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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.



Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Quinta-feira, 01.10.15

926382936

Dia 04-09-2015, estou nos arredores de Lisboa, nomeadamente na cidade de Odivelas. Pela manhã, e antevendo umas horas livres para a parte da tarde, compro o Correio da Manhã para ir olhando os anúncios de convívio. Uma olhadela rápida mostra alguns anúncios de convívio completo na cidade, mais tarde após uma ronda de contactos acabo por me decidir por este: CARLA MEIGUINHA DESINIBIDA COMPLETA 15R, 926382936. No primeiro contacto uma voz com sotaque brasileiro diz estar na Praceta João Villaret em Póvoa de Santo Adrião especificando também o número de porta do prédio. Anuncia convívio completo por 20€ e normal por 15€, estando disponível até às 20h. Seguindo as indicações do GPS, acabo por chegar ao local indicado. Na procura de estacionamento dou uma volta à praceta, ao fundo dela vejo que existe um centro comercial com uma esplanada cheia de gente, todos homens. Mirones? Pensei eu. Embora existisse estacionamento decidi ir dar uma volta e voltar um pouco mais tarde para tirar as dúvidas. Quando volto a esplanada já estava vazia, mais uma vez facilmente encontro estacionamento que foi gratuito. Faço o segundo contacto onde além de confirmada a localização e a disponibilidade imediata, foi especificado o andar e apartamento para onde me deveria dirigir, referindo ainda que ia abrir a porta. Sigo para a porta de entrada do prédio e vejo que a mesma estava completamente escancarada. Ao aproximar-me ficou claro que tinham estado a lavar a entrada do prédio e que a mesma estava aberta para secar. Ainda assim, quando estava a poucos passos da entrada ouvi o som do trinco eléctrico da porta a destrancar. Obviamente a profissional do sexo tem visibilidade para a porta e controla a entrada, o que é óptimo pois não gosto de ficar na rua parado à porta.

 

Subo pelo elevador até ao andar pretendido, chego e pouco depois a porta do apartamento abre-se com a profissional do sexo escondida por trás dela. Entro e, que bela visão me esperava. Vestindo apenas uma tanga cor-de-rosa a profissional do sexo fecha a porta e a primeira coisa que me saltou à vista foi o seu peito volumoso e firme, que é acompanhado por uma barriga relativamente lisa. Com cerca de 1,60 metros de altura, aparenta rondar os 40 anos de idade e um peso na casa dos 60 Kg. O seu sorriso apresenta um ligeiro diastema, ainda assim, considero a sua cara agradável. Desde o início mostrou-se simpática, cumprimentamo-nos com um boa tarde e sigo atrás dela directamente para o quarto. Embora a distância seja muito curta, continuo a observar o seu aspecto. A sua silhueta é agradável, a pele é morena clara, dir-se-ia que é branca com bronzeado permanente pois não tinha marcas de biquíni e os seus cabelos são castanhos-claros compridos e lisos. Como é normal, peço para ir à casa de banho para me lavar. Ela acede de imediato, retira uma pequena toalha de pano de um monte de toalhas limpas e dobradas e dá-ma para que eu me possa secar. Por haver duas casas de banho, uma apenas com bidé, sanita e lavatório e a outra com banheira com cabine de duche, bidé, sanita e lavatório, ela indica-me a porta desta segunda para eu utilizar e referindo que eu ficasse à vontade. Encontrei a casa de banho limpa e sem cheiros disponibilizando produtos de higiene pessoal. Saio e volto para o quarto, vejo que as portas do quarto e das casas de banho eram as únicas visivelmente abertas no apartamento, ainda assim, a ausência de outros sons levam-me a crer que naquele momento éramos os seus únicos ocupantes. Entro no quarto e a profissional do sexo, já completamente nua, estava a colocar o lençol de trabalho ao mesmo tempo que falava ao telefone com um cliente que estava a caminho, mas tinha-se perdido e lhe pedia novas indicações. Fui-me despindo e continuei a observa-la, o seu traseiro e as coxas são firmes e mostram um volume apreciável, não apresentando sinais de celulite, é totalmente depilada, não reparei em tatuagens, estrias ou piercings e à primeira vista não se vêm cicatrizes.

 

Entretanto reparo que o quarto é praticamente cor-de-rosa. Esta cor está presente em três paredes, nos cortinados, no lençol de trabalho e na almofada. A parede aos pés da cama é revestida a papel de parede com riscas verticais brancas e castanhas, está decorada com flores e borboletas de papel coladas no papel de parede. Essa parede tem também um espelho centrado com a cama, à frente desse espelho e um pouco para o lado direito existia uma ventoinha para refrigerar o ar, mas felizmente estava desligada. Embora o dia estivesse quente não era necessário refrigeração, pois a um canto do quarto existe uma janela que estava entreaberta e deixava passar uma ligeira brisa. Além da cama de casal o quarto continha uma mesa-de-cabeceira de cada lado da cama com alguns utensílios de convívio, bem como alguns elementos decorativos. Existia também uma cómoda encostada à parede da porta e à direita da cama, entre a cómoda e a porta estava um cabide e algum calçado no chão. Por baixo da janela e encostada a esse canto estava uma mesa de centro de sala onde deixei a minha roupa acompanhada de alguma decoração, na parede por cima da cabeça da cama estava fixado um outro espelho. Quando ela desliga a chamada iniciamos um pouco de diálogo. Pergunta se foi fácil eu lá chegar, respondo que não, demorei algum tempo até encontrar o local. Ela diz que o cliente vinha num camião e estava farto de lhe ligar a pedir informações. Pergunto o seu nome, diz chamar-se Carla. Fui para cima da cama, ela corre os estores que ainda assim deixavam passar luz solar suficiente para iluminar o quarto razoavelmente bem, e vem para a cama no momento em que o telemóvel volta a tocar. Para minha surpresa ela atende-o, dá as indicações sobre o convívio (morena clara, peito grande, 35 anos, morada, etc.) e diz que vai estar ocupada e que lhe telefonasse um pouco mais tarde. Termina a chamada e coloca o telemóvel no silêncio deixando-o em cima da mesa-de-cabeceira, e finalmente junta-se a mim na cama.

