpa e sem cheiros disponibilizando produtos de higiene pessoal. Saio e volto para o quarto, vejo que as portas do quarto e das casas de banho eram as únicas visivelmente abertas no apartamento, ainda assim, a ausência de outros sons levam-me a crer que naquele momento éramos os seus únicos ocupantes. Entro no quarto e a profissional do sexo, já completamente nua, estava a colocar o lençol de trabalho ao mesmo tempo que falava ao telefone com um cliente que estava a caminho, mas tinha-se perdido e lhe pedia novas indicações. Fui-me despindo e continuei a observa-la, o seu traseiro e as coxas são firmes e mostram um volume apreciável, não apresentando sinais de celulite, é totalmente depilada, não reparei em tatuagens, estrias ou piercings e à primeira vista não se vêm cicatrizes.

 

Entretanto reparo que o quarto é praticamente cor-de-rosa. Esta cor está presente em três paredes, nos cortinados, no lençol de trabalho e na almofada. A parede aos pés da cama é revestida a papel de parede com riscas verticais brancas e castanhas, está decorada com flores e borboletas de papel coladas no papel de parede. Essa parede tem também um espelho centrado com a cama, à frente desse espelho e um pouco para o lado direito existia uma ventoinha para refrigerar o ar, mas felizmente estava desligada. Embora o dia estivesse quente não era necessário refrigeração, pois a um canto do quarto existe uma janela que estava entreaberta e deixava passar uma ligeira brisa. Além da cama de casal o quarto continha uma mesa-de-cabeceira de cada lado da cama com alguns utensílios de convívio, bem como alguns elementos decorativos. Existia também uma cómoda encostada à parede da porta e à direita da cama, entre a cómoda e a porta estava um cabide e algum calçado no chão. Por baixo da janela e encostada a esse canto estava uma mesa de centro de sala onde deixei a minha roupa acompanhada de alguma decoração, na parede por cima da cabeça da cama estava fixado um outro espelho. Quando ela desliga a chamada iniciamos um pouco de diálogo. Pergunta se foi fácil eu lá chegar, respondo que não, demorei algum tempo até encontrar o local. Ela diz que o cliente vinha num camião e estava farto de lhe ligar a pedir informações. Pergunto o seu nome, diz chamar-se Carla. Fui para cima da cama, ela corre os estores que ainda assim deixavam passar luz solar suficiente para iluminar o quarto razoavelmente bem, e vem para a cama no momento em que o telemóvel volta a tocar. Para minha surpresa ela atende-o, dá as indicações sobre o convívio (morena clara, peito grande, 35 anos, morada, etc.) e diz que vai estar ocupada e que lhe telefonasse um pouco mais tarde. Termina a chamada e coloca o telemóvel no silêncio deixando-o em cima da mesa-de-cabeceira, e finalmente junta-se a mim na cama.

 

