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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.



Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Quinta-feira, 25.08.16

910242505

Dia 11-08-2016, estou de partida para algum tempo longe de encargos laborais. Enquanto meia nação se desloca para o Algarve, eu sigo para norte. GPS ligado, A1 destino Porto, cidade onde já não vou faz muito tempo. Num dia de 30 e muitos graus de temperatura, são notícia os vários incêndios que estão a reduzir a cinzas as florestas da zona norte. Ainda assim, ao chegar a meio da tarde, na atmosfera quente da cidade não se fazia sentir o cheiro a fogo. Após tratar do alojamento seguiu-se um duche para refrescar. Já refrescado e com o sol ainda a brilhar em céu azul, surge a questão: O que fazer a seguir? Decidi ir em busca de mais um encontro de sexo pago nesta cidade. Por conveniência, dado o adiantado da hora, recorri à internet para a minha busca. Já a alguns meses que andava de olho num determinado anúncio que, por norma, está cheio de erros ortográficos e que surge no site www.rua69.com. As fotos da anunciante são divulgadas como verdadeiras, onde ela não esconde a cara, mas também nunca se mostra nua. Assim sendo, fui ao site ver se o anúncio estava presente neste dia. Para minha surpresa, minutos antes o mesmo tinha acabado de ser postado pela segunda vez com o título: ALETEJANA DOIDA PELO.ANAL (SANTA CATARINA((910242505), e a seguinte descrição: Aletejana doida.pelo.anal.oral.gargamta.funda ao.natural tudo fas calmas dem presdas nao tesponfe ad.masagems so.pot marcacoes do.seu apartamento privado as fotos sou reais))910242505(). Sem mais demoras, ligo para obter algumas informações. Neste primeiro contacto, sou informado de que me devo dirigir a um determinado número de porta na Rua Santa Catarina, o encontro é completo, sem pressas e tem o valor de 25€, estando ela disponível até à 01 da manhã. Acabo por marcar para dali a pouco mais de uma hora, e sigo para o local seguindo as indicações do GPS. Subo a rua e à medida que me vou aproximando do número de porta indicado, tento encontrar um estacionamento nas proximidades, porque na dita rua estava muito difícil. Circulando pelas redondezas acabo por entrar numa rua em obras onde muito do estacionamento estava suprimido, circulo devagar e vou olhando em busca de estacionamento. A dada altura, vejo uma senhora sentada numa cadeira no hall de entrada de um dos prédios. Para minha surpresa, com o braço ela faz sinal para eu me aproximar e diz qualquer coisa que não entendi. Não parei por não haver estacionamento, e ao afastar-me desconfiei que ali existiriam encontros de sexo pago.

 

Depois de mais alguns minutos a circular pela zona, lá encontrei estacionamento numa rua não muito longe. Como seria de esperar o estacionamento é pago nos dias úteis das 08h até às 20h, pus a moedinha e sigo a pé para o local que me havia sido indicado. Com o aproximar da hora marcada, desço o passeio da Rua de Santa Catarina, vou-me aproximando do meu destino e vejo dois ou três indivíduos cuja atitude não me é estranha. Andavam devagar de um lado para o outro aparentemente sem destino fixo, mas também sem se afastar muito do local para onde eu me dirigia. Seriam clientes? Talvez, mas coloquei de parte essa opção por não lhes ver telefone na mão ou ao ouvido. Ao chegar mais perto do meu destino apercebo-me que certamente não seria ali o local do encontro. Para não ficar no passeio como os outros que eu acabara de ver, virei para a Rua de João de Oliveira Ramos e puxo do telefone para um segundo contacto e obter mais informações. Marco o número e enquanto espero que seja atendido reparo que estou na rua em obras por onde havia passado anteriormente. Vejo também uma senhora a atravessar a rua, uma e outra vez, com a clássica atitude física de quem mostra os seus atributos em busca de clientes. Seria ali o meu destino final? O telefonema foi atendido, sou informado de que estou na rua certa mas é-me indicado um andar num número de porta diferente, juntamente com a indicação de que me iria abrir a porta. Estava muito perto e a porta não demorou a ser aberta, entro no prédio e como não há elevador subo pelas escadas muito bem iluminadas até ao andar que eu pensava ser o meu destino. Infelizmente, talvez devido a um sotaque a que eu não estou acostumado, ao telefone tinha percebido que deveria subir a um determinado andar, e por isso chegando lá fico à espera que a porta se abra e nada acontece. No entanto, escuto uma porta mais acima a abrir. Então fui subindo as escadas para ver o que estava mais acima, já me preparava para telefonar novamente quando vejo que a porta de um apartamento estava aberta e que alguém estava à porta. Quaisquer dúvidas que houvesse em relação à autenticidade das fotos do anúncio, ficaram definitivamente dissipadas assim que vi quem estava à porta, sem mais demoras sigo para esse apartamento. À porta atendeu vestindo jeans e camisa preta, e tendo no pulso esquerdo um relógio de cor branca. Entro e cumprimentamo-nos com um beijo na face, diz chamar-se Ana e fecha porta.

