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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.



Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Domingo, 31.05.15

925938776

Dia 15-05-2015, a meio da semana anterior fiz alguns contactos a anúncios de convívio presentes nos classificados do Correio da Manhã. Este: A ANGOLANA 32 ANOS PEITO 46 RABO GRANDE COMPLETA!15R, 925938776, chamou a minha atenção. Só não aconteceu um encontro no mesmo dia porque outros aspectos da minha vida não o permitiram. Hoje tudo se conjugou para que o encontro ocorresse. Volto a fazer um contacto para reconfirmar as condições e localização. Pelo telefone uma voz simpática e com sotaque português diz estar perto do Continente de Monte Abraão. Anuncia convívio normal por 25€ e completo por 30€, estando disponível até às 18.30H. Logo aqui surgiu uma diferença relativamente à semana anterior, o valor do convívio tinha aumentado 10€ em ambos os menus. Perguntei a mim mesmo se este aumento não traduziria um aumento de procura devido à qualidade do convívio. Como não foram apresentados condicionalismos que obstassem à realização do convívio completo, decidi ir em frente. Foi fácil encontrar o supermercado situado em plena zona residencial, também foi fácil encontrar estacionamento que é gratuito. Volto a ligar para averiguar da disponibilidade imediata e completar as informações. Prontamente sou instruído a sair do carro e a deslocar-me a pé até ao prédio, sendo as indicações de como lá chegar dadas em direto pelo telemóvel. Infelizmente, não estou habituado a ter este tipo de GPS, e juntamente com o ruído proveniente da constante passagem de viaturas pelo local, surgiu alguma confusão na interpretação das instruções, levando a interlocutora a colocar várias vezes a questão: Onde é que você está? Ficou óbvio que ela estava numa janela com vista para a Rua Joaquim Luís, controlando a chegada dos clientes. No entanto, a confusão manteve-se por algum tempo o que fez com que a determinada altura a voz ao telefone mudasse de sotaque português para brasileiro. Este novo sotaque rapidamente me encontrou na dita rua, orientando-me no sentido correto e levando-me a atravessá-la para chegar à porta do prédio pretendido.

 

Após atravessar a estrada encontro-me à porta do prédio, pelo telefone dizem-me qual o andar para onde me devo dirigir, mas não especifica qual apartamento. Nestas condições presumi que a porta seria aberta prontamente. Não podia estar mais enganado. Numa rua bastante movimentada fico parado à porta durante uma eternidade sem que nada aconteça. Novamente agarro no telemóvel e ligo para dizer que já lá estava à espera há um bom bocado, e pedi que me abrissem a porta. De imediato esta se abriu. Entro no prédio, subo umas escadas até ao elevador e subo até ao andar indicado. Saio do elevador e do meu lado direito está uma senhora de idade a olhar e a reclamar sobre qualquer coisa que não percebi. Contudo, compreendi perfeitamente que aquele não era o apartamento que procurava. Nisto reparo que uma outra porta à minha esquerda está entreaberta, sem saber o que dizer, virei costas à idosa e fui em direção a esta outra porta. Entro no apartamento com uns olhos a espreitar por detrás da porta. Encontro uma mulher baixa com cabelos pretos, descalça, envergando um top preto e uma tanga cor-de-rosa, de imediato leva-me pelo corredor até ao quarto comentando, com sotaque Brasileiro, o sucedido com a vizinha. Pelo caminho passamos por uma porta fechada que à saída percebi ser a cozinha. Assim que entramos no quarto surge a pergunta: O que você vai querer, oral? Vaginal? Respondi que eu queria ir à casa de banho se não houvesse incómodo. Ao mesmo tempo, menciono o facto de estar a falar com ela (brasileira) quando o anúncio para o qual eu liguei ser de uma Angolana. Sou informado que infelizmente a amiga dela não poderia atender de imediato, teria de voltar mais tarde para me encontrar com ela ou então prosseguir o encontro com ela mesmo. Estranhei esta resposta pois minutos antes a anunciante não tinha colocado objeções de disponibilidade. Ainda assim, a profissional do sexo que me recebera estava a ser simpática e não vi motivos para não prosseguir o encontro.

