Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.



Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Terça-feira, 20.09.16

913753505

Dia 16-08-2016, continuo pelo norte e vou novamente em busca de um encontro de sexo pago. Duas semanas antes tentei encontrar na net algumas possibilidades de encontros completos fora da Cidade do Porto. Acabei por encontrar uma possibilidade em Fafe no site http://piquete24h.com, com o título: Cristina – Escort de Luxo Alentejana em Fafe – Braga, e a seguinte descrição: Queres me foder na cona ou broxe, ou cona cu e broxe ou Só broxe? Das, 8h as 22h, todos os dia, 913753505. Com tanta clareza na descrição, bem como uma ou outra foto interessante, avancei para o primeiro contacto para mais informações. Por entre uma pronúncia por vezes difícil de compreender, lá obtive a informação de que a poderia encontrar na Rua do Calças sendo que o encontro de oral e vaginal tem o valor de 15€ e o completo 20€, podendo encontrá-la até às 23h. Hoje tendo tempo livre ligo o GPS e sigo para Fafe por entre montes e vales pensando que ira ter uma viagem suave e tranquila, podendo observar uma bela paisagem pelo caminho. Quando se tem visões românticas do mundo a realidade choca-nos de uma forma violenta. O constante sacudir das curvas e contracurvas juntamente com o sobe e desce das serras, aliados ao cheiro emanado das florestas, agora castanhas e negras, devido aos fogos que idiotas teimaram em atear neste verão, transformaram a viagem aparentemente idílica em horas de tormento. Mais-valia ter configurado o GPS para as autoestradas.

 

Chegado a Fafe o GPS leva-me sem dificuldades até a referida rua. No seu início a rua não é muito larga e vendo carros ali estacionados, estaciono também para fazer um contacto. Uma vez que já estava na rua pretendida, não fiz um contacto prévio e avancei logo para saber da sua disponibilidade imediata. O telefonema é atendido de imediato obtendo resposta positiva quanto à disponibilidade. Sou instruído a seguir pela rua até encontrar uma casa de uma determinada cor. Para facilitar a identificação ela estará à janela a assinalar o local. Vendo o início da rua tão estreita e com carros estacionados, perguntei se devia ir a pé ou se dá para estacionar mais perto. Ela disse que dá. Assim faço, sigo rua fora e percebo que é uma zona de moradias de rés-do-chão e primeiro andar, numa rua de calçada em granito cinzento-escuro. A dada altura lá vislumbro uma casa com a cor pretendida, uma cabeça e um braço esticado com um telemóvel na mão, fazem-me sinal numa janela do primeiro andar que dá para a estrada. Paro o carro no lado oposto da rua e um pouco mais abaixo. Estacionamento fácil e gratuito. Os moradores da casa, junto da qual estacionei, olham só para ver quem é porque, não sendo eu conhecido na zona, já todos sabem para onde vou. Atravesso a rua e dirijo-me para o portão da moradia, escuto vozes enquanto o faço. Chego a um portão de ferro não muito alto, ao atravessá-lo elevo o meu olhar que é de imediato atraído por dois factores. Primeiro vejo que o acesso ao primeiro andar é feito por umas escadas externas, no topo das quais já ela me esperava e fazia sinal para subir. O meu olhar é depois desviado por movimentos e sons originados poucos metros à minha frente. É então que me apercebo que as vozes que escutava eram da vizinhança que mora no rés-do-chão e que confraternizava à sombra da moradia, por baixo das escadas que eu iria subir. Se eu os vi, certamente que eles também me viram. Os comentários entre eles confirmam o pleno conhecimento da conjuntura. Subo as escadas, entro no apartamento e cumprimentamo-nos com um – “Olá, tudo bem?” e um beijo na face. Observo que ela veste roupa desportiva, T-shirt de cor preta sem mangas, calções azuis e meias pretas. Fechou a porta do apartamento, pouco depois tirou os óculos que usava e encaminha-me através da sala. Pelo caminho vejo que todas as portas no interior da casa estão abertas e que não existe mais ninguém além de nós dois. Na direcção em que caminhamos fica a casa de banho e, em ambos os lados desta, existem quartos. Sou direccionado para o da direita, mas antes de entrar peço para ir à casa de banho.

