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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.



Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Quarta-feira, 16.11.16

926382936

Dia 28-10-2016, de forma inesperada as minhas obrigações profissionais foram encurtadas. Com tempo livre fui em busca de mais um encontro de sexo pago. Dou uma olhadela aos classificados do Correio da Manhã para ver quais as possibilidades na zona de Odivelas, seguindo-se uma ronda de contactos para saber as condições. Após estes contactos acabei por me decidir por este: A CARLA SAFADINHA ORAL GULOSO COMPLETA 20R, 926382936. No primeiro contacto uma voz com sotaque Brasileiro diz fazer convívio completo por 20€ não colocando qualquer tipo de objecções, nem apresentando nenhum outro menu. Afirma estar num determinado número da Rua Gago Coutinho estando disponível até às 20 horas. Seguindo o GPS dirijo-me para o local indicado. Chego a uma rua com forte inclinação, onde foi fácil encontrar o número de porta que me havia sido dado ao telefone, e onde o estacionamento foi fácil e gratuito. Não estacionei muito longe e tinha visão directa para o número de porta anunciado. Assim foi-me possível ver um indivíduo sair de lá enquanto agarro no telefone para fazer um segundo contacto. Espero um pouco até fazer este segundo contacto por forma a saber da sua disponibilidade imediata e completar a morada. Quando o concretizo ela atende e pede para eu esperar cinco minutos e voltar a ligar porque naquele momento estava a fazer algumas limpezas no apartamento. Como higiene é sempre desejável não me importei de esperar mais um pouco. Enquanto espero vejo que a rua tem pouca movimentação de carros e peões, e pensei ser bastante discreta. Passados cinco ou seis minutos faço novo contacto que é atendido prontamente. Agora disponível, ela confirma o número de porta que me havia dado no primeiro contacto e diz que vai a abrir de imediato.

 

Saio do carro e sigo para a porta pretendida, a poucos metros de distância vejo que a mesma já se encontra entreaberta, e quando me preparo para a empurrar esta abre-se sozinha. Na realidade a profissional do sexo estava atrás da porta a espreitar por umas ranhuras do plástico colado no vidro da porta. Desta forma entro sem demoras num pequeno hall de entrada onde se encontra uma profissional do sexo que desde logo se mostra muito simpática. Cumprimentámo-nos e pede desculpa pela demora, logo depois sigo-a por umas escadas que nos levaram a uma plataforma bastante ampla. Ficou logo bem evidente que não estávamos num apartamento normal, mas antes num espaço que já foi remodelado. No canto diametralmente oposto à porta de entrada desse espaço existia uma estrutura de alumínio preenchida na parte inferior por madeira, e na parte superior por vidro que não era transparente por nele estar colado um qualquer tipo de plástico. O interior desta estrutura formava o quarto. À direita das escadas existia uma porta e uma janela que possivelmente dariam para uma sala de arrumos. À esquerda das escadas duas portas assinalavam a existência de duas casas de banho, entre as escadas e as portas estava um espelho fixado na parede. Atravessando o espaço vazio, sou encaminhado para o quarto no meio de alguma conversa. Diz chamar-se Carla, é brasileira com cerca de 1,60 metros de altura e peso a rondar os 60 kg. Aparenta ter 40 e poucos anos de idade, o seu cabelo castanho-claro é longo e liso e estava apanhado atrás da cabeça. Soltou-o mais tarde durante o encontro. A sua pele é morena clara, e a sua face, bem como a silhueta, é agradável à vista. À porta atendeu vestindo um top cor de laranja e minissaia preta que escondia uma cueca fio dental de cor azul. Calçava sandálias havaianas de cor amarela.

 

Pouco depois de entrar no quarto pergunto se posso ir à casa de banho refrescar o tolinhas. Uma vez que a casa de banho principal estava com o chão molhado, sou levado para a casa de banho ao lado. Infelizmente esta casa de banho não tinha iluminação e por isso a porta teve de ficar aberta, caso contrário ficava às escuras. Mesmo com a porta aberta, pouco havia para ver. Existia apenas um bidé, à sua direita uma sanita onde a Carla deixou um rolo de papel de cozinha para eu me secar. Na parede à direita da porta existia um lavatório. Entre o lavatório e a sanita estava um balde do lixo, na parede estava fixado um suporte de toalha que estava vazio. Depois de secar o tolinhas saio e vou em direcção ao quarto onde ela, ainda vestida, estava a acabar de colocar o lençol de trabalho cor-de-rosa claro por cima da cabeceira e de um edredão cor-de-rosa escuro. Em frente à porta estava uma cadeira de cor azul que foi o local onde deixei a minha roupa. Junto desta cadeira e encostada à parede em frente à porta estava uma mesa de centro de sala de cor de madeira. A cama de casal estava no canto diametralmente oposto à porta. Ao lado da cama estava uma mesa-de-cabeceira, em cima dela estava um rolo de papel de cozinha, uma embalagem de lubrificante, algumas de gabardines e mais duas ou três embalagens de não sei o quê. Na parede ao lado da cama eram visíveis marcas de canalização de água. Na parede por cima da cama, e junto ao tecto, existiam janelas, uma delas aberta. Sempre com conversa à mistura, fui-me despindo enquanto a Carla acabava de ajeitar o quarto e apagando algumas luzes, diminuído assim a intensidade da iluminação. Por fim coloca um tapete no chão ao lado da cama.