 

Assim sendo, fui levado à casa de banho situada a dois passos da porta do quarto. Encontrei-a limpa, sem cheiros e com bom aspecto. No entanto, é minúscula contendo um lavatório, uma sanita, e um poliban com chuveiro. Desta forma ou tomava banho integral ou lava o tolinhas no lavatório. Realizei a segunda opção utilizando os produtos de higiene pessoal disponíveis e o rolo de papel para me secar. Saio da casa de banho com ela à porta e voltamos novamente para o quarto. Perante a mesma questão anteriormente colocada, respondo que quero o convívio completo. É pedido o pagamento imediato, sem stress paguei. Pouco depois ela sai do quarto levando o dinheiro e dizendo para eu ficar à vontade, dispo-me e vou para cima da cama. Observo o quarto com pouco para ver. Ao contrário da casa de banho, o quarto tinha espaço suficiente para nos movermos à vontade, continha uma cama de casal onde já se encontrava o lençol de trabalho, uma cadeira onde coloquei a minha roupa e uma mesa-de-cabeceira onde se encontravam duas embalagens de toalhitas. Estava bem iluminado pela luz que passava pelos estores semicerrados e virados para o sol, em frente da janela estavam cortinados transparentes de cor preta, nas paredes não existia qualquer tipo de decoração. Algum tempo depois ela volta para o quarto sem antes ter passado pela casa de banho para se lavar. Despe o top e o soutien pretos, bem como a tanga cor-de-rosa, e junta-se a mim na cama. O seu cabelo é liso preto e longo, tem cerca de 1,55 metros de altura e peito natural pequeno e firme. Tem um sinal e uma tatuagem nas costas, pouca ou nenhuma celulite, não vi piercings, mas tem uma grande cicatriz na barriga. Vejo que tem rabo e coxas firmes, ligeira barriguinha, é branca bronzeada, e vagina com pêlo.

 

Inicio um pouco de conversa, ela diz chamar-se Susy, ter 42 anos de idade. Tendo em conta a idade que diz ter, tem uma silhueta bastante agradável. Olha para o tolinhas ainda murcho e diz: “Vamo vê si vai mi maguá. Você que orau com camisinha né?” Respondi que sim. Então a Susy agarra numa gabardine de cor vermelha em cima da mesa-de-cabeceira e coloca-a no tolinhas ainda murcho. De joelhos ao meu lado em cima da cama, ela dá início ao oral para tentar endireitá-lo. Infelizmente foi um oral fraco, não sei se devido à gaberdine ou se por causa da técnica empregue. O aperto sentido foi fraco, e a sucção nula com movimentos de vai e vem firmes que eram intercalados com manobras manuais, mas de pouco serviam e o tolinhas demorou a dar sinais de vida. Lentamente lá se foi moralizando e mal se pôs a meia haste fomos para vaginal, com ela deitada e as suas pernas nos meus ombros. Ao mesmo tempo que vai soltando uns gemidos usa os braços e o cabelo para tapar a cara, confirmando a tendência que já lhe havia notado desde que entrámos no quarto: não olha diretamente para mim evitando que o seu rosto seja claramente visualizado. O tolinhas lá encontrou o resto da coragem para acabar de se endireitar, mantivemos a posição durante algum tempo até que, a dada altura, ela afirma que não está confortável pois o tolinhas é avantajado e não tem lubrificante no quarto. Diz estar á pouco tempo naquele apartamento e tinham-se esquecido de comprar lubrificante. Sugeri mudarmos para doggy style, aponto o tolinhas novamente para a porta da frente para prosseguirmos no vaginal. No entanto, após o tolinhas entrar todo ela arqueia as costas, aperta as nádegas e vai proferindo alguns comentários querendo fazer-me acreditar que lhe estou a entrar na porta traseira. Percebi que este encontro não iria acabar como eu pretendia pois esse não era o objectivo da Susy. Pouco depois desencaixamos, ela olha para a gabardine e como não viu leite começou logo repetir que não tinha gel, estava difícil no anal e até no vaginal, e que apostava que sem lubrificação a gabardine do tolinhas ia rebentar em breve. Prosseguimos o encontro voltando ao vaginal na posição inicial, mas a conversa dela sobre a falta de lubrificante e possível rebentamento da gabardine, os seus gemidos pouco convincentes, bem como a sua atitude de me aldrabar quanto ao convívio completo, já me estavam a dar a volta à cabeça. Como consequência o tolinhas começava a fraquejar e estava difícil de finalizar. Por sugestão dela, a gabardine foi retirada, e acabei eu mesmo de joelhos em cima da cama em trabalho manual estando ela sentada à minha frente para que o leitinho do tolinhas fosse projetado para o seu peito. Pois sim, na hora certa fiz questão de apontar o tolinhas de maneira a que o primeiro jacto impactasse na cara dela. Dito e feito, a primeira descarga foi distribuída pela cara e peito, as restantes menos intensas pelo peito, barriga e cochas.