 

Tenho resposta positiva, entro e fecho a porta. Não senti cheiros mas a casa de banho poderia estar mais limpa do que a encontrei, alguns trabalhos de requalificação e arrumação também poderiam resultar num melhor aspecto visual. Na parede à direita da porta está um lavatório e por cima deste, um armário com espelho. À esquerda da porta está uma máquina de lavar com a porta aberta sendo possível ver que está cheia de roupa para lavar. Ao lado da máquina de lavar está uma banheira onde foi fácil ver alguma sujidade. No bordo da banheira estava um rolo de papel higiénico. Em frente à porta está uma sanita, à direita desta está um bidé que no seu bordo tem um cinzeiro que tinha sido extensivamente usado. O chão é de mosaico antigo, junto à parede entre a banheira, sanita e bidé, o mosaico está em falta apresentando cimento no seu lugar. Provavelmente devido a obras de reparação/instalação da rede de esgotos ou água. Vários itens estão espalhados pelo chão da casa de banho junto às paredes. Nas paredes também existam várias toalhas e produtos de higiene pessoal. Depois de refrescar o tolinhas saio da casa de banho, ela esperava-me junto à porta e indica-me o caminho dizendo que posso deixar a porta da casa de banho aberta. Viro à esquerda e em dois passos estou no quarto. O quarto tem dimensões reduzidas mas foi suficiente para nos movimentarmos. Estava limpo, sem cheiros e arrumado. Em frente à porta está uma cadeira de cor preta com duas almofadas em cima, foi onde ela disse que eu podia deixar a minha roupa, depois da cadeira está um roupeiro. Na parede em frente à porta estavam duas cômodas, a que está mais próxima da porta suportava uma TV que estava desligada e servia de suporte a um par de óculos de sol. À TV juntavam-se alguns copos de vidro vazios, uma pequena imagem de um santo, e duas pequenas velas apagadas. A cômoda que estava encostada ao canto diametralmente oposto à porta tinha uma pequena mala de mão de cor castanho-clara acompanhada por algumas embalagens de produtos de higiene pessoal. Foi nesta cômoda que ela deixou o seu calção azul, o resto da sua indumentária permaneceu no seu corpo quase até ao fim. Entre a porta e a cama está um espelho fixado na parede que, na sua base, tem uma plataforma onde estão várias embalagens de desodorizante, perfume e óleo para bebé que foi usado como lubrificante. Ao lado deste espelho, por cima da cama, está fixado na parede um elemento decorativo. Por baixo do espelho está uma mesa-de-cabeceira que servia de suporte a um candeeiro, e onde estão guardadas as gabardines de cor vermelha. A cama é de casal e tinha em cima duas almofadas e um edredom que cobria tudo. À esquerda da cama estava uma janela fechada apesar do calor que se fazia sentir neste dia. Em frente da janela está um cortinado em tons de laranja, este cortinado está entalado entre a janela e umas portadas interiores em madeira constituída por três secções. A secção mais à esquerda estava aberta, e por esta abertura entrava a luz solar que iluminava abundantemente o quarto. Um par de fios eléctricos sai a meio do tecto e terminam numa lâmpada sem qualquer candeeiro.

 

