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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.


Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Terça-feira, 14.03.17

926765067

Dia 03-02-2017, ando novamente por Lisboa em busca de um encontro de sexo pago. Pesquiso os anúncios dos classificados do Correio da Manhã na esperança de encontrar um que me cativasse. Eis que, após alguns telefonemas para uma mão cheia de anunciantes, dou com os olhos neste anúncio: INDIANA KENTE SUPER PELUDA O.FIM S/ENGANOS BT.ROSA COM DVD 15/20R, 926765067. Indiana! Voltei a ler para ter a certeza de que era Indiana e não Índia (da amazónia). Até ao dia de hoje nunca me tinha encontrado com uma indiana. Vai daí, faço o primeiro contacto. Uma voz com sotaque português diz fazer um convívio normal com oral, muito bem feitinho, ao natural até ao fim por 20€ e completo por 30€ não colocando qualquer obstáculo à sua realização. Diz ser Indiana, muito peluda com corpo magro e elegante. Pergunto-lhe onde a posso encontrar e até que horas está disponível? Ela responde outra vez que faz um oral muito bem feitinho. Achei a resposta estranha e voltei a insistir. Fico a saber que ela se encontra num determinado número de porta situado na Rua Augusto Machado estando disponível até às 20 horas. Não conhecendo o local ligo o GPS e num instante chego lá. O estacionamento foi difícil mas consegui-o na rua referida. Por ser dia da semana tive de colocar a moedinha no parquímetro para que os emelgas não me aborrecessem. Reparo que ao fundo da rua existe um café, mas não liguei muito a isso enquanto volto para o carro. Sigo para um segundo telefonema por forma a saber da sua disponibilidade imediata e completar a morada. Atende rapidamente, diz estar disponível de imediato. Desta vez indica um número de porta diferente daquele que me havia dado no primeiro contacto. Divulga também o piso e apartamento para o qual me devo dirigir e refere que, para entrar no prédio, basta empurrar a porta que já se encontra destrancada. Com esta informação sigo em direcção ao prédio e entro sem demoras. O mesmo já não aconteceu quando cheguei à porta do apartamento. Não existe elevador no prédio mas também não foi necessário. Em escassos momentos chego à porta do apartamento alvo e lá fiquei uma data de tempo até que a abrissem para eu entrar.

 

A dada altura a porta lá foi aberta. Entrei e fui recebido por uma profissional do sexo que de imediato iniciou alguma conversa de circunstância e me cumprimentou com um par de beijos na face. Diz chamar-se Soraia, tem cerca de 1,65 metros de altura, pele morena, cabelo curto de cor preta. À porta vestia minissaia jeans, uma blusa cor roxo claro e botas de cano alto pretas. Sem demoras sou encaminhado em direção ao quarto por um corredor quase sem iluminação. Já à porta do quarto perguntei se podia ir à casa de banho. Sem demoras ela disse que sim, acrescentando que era ao fundo do corredor à direita. Dirijo-me para lá sendo acompanhado por ela. Atravesso aquilo que me pareceu ser a cozinha por existir algumas cadeiras e uma mesa, chegando depois a uma área onde um estendal portátil com roupa a secar era acompanhado pelo som de uma máquina de lavar em funcionamento. É então que vejo a porta aberta da casa de banho para onde me dirijo logo de seguida. A minha marcha é afrouxada pela Soraia quando ela me pergunta se quero papel? Disse-lhe que sim e ela foi ao quarto buscar um rolo de papel de cozinha. Quando regressou retirou algumas folhas e deu-mas porque a casa de banho não tinha papel. Entro então na casa de banho de pequenas dimensões e onde a cor branca era dominante. Estava limpa e sem cheiros. Lá encontrei, numa ponta da casa de banho, uma banheira na qual foi montado um frontal de banheira. Na extremidade oposta estava a sanita e pelo meio existia um móvel em tons de mármore onde assentava um lavatório. Junto do lavatório estavam duas embalagens de sabonete líquido e uma pequena jarra de cor verde que continha flores de plástico de cor amarela. Na parede por cima do lavatório estava fixado um espelho, e no chão estava um caixote do lixo encostado ao móvel. Refresquei o tolinhas e lavei as mãos. Saí depois em direcção ao quarto onde a Soraia me esperava ainda vestida, e desde logo inicia a conversa que se prolongou durante todo o encontro. Não demorou muito a pedir o pagamento, depois de o receber saiu do quarto dizendo que já voltava e depois ficávamos à vontade para fazermos como no filme para adultos que passava na TV. A ideia agradou-me pois a cena que passava na altura, e a que ela se referia, implicava o emprego da sua porta traseira na posição de reverse cowgirl.  