 

Concluída a descarga saímos da cama, limpei-me com toalhitas e fui-me vestindo enquanto ela foi à casa de banho lavar-se. Quando volta pergunta se quero ir lavar-me á casa de banho, recuso. A Susy agarrou em algumas toalhitas para limpar algumas gotas de leitinho que caíram em cima do lençol de trabalho. Esse lençol permaneceu esticado em cima da cama depois de esfregado, o que me leva a crer que o mesmo continuou em uso por mais algum tempo antes de, eventualmente, ser lavado. Mantivemos um pouco de conversa de circunstância enquanto nos acabamos de vestir e depois enquanto ela me acompanha até a porta. Afirma que na semana seguinte estará lá uma nova moça. Despedimo-nos com um beijo e um até à próxima, saí e fui à minha vida.

 

Conclusão: Muito raramente me arrependo do tempo e dinheiro gasto num convívio, esta foi uma dessas ocasiões. Aquilo que inicialmente prometia ser um encontro de convívio completo com uma Angolana, acabou por se tornar num fraco encontro com uma mercenária Brasileira cujos objetivos foram levar o cliente ao apartamento, sacar o dinheiro a troco de um desempenho fraco e a despachar, que não se compatibilizam com satisfazer o cliente. O seu desempenho pautou-se por um oral fraco, vaginal mediano, e total ausência de sexo anal mas verbalizando algumas patranhas tentendo levar-me a acreditar que o mesmo estava a ser realizado. Um corpo firme e compacto, e simpatia na comunicação verbal são os únicos pontos verdadeiramente positivos em relação à Susy. Tendo em conta a reduzida dimensão do apartamento não creio que a anunciante que eu buscava inicialmente, e que me deu as primeiras indicações após ter estacionado o carro, estivesse com outro cliente (exceto se o mesmo fosse atendido na cozinha). Por isso não compreendo o motivo pelo qual fui informado que ela não me poderia atender quando cheguei ao apartamento, talvez tenha sido mais uma manobra mercenária. Mesmo com a promessa de uma nova profissional do sexo no apartamento, voltar lá está fora de questão, e se depender de mim um repeteco com a Susy nunca acontecerá.