Já estávamos no quarto e pouca ou nenhuma conversa tinha existido até ao momento. Vou-me despindo e pergunto o seu nome. Ela responde que se chama Vânia enquanto despe os calções e as cuecas e os coloca em cima da cômoda. Observo-a enquanto ela retirava uma gabardine para o tolinhas e uma embalagem de toalhitas de dentro da gaveta da mesa-de-cabeceira e colocando-as em cima desta ao lado do candeeiro. Tem cerca de 1,60 metros de altura, portuguesa caucasiana com longos cabelos negros apanhados atrás da cabeça. Coxa grossa e traseiro algo volumoso, ambos firmes mas a demonstrarem sinais de celulite. Mais, não deu para ver, porque ela manteve a sua indumentária da cintura para cima. Eis que me preparo para ir para cima da cama quando surge a pergunta: “Queres com camisa ou sem camisa?” A forma coma a pergunta foi feita fez-me pensar: Mas isso é opcional no encontro? Eventualmente lá caí em mim e acabei por lhe responder que: “o oral pode ser ao natural”, e fui para cima da cama. Deitei-me e ela limpa o tolinhas com uma toalhita para depois se ajoelhar ao meu lado na cama e começar o oral ao natural que se prolongou por alguns minutos, pautando-se por um bom ritmo e boa sucção, mas com pouca profundidade. A dada altura pedi-lhe para parar e se deitar na cama pois queria observá-la um pouco melhor e talvez iniciar alguma conversa. Ela deita-se na cama e lá foi tentando encetar algum diálogo, mas com poucos resultados. Ela é mesmo pouco faladora e mantém alguma distância. O único facto relevante foi a sua idade que diz ser de 32 anos. Tem algumas tatuagens espalhadas pelo corpo, algumas são visíveis nas suas fotos. Outras, ela chamou-me atenção para a sua existência levantando um pouco a sua t-shirt o que me fez perceber que ela começa a ganhar alguma gordura à volta da cintura. Diria que o seu peso rondará os 60 kg. Agora olhando com mais calma e atenção deu para ver que a Vânia tem algumas cicatrizes de pequenas dimensões, e embora não se veja nenhum piercing o seu umbigo apresenta o furo para um. O que me chamou logo a atenção foi a sua vagina totalmente depilada e com aspecto visual muito agradável. Com pouca envolvência por parte da Vânia, não arrastei a conversa por muito tempo. Pouco depois pergunto-lhe: “Vamos para vaginal?”, e sou surpreendido com a frase: “Vamos. Se quiseres pôr a camisa, está ali.” Pela segunda vez fiquei com sensação de que este encontro poderia decorrer de início ao fim sem qualquer tipo de protecção.

 

Estico o braço até à mesa-de-cabeceira e apanho a gabardine para o tolinhas. Visto-o enquanto a Vânia agarra numa embalagem de óleo para bebé e usa-o para se lubrificar. Como ela já se encontrava deitada, iniciámos o vaginal na posição de missionário que mantivemos por algum tempo, tentei colocar as suas pernas nos meus ombros mas não foi possível, por ela ter dito que tem um problema de saúde numa das pernas. Algum tempo depois pedi-lhe para mudarmos para a posição de doggy style, contudo, foi necessário voltar a lubrificar pois a gabardine já estava seca. Passaram-se alguns minutos e, mantendo a posição de doggy style, pedi-lhe que fossemos para anal. Com um “hu hum”, ela aceitou de imediato. Mas a entrada revelava-se impossível, porque o óleo usado para lubrificar rapidamente secava fazendo com que existisse um grande e desagradável atrito com a gabardine, aumentando também o seu risco de rompimento. Foram necessárias várias tentativas de penetração em várias posições, todas elas intercaladas com novas lubrificações usando o óleo para bebé. A melhor posição foi com ela deitada de costas na cama, posição idêntica à de missionário, conseguindo uma entrada difícil, num canal apertado e onde apenas entrou a cabeça e pouco mais. Tanto foi o óleo usado que ele acabou por escorrer para cima do edredom. Assim sendo, aproveitando uma das pausas para lubrificação e mudança de posição, a Vânia viu-se forçada a sair da cama para ir buscar uma toalha que esticou em cima do edredom de forma a absorver o óleo que escorria. Independentemente da quantidade de óleo e das posições usadas, a realidade é que o tolinhas não ia entrar todo. Tanta actividade de vai e vem, e de troca de posição num dia de calor, já me fazia transpirar por todo o lado. Durante todo este processo nem uma palavra saía da boca da Vânia, apenas a sua expressão facial denotava alguma dificuldade em aguentar os movimentos do tolinhas na sua porta traseira. O anal ainda durou algum tempo e para o final já não era só eu que transpirava. A dada altura, numa pausa, a Vânia tirou a sua t-shirt por já estar transpirada e cheia de calor. Agora sem a t-shirt os seus peitos de tamanho mediano dentro de um soutien com tons rosa em fundo preto, foram revelados. Por esta altura já há muito eu me havia apercebido de que o tolinhas nunca iria entrar todo na porta traseira, e olhando para a sua dificuldade em lá aguentar o tolinhas, pergunto-lhe se ela faz oral ao natural até ao fim. Ela diz que sim e então sugiro-lhe que acabássemos o encontro dessa forma. Após limpar o seu rosto e testa com a t-shirt, ela colocou-a em cima da mesa-de-cabeceira, reposiciona a toalha para que eu me deite em cima dela e prosseguimos o encontro com oral ao natural nas mesmas posições com que iniciámos o encontro. Alguns minutos passaram até que o tolinhas fez a entrega de leite na sua boca.