 

O hall de entrada ficou escuro como breu, por entre a cor negra apenas conseguia vislumbrar o contorno de algumas portas todas elas fechadas. Enquanto sou encaminhado para a porta do quarto à esquerda, escuto os ruídos de uma porta à direita que mostravam que existe mais gente no apartamento, pelo menos um homem. Ainda antes de entrar no quarto perguntei se seria possível ir à casa de banho, com um “ora essa, com certeza” sou redireccionado para a porta situada em frente à porta de entrada no apartamento. A Ana abre a porta da casa de banho, acende a luz e, mais uma vez o preto é a cor predominante. Estava limpa e não senti cheiros. À esquerda da porta existe um armário, logo a seguir ao armário está um duche delimitado por uma pequena parede onde assenta um vidro. Na parede em frente à porta existe um bidé e à sua direita está uma sanita, entre os dois encontra-se um caixote do lixo. O chão, os azulejos do duche e os da parede em frente à porta são de cor preta, sendo que, os azulejos foram pintados, provavelmente a pincel. Já os azulejos da parede à direita da porta são de cor branca. Nesta parede, e escondida atrás da porta, existe uma máquina de lavar roupa e por cima desta um termoacumulador para água quente está fixado na parede. Entre estes e a sanita existe ainda um lavatório. No chão a meio da casa de banho existe um tapete também de cor preta. Os únicos produtos de higiene pessoal que lá vi foi um sabonete em cima do bidé. Existiam alguns artigos pendurados na porta, porta essa que tem vidro martelado no seu terço superior. Não havia papel ou tolha para me secar, mas a Ana reparou nisso assim que acendeu a luz, saiu da casa de banho, regressando pouco depois com um rolo de papel, mas não o tradicional papel de cozinha. Ela volta a sair dizendo que vai para o quarto tirar a roupa, fecha a porta e deixa-me à vontade. Depois de passar o tolinhas por água e de me secar, fui em direcção ao quarto. Entro no quarto e encontro a Ana a despir as calças já só ficando com o soutien preto e cuecas de cor vermelha. Em segundos também estas peças de roupa foram retiradas e colocadas em algo que se parece com uma mesa-de-cabeceira localizada entre a cama e a porta. Vou assistindo enquanto me dispo, a Ana sempre conversadora vai à cômoda e retira um vestido fantasia de enfermeira, que aparece em algumas fotos dos seus anúncios na internet. Comenta que tem essa fantasia mas que poucas vezes a veste, porque os clientes não pedem. Embora a qualidade limitada da maioria das imagens nos seus anúncios indiquem serem puramente amadoras, e feitas com recurso a um smartphone em ambiente fechado, admito que essa fantasia torna as fotos mais atrativas e está presente em algumas das fotos mais apelativas que ela apresenta. No entanto, na prática, eu quero é ver uma mulher nua e como tal uma fantasia em vez de me excitar, só me atrapalha. Como eu não pedi a fantasia, ela não se veste de enfermeira e escolhe um vestido de cor verde com um grande decote nas costas, veste-o dizendo que não anda nua pela casa por respeito a quem lá mora. Dirige-se depois à casa de banho para se lavar deixando a porta do quarto fechada. Acabo de me despir, vou para cima da cama e vou observando o quarto.  

 