 

Já despido fui para cima da cama enquanto a Carla se despia colocando à vista o seu peito volumoso e firme. Elogiando tal visão perguntei-lhe se era natural ou silicone, pois não lhe via cicatrizes. Ela respondeu que era silicone. Tal facto em nada diminuiu o meu entusiasmo que se reflectiu no ânimo do tolinhas. Depois de despida ela junta-se a mim na cama onde permaneceu de joelhos entre as minhas pernas, prosseguindo a conversa por mais alguns minutos. Por entre caricias e conversa foi possível ver que é totalmente depilada, existe uma cicatriz de abdominoplastia, e que as cicatrizes no seu peito estão bem escondidas, mas existem. Pouco depois a Carla inclina-se em direcção ao tolinhas e dá-lhe umas lambidelas. Por esta altura ele já se encontrava firme e em pouco tempo ela deu o passo seguinte, agarrando numa gabardine vestiu-o para prosseguir o oral numa cadência lenta e com pouca profundidade e sucção. Não foi o melhor que já encontrei, mas também podia ter sido pior. Prosseguimos depois para o vaginal que se iniciou na posição de cowgirl. Ela lubrificou-se e, apoiando-se nos seus pés, inicia os movimentos de sobe e desce que foram aumentando de amplitude até o tolinhas entrar todo. Mantivemos esta posição por alguns momentos onde senti um canal razoavelmente apertado, mas sendo uma posição algo exigente, pouco depois a Carla apoiou-se nos seus joelhos para continuarmos o vaginal nesta posição. Algum tempo depois ela sugeriu que mudámos de posição. Passámos então para a posição de missionário prosseguindo o vaginal por mais alguns minutos, alternando a posição das suas pernas entre os meus ombros e os meus braços. Sentindo que o tolinhas se aproximava do fim da linha sugeri que findássemos com anal. Ela acedeu dizendo: “vamo vê si eu vô aguentá com isso”. Lubrificou a porta traseira e colocou-se na posição de doggy style. Dou-lhe umas palmadinhas nas nádegas e afasto-as para ver bem o alvo. Logo de seguida eu encosto o tolinhas à porta traseira, e ela iniciou pequenos movimentos de vai e vem com a sua cintura para uma entrada que, além de lenta, foi também apertada. Ainda assim, a Carla foi-se descontraindo e depois de o tolinhas entrar todo a cadência dos movimentos de vai e vem foi aumentada e mantida até o tolinhas entregar o seu leite. Pouco depois separámo-nos, ela agarrou num pedaço de papel e despiu o tolinhas. Saímos da cama e pergunto se posso ir à casa de banho para uma melhor higiene. Ela responde que sim, e que poderia usar a casa de banho principal que por esta altura já estaria seca. Assim fiz, e encontrei uma casa de banho limpa e sem cheiros muito semelhante à anterior. Apenas diferia na iluminação, na existência de uma banheira e no tapete que existia no meio do chão. Para me secar ela foi à primeira casa de banho buscar o rolo de pepel de cozinha e mais uma vez deixou-o em cima da sanita.

 

Depois de refrescar o tolinhas, volto para o quarto para me vestir enquanto ela foi à casa de banho lavar-se. Quando voltou para o quarto a conversa continuou enquanto nos vestíamos. Por esta altura já o telefone tinha tocado duas ou três vezes durante o encontro, em nenhuma dessas ocasiões os telefonemas foram atendidos. Minutos depois paguei o valor do encontro e fui então acompanhado até à porta, chegando lá ela olha para fora para ver se o “caminho estava livre”. Pensei que ela se estava a referir ao estacionamento em frente à porta, mas estava enganado. Ela referia-se a um café nas proximidades cuja porta tinha visão directa para a porta do apartamento. Comento que ao chegar ali nem me tinha apercebido desse facto, e obtenho a informação de que, brevemente, ela irá mudar-se para outro apartamento localizado numa zona mais discreta. Pouco depois, com o caminho livre, despedimo-nos com um par de beijos na face e fui à minha vida.

 

Conclusão: Este foi um encontro agradável onde encontrei uma profissional do sexo super simpática, com uma aparência física que muito me agrada e com vontade de cumprir no quarto o anunciado ao telefone. Também me agradou o facto de não ter atendido o telefone durante o encontro, nem de ter sentido pressão para me despachar. O oral foi o único ponto menos positivo. O espaço embora tenha uma configuração fora do comum estava limpo, arrumado e tinha uma temperatura confortável. Já em casa apercebo-me que este encontro foi mais um repeteco não intencional. O primeiro encontro deixou muito a desejar o que me fez colocar de lado a possibilidade de um novo encontro. Este repeteco só se realizou por distracção minha. Ainda bem que assim foi. Não sei se tive azar no primeiro encontro ou se tive sorte neste segundo. Certo é que este segundo encontro correu de forma bastante diferente do primeiro, e faz-me acreditar que um novo repeteco é bem possível.

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por Ninor às 03:59

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.



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