 

A Vânia coloca-se em pé ao lado da cama e agarra na embalagem de toalhitas. Tira uma e dá-ma para eu limpar o tolinhas, e retira outra para onde cospe o leite que o tolinhas lhe havia dado. Por esta altura ouviu-se o nítido ruído de uma porta a abrir. Rapidamente, e tentando ser discreta, a Vânia vai à porta do quarto entreabre-a e, espreitando para fora, leva o dedo indicador aos seus lábios fazendo o sinal de pouco barulho. Logo de seguida saio da cama e começo-me a vestir. A Vânia pergunta se quero ir à casa de banho para me lavar. Declinei a oferta e fui-me vestindo enquanto penso que durante o encontro ela não esteve á vontade, e a sua pouca envolvência deu-me a sensação de que apenas se dispõem a fazer sexo. A Vânia vai ajeitando a cama e depois vai abrir a janela para ver se baixa a temperatura dentro do quarto. Seguidamente volta a vestir os seus calções azuis e procura uma nova t-shirt para vestir. Escolhe uma amarela. Fingindo-me de esquecido, pergunto-lhe quanto era o convívio completo. Sou informado de que o valor é 30€. Como não tinha feito um contacto prévio, pensei que o valor tinha aumentado nas duas semanas entretanto decorridas. Paguei e sou acompanhado até à porta do apartamento. Assim que saio do quarto vejo que a porta da rua está aberta, quando tinha sido fechada pela Vânia antes de irmos para o quarto. E na sala as portas já não estavam todas abertas, uma delas estava quase totalmente fechada. Ainda assim, fui olhando com mais atenção e deu para ver um indivíduo do sexo masculino sentado numa cadeira a fumar um cigarro. Em minha casa os amigos não entram sem baterem à porta, e duvido que a Vânia permita que os seus clientes entrem sem se anunciarem. Sobram as opções de marido ou namorado! Chegámos à porta onde nos despedimos com um até à próxima. Sigo para o carro, configuro o GPS para as autoestradas e sigo para o meu local de alojamento.

 

Conclusão: Após este encontro fui procurar mais informações na net sobre a Vânia acabando por encontrar duas páginas numa conhecida rede social. Nessas páginas estão disponíveis algumas dezenas de fotos da Vânia, não havendo qualquer tentativa de esconder a sua face. É também possível observar que o quarto onde decorreu o encontro apresentava uma configuração diferente aquando da realização das fotos. Ao contrário do que é normal, não fiz um primeiro contacto para verificar as condições do encontro, confiando no telefonema que fiz semanas antes. No final acabei por ser surpreendido com o valor a pagar. Como os valores podem variar e não foi a primeira vez que isso me aconteceu, não achei nada de mais. Contudo, a pesquisa que fiz de então para cá, levou-me a anúncios publicados após o nosso encontro e que anunciam convívio completo por 20€. Acredito que fui aldrabado no valor do convívio, isso é uma lição que devo aprender e no futuro não esquecer. Ainda assim, isso não é o que mais me surpreende nos anúncios recentes. Surpreendente é o facto de estes anúncios, ao conterem a frase: “Tudo sem proteção 30€”, confirmarem a minha suspeita de que o convívio sem qualquer tipo de protecção pode ser uma realidade para quem o quiser pagar. Resumindo o encontro: local pouco reservado, pouca envolvência por parte da Vânia, anal que valeu mais pelo esforço que pelo desempenho, um risco de contrair alguma doença demasiado elevado e no final fui aldrabado. Decididamente, um repeteco está completamente fora de questão.

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Ninor às 04:06

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.



Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Setembro 2016

D S T Q Q S S
123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930





Flag Counter

Visitantes Online