 

Aproveitei a sua ausência para me ir despindo e observando o quarto. Estava limpo e não senti cheiros, tinha espaço suficiente para nos movimentarmos. Uma vez que não existiam janelas não tinha iluminação natural, esta era assegurada por um candeeiro que debitava luz cor-de-rosa. Em frente à porta estava uma cadeira de cor branca que foi o local onde eu deixei a minha roupa. Ao lado desta cadeira estava um sofá em cima do qual estava o candeeiro que iluminava o espaço. Olhando para a direita deste sofá estava o móvel que suportava a TV que continuava a passar o filme porno anal. Na parede por cima da TV estava fixado um espelho. No canto diametralmente oposto à porta existia uma segunda porta, no entanto, a passagem é bloqueada pela mesa-de-cabeceira. Em cima desta mesa-de-cabeceira estavam vários artigos necessários à realização do encontro: lubrificante, gabardines para o tolinhas, rolo de papel, embalagem de toalhitas, etc. À direita da porta estava uma cama de casal onde estavam duas almofadas e o lençol de trabalho ainda por colocar. Um aquecedor a óleo mantinha a temperatura ambiente num nível bastante agradável, dois quadros colocados em duas paredes estabeleciam a decoração. A Soraia regressou ao quarto pouco depois. Tendo em conta o espaço de tempo da sua ausência, a direcção do som dos seus passos no chão de madeira do apartamento e o facto de ainda estar vestida, não creio que tenha ido lavar-se antes de voltar para o quarto. Com o seu regresso ao quarto veio também a conversa que ela não deixa morrer. Despiu-se num ápice, pois bastou tirar a minissaia, blusa e as botas para ficar em pelota. Lingerie não envergava, contudo, continuou a envergar as meias. Ela estende o lençol de trabalho enquanto eu acabo de me despir, olho-a para ver o seu corpo. O seu anúncio não engana quando refere ser muito peluda, o seu peito é pequeno e a sua barriga mostra que já foi mãe. No geral o seu aspecto físico é o de uma mulher magra, diria que o seu peso ronda os 50 e tal Kg, aparentando uma idade na casa dos quarentas. Não lhe notei estrias, tatuagens ou piercings sendo no entanto visíveis algumas cicatrizes.

 

No meio de tanta conversa não foi difícil saber que nasceu em Goa, bem como mais alguns detalhes da sua vida. Depois de colocar o lençol de trabalho ela desliga o aquecedor por a temperatura estar um pouco alta. Já despido fui para cima da cama, foi quando a Soraia profere um comentário simpático relativo às dimensões do tolinhas que nesta altura já se encontrava a meia haste. Ajoelha-se ao meu lado em cima da cama e limpa-o com toalhitas, prosseguindo depois com uns beijos nele e no saco dos gémeos. Pouco depois, de joelhos entre as minhas pernas dá início, ao oral ao natural, única altura em que não profere uma palavra, escutando-se apenas abanda sonora do filme porno. Boa sucção, ritmo lento e profundidade mediana foi o que senti no seu oral que foi intercalando com várias pausas para conversa. Refere que gosta de fazer oral bem feito pois é do agrado dos clientes. Mais umas chupadelas e nova pausa mas desta feita para vestir o tolinhas. Depois de mais umas chupadelas no tolinhas encamisado, ela vem para cima de mim para dar início ao vaginal na posição de cowgirl, mas em menos de nada tivemos de mudar de posição pois o tolinhas não estava a conseguir entrar naquela posição. Ainda estávamos a tentar iniciar o vaginal e na sua conversa surgiam alguns cometários que me fizeram duvidar do rumo do encontro. Após uma pausa para que ela se lubrificasse seguimos para a posição de missionário. Depois de algumas tentativas o tolinhas lá conseguiu entrar todo. No entanto, a seu pedido o ritmo teve de permanecer lento. Ainda assim o vaginal teve uma curta duração. Pouco depois, por sua indicação, fomos para anal que iniciou com ela deitada de lado e já sugerindo que acabássemos com oral ao natural. Mais uma vez o tolinhas estava a ter dificuldades para conseguir entrar. Fui fazendo pequenos movimentos de vai e vem com a Soraia a guia-lo até à entrada, quando metade do tolinhas já havia conseguido entrar ela volta a fazer uma pausa para mudar-mos de posição. Depois de nova lubrificação prosseguimos o anal na posição de reverse cowgirl. Mantive o tolinhas direito enquanto ela baixava a porta traseira nele. Mais uma vez o anal prosseguiu num ritmo lento e com meio tolinhas fora de portas. Mantivemos a posição durante alguns minutos até que ela desistiu de tentar uma maior penetração. Desencaixamos e a meu pedido tentámos a posição de doggy style, mas com os mesmos resultados. Momentos depois ela desencaixa dizendo que já tinha o traseiro a arder e teríamos de acabar com oral. Rendi-me às evidências e regressamos novamente ao oral ao natural. Coloquei-me em pé ao lado da cama, ela sentou-se nela e retirou a gabardine ao tolinhas. A Soraia prosseguiu com o oral até o tolinhas entregar o leite na sua boca após o que, ela agarra no rolo de papel de cozinha, retira algumas folhas dá-mas para que eu limpe o tolinhas e retira mais algumas para onde cospe o leite.