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por Ninor às 21:46

Sábado, 16.05.15

966941658

Dia 19-04-2015, novamente ando em busca de mais um encontro de sexo pago na zona de Lisboa. Uma pesquisa pelas páginas dos classificados do Correio da Manhã leva-me a fazer alguns telefonemas para avaliar as opções disponíveis. Dos contactos realizados opto por um na zona de Benfica: 40T GIRA MEGA SENSUAL ATENDE S/PRESSA O.NATURAL COMPLETA 10H - 20H, 960337556. Ao telefone uma voz com sotaque português diz estar na Rua Quinta do Charquinho estando disponível até às 20h, faz um convívio sem pressas onde o normal fica por 20€ e o completo por 30€. Zona calma e discreta que já conheço de anteriores encontros, não me sendo por isso difícil chegar ao local. Lá chegado o estacionamento foi fácil e gratuito. Faço novo telefonema para saber da disponibilidade imediata e confirmar o resto da morada. Obtenho resposta afirmativa quanto à disponibilidade, e sou direcionado para um número de porta e apartamento já meu conhecido com a indicação de que a porta seria aberta de imediato. Saio do carro e enquanto percorro os metros que me separam da porta do prédio oiço-a destrancar. Entro sem demoras e rapidamente estou á porta do apartamento pretendido, fiquei alguns momentos esperando que esta se abrisse. Quando a porta se abre entro no apartamento estando um par de olhos a espreitar por detrás dela. Ao fechar-se uma senhora com cerca de 1,65m de altura, branca de cabelos claros e aspecto de ser a quarentona do anúncio, cumprimenta-me com um olá e dizendo o seu nome que infelizmente não fixei. Pede desculpa por estar vestida com saia e camisa, mas tinha acabado de chegar de ter ido ao café. Sou encaminhado para a porta mais próxima que era a do quarto, de imediato surge a questão: Qual o convívio de pretende? Respondo que completo. É avantajado? Respondo que sim. Então só vendo, se não conseguir dou a segunda oportunidade, está bem? Por momentos avalio a situação e concluo o mesmo de sempre. Fui em busca de convívio completo e não de segundas oportunidades, desta forma respondi que iria procurar noutro local. A reação a esta resposta foi: Espere aí, tenho aqui mais meninas. Num instante, e deixando-me sozinho, ela sai do quarto e percorre corredor do apartamento dizendo: Meninas, vamos!

 

Uma vez que fiquei só, vou observando o quarto. É de dimensões reduzidas mas ainda assim existe espaço suficiente para nos movimentarmos. Estava limpo e sem cheiros, a janela era adornada por cortinados vermelhos que deixavam ver que os estores estavam totalmente corridos. Um aquecedor a óleo estava em frente da porta, a iluminação do quarto, razoavelmente boa, era assegurada por um candeeiro no tecto. A cama de casal, onde foi colocado o lençol de trabalho, ficava mesmo por baixo da janela e era ladeada por duas mesas-de-cabeceira onde repousavam algumas embalagens de toalhitas e uma base para queimar incenso. Na parede oposta á janela está um candeeiro que é ligado através de um cabo eléctrico a uma extensão eléctrica, abaixo deste estava uma cômoda ladeada por duas cadeiras. Nas paredes laterais do quarto estão colocados, paralelamente uns aos outros, vários espelhos de formas ondulantes que dão algum jeito para o encontro. Não demorou muito tempo até que as ditas meninas, uma a uma, entrassem no quarto para se apresentarem e me cumprimentar com um beijo no rosto. Francamente, por ser a primeira vez que tal desfile me acontecia, a minha mente ainda estava a tentar alcançar e interiorizar o momento que eu estava a presenciar. Desta forma, elas entraram e saíram do quarto sem que eu pronunciasse uma palavra ou tão pouco fixasse o nome de uma só que fosse. Daquele primeiro momento, apenas me lembro que eram duas negras, uma com cerca de 1,60m de altura a outro com cerca de 1,70, e uma loira, branca também com cerca de 1,70m de altura e cujas feições me levam a crer ser oriunda do leste europeu. Como nada havia sido dito, a situação permanecia inalterada. Preparava-me para ir embora quando me foi pedido para aguardar mais um pouco porque ia entrar um cliente no apartamento. Sem stress permaneci no quarto com a anunciante a recomendar que fosse ao encontro de outras profissionais que estivessem á vontade no convívio completo. Aparentemente o camarada que entrou seguiu para outro quarto com a loira pois só as duas negras permaneceram perto da porta do quarto. Ao escutarem a conversa quiseram saber o que se passava, após tomarem conhecimento uma delas ofereceu-se para realizar o convívio caso eu quisesse. Tendo ela conhecimento do assunto em causa e suas condicionantes, fiquei surpreendido com tal voluntarismo, até porque ela aparentava 20 e poucos anos de idade. Ela continuou dizendo: Quer dizer, posso ser eu se o senhor quiser, não é obrigado a ficar comigo.