Encontrei o quarto limpo, arrumado e sem cheiros, existindo espaço suficiente para nos movimentarmos. A cama de casal já tinha o lençol de trabalho colocado, nela também estavam várias almofadas, a que estava mais à frente era felpuda e de cor branca. De cada lado da cama estavam as de mesa-de-cabeceira. Na que estava mais próxima da porta existia um candeeiro de cor verde, e foi onde a Ana deixou a roupa com que abriu a porta. Na outra estava uma caixa de cartão em forma de coração, bem como um par de sapatos de saltos altos. Por cima desta mesa-de-cabeceira existe uma estante onde repousa uma estátua de buda de cor cinza. Na parede por cima da cabeceira da cama existem três ou quatro espelhos redondos com alguns centímetros de diâmetro, de onde saem raios que os fazem assemelhar-se a sois de prata. Por cima destes, e junto ao tecto, existe uma janela com vidro martelado e caixilho de madeira cuja largura é quase a mesma que a da parede. À direita da cama está uma cômoda de cor preta, em cima dela está uma jarra com flores de plástico, juntamente com várias embalagens e sprays. Encostado à cômoda, no seu lado mais afastado da porta, está um pequeno caixote do lixo de cor cromada. Fixado na parede, por cima da cômoda, existe um quadro. À esquerda da cama estava uma ventoinha desligada, bem como, um vazo com cerca de um metro de altura e que continha mais flores de plástico. Na parede em frente à cama, existe no canto esquerdo um espelho de grandes dimensões. Assenta no chão e encosta em ambas as paredes, fazendo com que a sua posição ofereça alguns ângulos de visão interessantes durante o encontro. À direita deste espelho, e a meio da parede, está uma cadeira vermelha onde permanecia uma almofada cor-de-rosa. Foi o local onde deixei a minha roupa. Esta cadeira estava em frente à janela que tinha os estores quase totalmente fechados. Ainda assim, o quarto estava muito bem iluminado, pois o dia estava limpo e o sol brilhava pelo espaço que ainda estava aberto, bem como pelos buracos das lâminas do estore. Entre a janela e a cadeira estavam os cortinados de cor verde nas pontas e de cor branca ao meio. Continuando para a direita existiam mais dois vasos, o que estava mais próximo da cadeira estava vazio e o que estava no canto da direita tinha uma planta que não se seria verdadeira ou de plástico. Entre estes dois vasos, estavam dois espelhos com formas ondulantes colados na parede, no sentido vertical, e paralelos um ao outro. Pendurados na porta do quarto estavam uma sacola cor-de-rosa e mais alguns itens, e existia um candeeiro redondo a meio do tecto a que, obviamente, não foi necessário dar uso.

 

O dia estava quente e mesmo estando parado em cima da cama eu estava cheio de calor. Quando a Ana regressa ao quarto, eu estava a abanar as mãos para ver se me refrescava um pouco. De imediato ligou a ventoinha e rapidamente a temperatura dentro do quarto ficou bem mais agradável. Ela despe o vestido ficando nua, apontando para o par de sapatos em cima da mesa-de-cabeceira, comenta que não consegue andar de saltos altos. Assim se iniciou um diálogo que durou todo o encontro, onde a Ana revelou um sotaque do sul por vezes difícil de compreender, mas que já denota grande influência do norte com algumas expressões e sotaque. Estando já completamente despida, vai a uma caixa de cartão com a forma de coração e que estava por baixo do par de sapatos, abre-a e retira uma embalagem de lubrificante e a gabardine para o tolinhas colocando-as em cima da cama. Seguidamente, ela aproxima-se da cama e retira a almofada felpuda de cor branca e coloca-a no chão entre o caixote do lixo e o vaso com uma planta. Observo-a enquanto não se junta a mim na cama. Magra com cerca de 1,60 metros de altura deverá ter um peso a rondar os 50 kg. Sem dúvida que é portuguesa, caucasiana com um muito ligeiro bronzeado que revela marcas de um biquíni. Os seus cabelos são negros, lisos e compridos estando apanhados atrás do pescoço por uma banda elástica. Os seus olhos são escuros e o seu rosto apresenta algumas rugas de expressão. Afirma ter 38 anos de idade, mas se na realidade tiver mais quatro ou cinco não ficaria surpreendido. Seja qual for a sua idade, apresenta um peito pequeno, natural, firme e agradável à vista, tal como é agradável à vista a sua vagina totalmente depilada e com lábios exteriores carnudos. As suas coxas e os seus glúteos, tal como o resto do corpo, são firmes e apresentam pouca ou nenhuma gordura ou sinais de celulite. Apenas a sua barriga apresenta ligeiros sinais de já ter sido mãe, algo que ela acaba por confirmar durante as nossas conversas. Não lhe vi piercings, mas tem pelo menos duas tatuagens, e uma cicatriz na púbis com alguns centímetros.

 