Começa por usar as mãos para fazer umas caricias ao tolinhas que foi reagindo, com ele a meia haste mete-lhe a gabardine e dá início ao oral com boa profundidade e cadência, sucção mediana. Comento que o espelho na parede aos pés da cama está bem posicionado, pois permite uma boa visão do seu traseiro empinado enquanto ela debruçada no tolinhas o chupa. Ela faz uma pausa olha para trás, sorri e olhando para mim diz: “Seu cachorro”, para logo depois dar continuidade ao oral que em pouco tempo coloca o tolinhas totalmente firme. Por esta altura faz um comentário simpático sobre as dimensões do tolinhas. A dada altura pergunto se a posso chupar um pouco, ela acede e pouco depois trocamos de lugar. Ela deita-se e vou eu trabalhar com a língua. Embora não se tenha lavado antes de ir para o quarto, não senti cheiros. Chupei-a por algum tempo e foi perceptível algum contentamento da sua parte. Nesta posição foi possível ver as cicatrizes de abdominoplastia e de mamoplastia para colocação de silicone no peito. Após algum tempo iniciámos vaginal na posição de missionário variando depois para uma posição onde com ela deitada os seus joelhos ora se encostavam ao seu peito, ora se encostavam ao meu. Depois a meu pedido alteramos para a posição de doggy style para dar continuidade ao vaginal, pelo meio o seu telemóvel que estava no silêncio foi piscando algumas vezes sem que fosse atendido. Obviamente que o objectivo derradeiro era finalizar na porta traseira, assim sendo, algum tempo depois sugeri que terminássemos com anal. O que aconteceu nos momentos seguintes à minha sugestão deixou-me estupefacto. A sua resposta foi um não, acompanhado da afirmação que me instruía a não retirar o tolinhas da sua vagina, ao mesmo tempo que estica o braço, agarra no telemóvel que piscava novamente e atende-o. Pensei eu: “Bolas! O telemóvel já piscou duas ou três vezes mas só resolveu atender no momento em que lhe pedi anal.” Aparentemente era novamente o tipo do camião que já estava perto, a Carla deu-lhe instruções para estacionar junto a um concessionário automóvel e esperar cinco minutos que estava ocupada e já lhe ligava. Durante o telefonema fui mantendo os movimentos de vai e vem com maior amplitude mas numa cadência mais lenta, aos quais juntei um dedo na porta traseira. Quando desligou voltei a pedir para finalizar com anal. Voltou a recusar devido às dimensões do tolinhas acrescentando com o seu sotaque brasileiro: “Não quero me acabá, com isso aí vou me pocá todinha”. Foi pena só o ter dito na cama, pois se ao telefone tivesse referido que o convívio completo estava dependente da dimensão da “ferramenta” não tinha lá ido perder tempo. Continuámos o vaginal na posição de doggy style, até que a dada altura pergunta: falta muito? Respondo que não e acelero o ritmo até que o tolinhas fez a entrega de leitinho.

 

Seguidamente saímos da cama, ela agarra no rolo de papel, retira algum e com ele despe o tolinhas. Depois vamos à casa de banho para uma melhor higiene. Faço-me acompanhar da toalha que me havia sido dada logo ao início e sigo para a casa de banho que já havia utilizado enquanto a Carla seguiu para a outra. Regressei ao quarto e fui-me vestindo, pouco depois regressa a Carla que se apressou a ajeitar o quarto e volta vestir a tanga cor-de-rosa, pelo meio existiu alguma conversa de circunstância. Depois paguei e seguimos de imediato até a porta. Embora essa distância possa ser percorrida com meia dúzia de passos, ainda antes de lá chegarmos já ela estava de novo ao telefone para mandar subir o próximo cliente. Despedimo-nos com um acenar de cabeça e fui à minha vida.

 

Conclusão: Ao entrar no apartamento deparei-me com alguém que demonstrou muita simpatia desde o início e que é detentora de um corpo cujas formas e volume muito me agradam. Já fazia algum tempo que uma simples entrada num apartamento não me animava tanto, até porque o encontro prometia ser animado, pois ao telefone nada foi dito que obstasse à realização de convívio completo. Infelizmente nem tudo o que reluz é ouro. Tendo em conta os preços que ela pratica, até nem me incomoda que ela exerça algum controlo de tempo para manter os níveis de rotação na entrada e saída de clientes no apartamento. Contudo, já me incomoda alguma coisa quando esse controlo de tempo assume traços de mercenarismo que se está borrifando para o cliente que tem na cama. Certamente existirão formas elegantes de se controlar o tempo sem que se torne óbvio para o cliente, garantidamente atender o telemóvel a meio do encontro e mandá-lo despachar-se não será uma delas. No entanto, o que definitivamente impossibilita um repeteco é a publicidade enganosa realizada ao telefone. Não tenho vontade nenhuma de ao telefone voltar a ouvir o anúncio de convívio completo sem que sejam anunciadas objecções, para depois na cama levar com um “não faço”.

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por Ninor às 21:33

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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