 

Começa por usar as mãos para fazer umas caricias ao tolinhas que foi reagindo, com ele a meia haste mete-lhe a gabardine e dá início ao oral com boa profundidade e cadência, sucção mediana. Comento que o espelho na parede aos pés da cama está bem posicionado, pois permite uma boa visão do seu traseiro empinado enquanto ela debruçada no tolinhas o chupa. Ela faz uma pausa olha para trás, sorri e olhando para mim diz: “Seu cachorro”, para logo depois dar continuidade ao oral que em pouco tempo coloca o tolinhas totalmente firme. Por esta altura faz um comentário simpático sobre as dimensões do tolinhas. A dada altura pergunto se a posso chupar um pouco, ela acede e pouco depois trocamos de lugar. Ela deita-se e vou eu trabalhar com a língua. Embora não se tenha lavado antes de ir para o quarto, não senti cheiros. Chupei-a por algum tempo e foi perceptível algum contentamento da sua parte. Nesta posição foi possível ver as cicatrizes de abdominoplastia e de mamoplastia para colocação de silicone no peito. Após algum tempo iniciámos vaginal na posição de missionário variando depois para uma posição onde com ela deitada os seus joelhos ora se encostavam ao seu peito, ora se encostavam ao meu. Depois a meu pedido alteramos para a posição de doggy style para dar continuidade ao vaginal, pelo meio o seu telemóvel que estava no silêncio foi piscando algumas vezes sem que fosse atendido. Obviamente que o objectivo derradeiro era finalizar na porta traseira, assim sendo, algum tempo depois sugeri que terminássemos com anal. O que aconteceu nos momentos seguintes à minha sugestão deixou-me estupefacto. A sua resposta foi um não, acompanhado da afirmação que me instruía a não retirar o tolinhas da sua vagina, ao mesmo tempo que estica o braço, agarra no telemóvel que piscava novamente e atende-o. Pensei eu: “Bolas! O telemóvel já piscou duas ou três vezes mas só resolveu atender no momento em que lhe pedi anal.” Aparentemente era novamente o tipo do camião que já estava perto, a Carla deu-lhe instruções para estacionar junto a um concessionário automóvel e esperar cinco minutos que estava ocupada e já lhe ligava. Durante o telefonema fui mantendo os movimentos de vai e vem com maior amplitude mas numa cadência mais lenta, aos quais juntei um dedo na porta traseira. Quando desligou voltei a pedir para finalizar com anal. Voltou a recusar devido às dimensões do tolinhas acrescentando com o seu sotaque brasileiro: “Não quero me acabá, com isso aí vou me pocá todinha”. Foi pena só o ter dito na cama, pois se ao telefone tivesse referido que o convívio completo estava dependente da dimensão da “ferramenta” não tinha lá ido perder tempo. Continuámos o vaginal na posição de doggy style, até que a dada altura pergunta: falta muito? Respondo que não e acelero o ritmo até que o tolinhas fez a entrega de leitinho.

 

Seguidamente saímos da cama, ela agarra no rolo de papel, retira algum e com ele despe o tolinhas. Depois vamos à casa de banho para uma melhor higiene. Faço-me acompanhar da toalha que me havia sido dada logo ao início e sigo para a casa de banho que já havia utilizado enquanto a Carla seguiu para a outra. Regressei ao quarto e fui-me vestindo, pouco depois regressa a Carla que se apressou a ajeitar o quarto e volta vestir a tanga cor-de-rosa, pelo meio existiu alguma conversa de circunstância. Depois paguei e seguimos de imediato até a porta. Embora essa distância possa ser percorrida com meia dúzia de passos, ainda antes de lá chegarmos já ela estava de novo ao telefone para mandar subir o próximo cliente. Despedimo-nos com um acenar de cabeça e fui à minha vida.

 

Conclusão: Ao entrar no apartamento deparei-me com alguém que demonstrou muita simpatia desde o início e que é detentora de um corpo cujas formas e volume muito me agradam. Já fazia algum tempo que uma simples entrada num apartamento não me animava tanto, até porque o encontro prometia ser animado, pois ao telefone nada foi dito que obstasse à realização de convívio completo. Infelizmente nem tudo o que reluz é ouro. Tendo em conta os preços que ela pratica, até nem me incomoda que ela exerça algum controlo de tempo para manter os níveis de rotação na entrada e saída de clientes no apartamento. Contudo, já me incomoda alguma coisa quando esse controlo de tempo assume traços de mercenarismo que se está borrifando para o cliente que tem na cama. Certamente existirão formas elegantes de se controlar o tempo sem que se torne óbvio para o cliente, garantidamente atender o telemóvel a meio do encontro e mandá-lo despachar-se não será uma delas. No entanto, o que definitivamente impossibilita um repeteco é a publicidade enganosa realizada ao telefone. Não tenho vontade nenhuma de ao telefone voltar a ouvir o anúncio de convívio completo sem que sejam anunciadas objecções, para depois na cama levar com um “não faço”.

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por Ninor às 21:33

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


1 comentário

De SPX a 12.10.2015 às 08:54

Viva!
Bom relato!
Só faltou dizer se a coima foi paga no inicio ou no fim. Pagou o "completo" ou ela acabou por cobrar o valor pelo real serviço?

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