Estivemos algum tempo a conversar deitados na cama, eu de barriga para cima, ela de barriga para baixo entre as minhas pernas. Durante a conversa ela confirma minha suspeita de existir na mesma rua um local onde as profissionais do sexo procuram os seus clientes na rua e atendem num dos prédios. Só não me sabe dizer se os tipos que vi no passeio estão de alguma forma ligados, pessoalmente, desconfio que sim. Íamos conversando sobre vários temas e ela ia acariciando o tolinhas intercalando as caricias com uma ocasional chupadela, mas durante todo este tempo o tolinhas pouco ou nada se mexeu. A dada altura vamos para vias de facto e comento: “vamos lá ver se ele quer alguma coisa”. Ao que a Ana responde: “vai querer, aqui a alentejana até levanta mortos”. Obviamente surgiu uma risada. Não sei se levanta mortos, mas de facto com o seu oral ao natural não demorou muito até que o tolinhas ficasse em sentido. O oral teve boa sucção e boa cadência de movimentos que quase me fizeram não passar do oral, ela tentou garganta funda mas não foi muito fundo por causa das dimensões do tolinhas. Ao que ela comenta: “Isto é o verdadeiro salpicão do Alentejo”, não sou alentejano e não sei o que é um salpicão do Alentejo, mas presumo que tenha sido um comentário simpático. O oral prolongou-se por vários minutos, a dada altura tive de dizer para parar pois estava a ver que ficava por ali mesmo. Então a Ana veste o tolinhas, lubrifica-se e iniciamos o vaginal na posição de cowgirl com ela apoiada nos seus pés. O tolinhas entrou todo num só movimento suave num canal que senti bem aconchegado, foi fantástico ver os volumosos lábios da vagina a envolverem o tolinhas. Algum tempo depois ela sugere que mudemos de posição para iniciarmos o anal. Passamos então para doggy style com ela a dizer que podemos continuar o vaginal se eu quiser. Como não fiz questão em prosseguir com o vaginal, ela coloca-se em posição e guia o tolinhas para a porta traseira. Uma breve resistência à entrada e o tolinhas entrou facilmente. Dois ou três movimentos depois o tolinhas ia e vinha facilmente num canal que não sendo o mais apertado que já senti, também estava longe de ser o mais folgado. Infelizmente não entrava todo porque a Ana arqueava as costas impossibilitando essa situação. Pouco depois percebi que o oral tinha feito os seus estragos e que o tolinhas se aproximava do fim, tentando ganhar mais algum tempo sugeri mudarmos para outra posição. A Ana deita-se e coloca uma almofada por baixo das suas ancas e diz que podemos prosseguir com anal ou vaginal, é como eu quiser. Decido-me por mais um pouco de vaginal que confirmou que o tolinhas estava nas últimas. Pouco depois voltamos para o anal, aponto o tolinhas à entrada traseira e ele entra facilmente, ao que a Ana diz: “já está”. Agarrei nas suas pernas colocando os seus joelhos nos meus cotovelos, acelerei o ritmo por entre alguns gemidos da Ana, e não demorou muito até que o tolinhas entregasse o seu leite na gabardine.

 

Momentos depois desencaixamos, a Ana agarra em algumas toalhitas e despe o tolinhas. Com mais algumas toalhitas limpa-o, e convida-me para ir a casa de banho para uma melhor limpeza. Novamente veste o vestido verde e abre a porta do quarto, não demorou muito até que ela volta para o quarto e diz que a dona da casa tinha acabado de chegar e que estava na casa de banho. Por isso eu teria de esperar. Não quis esperar e vesti-me para ir embora, mais uma vez fomos conversando e a Ana acabou por me mostrar algumas das fotos no seu smartphone. Durante o encontro o telefone não tocou, e foi já nesta recta final que ele tocou. Era um tal Rui, cliente já conhecido, que queria saber se seria possível ela fazer um preço especial de desconto para oral e vaginal por 10€. Levou com um: “não, não posso”. E telefone desligado. Paguei pouco antes de sair do quarto sendo depois acompanhado até à porta onde nos despedimos até um próximo encontro e fui à minha vida.

 

Conclusão: Embora seja apreciador de mulheres com um pouco mais de volume nas curvas, a realidade é que gostei deste encontro. A Ana mostrou-se super-simpática, e a sua personalidade não deixa uma conversa morrer o que me deixou à vontade. No quarto cumpriu o que foi anunciado ao telefone mostrando até que está a vontade com o convívio completo, mesmo que na posição de doggy style o anal não tenha sido aquilo que poderia ter sido. Um dos pontos fortes foi mesmo o oral que quase me impedia de ir mais longe. Mesmo assim, os estragos por ele feitos impediram que o encontro se desenrolasse por muito tempo, juntamente com a conversa que existiu durante o encontro, não senti qualquer controlo de tempo ou tão pouco necessidade de tal controlo. Como já tinha escutado a voz de um homem e no final do encontro tinha chegado uma mulher, sou levado a crer que no apartamento mora um casal, só não me lembro de ter perguntado se a Ana também lá mora ou se apenas usa o apartamento para trabalho. Embora a Ana não me tenha confirmado, acredito que os tipos que vi no passeio da Rua Santa Catarina sejam clientes, maridos ou amigos das profissionais do sexo que trabalham na rua. Um repeteco com a Ana no futuro? Sem dúvida que sim.

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por Ninor às 04:27

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.



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