 

Gostei da atitude e da sua aparência, é claro que fiquei. Não valia a pena sair do apartamento para prosseguir na busca de algo que poderia encontrar ali mesmo. Fui convidado a ir à casa de banho para me lavar, aceitei de imediato e seguimos pelo corredor até a casa de banho onde fui deixado à vontade, com a indicação de que poderia seguir diretamente para quarto quando estivesse pronto. Perto da porta da casa de banho existia uma outra entreaberta que deixava perceber a existência no apartamento de mais quarto vazio. Encontrei a casa de banho limpa e sem cheiros estando disponível sabonete líquido, rolo de papel e toalha para nos sacarmos. É estreita mas com espaço suficiente para nos movimentarmos. Achei curioso o tapete com padrão de calhaus rolados que decora o chão da casa de banho. Após a limpeza vou direto ao quarto onde a Mónica me esperava à porta. Ela vestia uma camisa de dormir cor-de-rosa cuja transparência deixava ver que por baixo trazia lingerie preta, calçava uns chinelos. Tem cerca de 1,70 m de altura, cabelo preto africano, a julgar pelo seu sotaque deve ser Portuguesa. Diz ter 20 anos, o que não deverá estar longe da realidade, o seu peito é de tamanho mediano, firme e natural. Não considero a sua cara feia, tem olhos escuros e usa óculos. Cochas e traseiro, ambos de dimensões e formas a agradáveis, onde não reparei em celulite. Aparenta ter uns 70 Kg de peso, e tem alguma barriguinha que lhe dá um aspecto roliço. Não vi tatuagens ou piercings, tem algumas cicatrizes bem como algumas marcas nas nádegas e coxas, vagina com pêlo aparado.

 

Pouco antes de iniciarmos o embate a Mónica desliga o candeeiro do teto e liga o candeeiro existente na parede por cima da cômoda á extensão passando este a ser a fonte de iluminação do quarto, menos intensa que a anterior, mas ainda assim, suficiente. Mostrando-se simpática e atenciosa, vamos conversando um pouco enquanto nos despimos. Rapidamente ela tirou a lingerie que vestia ficando só com as cuecas, ainda eu estava meio vestido quando ela se acerca de mim. Algumas caricias foram trocadas logo ali, para espicaçar as coisas a Mónica começou a roçar o seu traseiro no tolinhas ainda enclausurado pelas calças e roupa interior, mas isso não o impediu de ter uma reação rápida e quando finalmente o libertei das amarras, já ele estava em sentido. A Mónica não hesitou, coloca-se de joelhos agarra nele e comenta: De uma coisa já eu tenho a certeza. Do quê? Perguntei eu. Do avantajado, respondeu ela. Aproveitando estar de joelhos, ela fez um mini oral ao natural. Mini porque foram apenas meia dúzia de chupadelas num ritmo lento mas com boa sucção. Seguidamente, ela retira as suas cuecas enquanto eu acabo de me despir, seguiu-se mais uns momentos de beijos na boca, corpo, peito, lambidelas e chupões nas suas mamas que foram interrompidos quando eu a peguei ao colo e a levei para cima da cama. Depois de mais uns beijos perguntei-lhe se a podia chupar. Obtendo resposta positiva sigo para um oral numa vagina com pêlo aparado e clitóris evidente. Não me restam dúvidas que ela o apreciou bastante, contorcia-se, tapava a cara com as mãos e almofada num esforço para não finalizar. Algum tempo de pois voltamos a mais uns beijos e chupões que foram seguidos pela colocação da gabardine no tolinhas, logo de seguida demos inicio ao vaginal na posição de missionário. No entanto, a cama revelou-se muito instável, abanava por todos os lados com uma grande amplitude de movimentos além de produzir um ruído bastante audível. Nestas condições seguimos para fora da cama para dar continuidade ao vaginal de pé ao lado da cama. Por alguns momentos assim continuamos, para depois voltarmos novamente para a cama, desta feita deitada no sentido perpendicular ao sentido natural da cama. Sem lhe perguntar volto novamente a chupa-la para tentar que ela finaliza-se. Mais uma vez ela se esforçou para que isso não acontecesse, contorcia-se, inspirava fundo, abanava a almofada como se fosse um leque para tentar refrescar a cara, tapava a cara com as mãos e exclamava: Isto não está a acontecer.

 

Algum tempo depois, seguimos para mais um pouco de vaginal com ela deitada e os joelhos encostados ao seu peito. Embora de uma forma ligeiramente mais suave, a cama continuava ruidosa e a oscilar. Tal como a cama, também a Mónica continuava a se esforçar para não finalizar. A dada altura vendo que eu estava apostado em vê-la finalizar, com um sorriso nos lábios mete conversa para tentar se distrair dizendo: Está um lindo dia lá fora não está? Disseram que ia estar um lindo dia… Respondo que o dia ia ficar melhor depois de ela finalizar, pois iria ficar mais descontraída e com um sorriso mais largo. Então ela volta á carga com uma frase demolidora: O nosso tempo está a acabar! Nesse momento desencaixo dela e disse-lhe: vamos para anal! Ela acedeu prontamente, retira uma pequena embalagem de gel lubrificante de uma mesa-de-cabeceira, deita-se de lado abre-a e depois dá-ma para ser eu espalhar o lubrificante na gabardine e na porta traseira. Ao fazê-lo enfiei-lhe de forma alternada o dedo indicador e depois o dedo polegar, entraram sem qualquer tipo de queixas ou objeções, o que leva a crer que apesar da jovem idade a Mónica já tem alguma experiência. Com ela deitada de lado tentamos iniciar o anal, no entanto, este início deparou-se com algumas dificuldades de penetração porque eu tinha exagerado na lubrificação o que fazia o tolinhas escorregar desviando-se do objectivo. Por sugestão dela deitei-me ao seu lado para seguirmos nas tentativas de penetração, após algumas investidas esse objectivo foi conseguido. Entrada bem apertada levou a que, por alguns minutos, mantivéssemos a posição com os movimentos de vai e vem lentos para que ela se descontraísse. Prosseguimos depois o anal na posição de doggy style, esta posição foi mantida até finalizar e proporcionou uma bela visão da sua silhueta. Embora o canal seja apertado ela aguentou as investidas até ao fim sem qualquer tipo de reclamação. Quando finalizei ela exclamou com algum contentamento: Ufa! Consegui não me vir.

 

Após retirada da gabardine e de uma primeira limpeza com toalhitas, saímos do quarto e vamos conversando um pouco enquanto nos dirigimos á casa de banho para uma melhor higiene. Voltamos juntos para o quarto e noto que o ambiente estava quente. Não seria nada de anormal, pois além do exercício físico que acabáramos de fazer, o calor foi uma característica desse dia. No entanto, pareceu-me exagerado e enquanto me vestia já transpirava por todo o lado. Observo o aquecedor a óleo com mais atenção e reparei que o mesmo se encontrava ligado, aparentemente para secar a lingerie que nele se encontrava. No entanto, nesta época do ano já se torna desnecessário aquecimento no quarto. Fomos conversando enquanto nos vestíamos e ela ajeitava o quarto. Pouco antes de sair do quarto, paguei e pedi-lhe o seu número de contacto uma vez que tinha chegado ao apartamento com o contacto de outra pessoa. Fui informado que ela não coloca anúncio todos os dias mas que o seu contacto é o 966941658, pouco depois a Mónica acompanha-me até á porta onde nos despedimos com um beijo no rosto e saí com a vontade de um repeteco.

 

Conclusão: A minha experiência faz com que normalmente evite encontros onde a anunciante manifeste uma idade na casa dos 20 e poucos anos de idade porque, regra geral, estão mais interessadas em mostrar o corpo que têm do que em satisfazer o cliente. Ocasionalmente sou surpreendido com uma excepção á regra. Sem dúvida que a Mónica se enquadra no grupo das excepções, surpreendendo-me desde o início com a sua disponibilidade para o convívio completo que foi concretizado na cama. O ponto mais negativo foi mesmo a sua frase que evidencia controlo de tempo e ao mesmo tempo prejudicou o momento que vivia. A sua simpatia e o seu empenho no encontro foram pontos muito positivos que me fazem desejar um reencontro.

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por Ninor às 20:56

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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