 

A meio do anal o telefone havia tocado mas ela não atendeu, novamente o telefone toca e mais uma vez ela não atende. Com a limpeza básica concluída, regressa a conversa enquanto nos vamos vestindo. Com novo toque de telemóvel ela atende-o apenas para dizer que voltassem a ligar dali a meia hora. Mais dois ou três minutos foram passados com conversa enquanto nos vestirmos e ela arranjava o quarto. Demos um par de beijos na face pouco antes de sairmos do quarto e depois sou acompanhado até à porta sempre com conversa até lá. Junto da porta de entrada do apartamento existia uma outra porta que estava fechada, mas de onde era possível ouvir vozes femininas. Despedimo-nos com um até à próxima e fui à minha vida.

 

Conclusão: A Soraia é bastante faladora facto que não me causa nenhum problema até porque, me ajuda a descontrair. Mostrou-se simpática e com vontade de cumprir na cama o convívio anunciado ao telefone. No entanto, a sua vontade não é acompanhada por verdadeira capacidade para o concretizar pelo menos com ferramenta com dimensões idênticas ao tolinhas. O seu aspecto físico não me choca e é o normal para a sua faixa etária, como tal está longe de ser uma top model. No seu aspecto apenas o “matagal” que apresenta não me é atrativo. Durante as conversas afirma que se depila durante o verão para ir para a praia, mas que deixa crescer durante o inverno. Um repeteco? Talvez, mas terá de ser durante o verão.

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por Ninor às 01:44

Sexta-feira, 10.02.17

925938776

Dia 28-01-2017, neste sábado de chuva e céu cinzento ando pela linha de Sintra com tempo livre. Decido dar uma olhadela aos classificados do Correio da Manhã para averiguar as possibilidades de um encontro de sexo pago aqui por esta zona. Como é habitual apenas os anúncios de convívio completo me chamam a atenção, selecciono uma mão cheia e procedo à primeira ronda de contactos. Após a primeira ronda um deles pareceu-me familiar, uma rápida consulta à minha base de dados revelou que realmente já conhecia o seu número de contacto de um encontro ocorrido em 2015. Esse encontro foi de má memória e o primeiro impulso foi de o eliminar da lista de hoje. No entanto, recordei um repeteco não intencional em Odivelas que resultou num encontro bem diferente, para melhor, do que o primeiro. Assim resolvi arriscar um repeteco com este anúncio: MULATA GULOSA BBUM TARADO ORAL DOCE QUENTE PRAZER SEM LIMITES, 925938776. No primeiro contacto disse ela estar perto de uma determinada superfície comercial na Rua Joaquim Luís em Monte Abraão. Diz fazer um convívio normal por 20€ e completo por 30€, estando disponível até às 18h. Estava um pouco longe mas já conhecia o local, por isso não demorei muito e cheguei dentro da hora limite. Cheguei ao local indicado e o estacionamento foi fácil e gratuito. Volto a telefonar para saber da sua disponibilidade imediata e completar a morada. Responde que vai estar ocupada e pede para eu voltar a telefonar daí a 10 ou 15 minutos, pois não tem saldo no telemóvel para me dar um toque a assinalar a sua disponibilidade. 10 ou 15 minutos! Pareceu-me pouco tempo para atender alguém que estaria a chegar. Aguardo uns 20 minutos e volto a ligar. Ela atende prontamente e instrui-me a deslocar-me até um determinado ponto da rua, e a partir daí vai-me indicando em tempo real a forma de chegar à porta do prédio. Ao aproximar-me da dita porta diz que a vai abrir e indica qual o andar para onde me devo dirigir. O ruído da porta a destrancar foi quase imediato e desta forma entro sem qualquer demora, subo uns degraus e entro no elevador para chegar ao andar indicado. Lá chegado, encontro as escadas às escuras. Não demorou muito até que a porta à minha esquerda se abrisse com um par de olhos espreitando cá para fora. Dirijo-me para essa porta e entro no apartamento.

 

Encontro uma profissional do sexo diferente da que tinha encontrado na primeira vez em que estive no apartamento. Após cumprimentarmo-nos com um par de beijos na face, esta apresentou-se como Cláudia. Tem cerca de 1,65 metros de altura, tem cabelos negros compridos, olhos castanhos, no anúncio apresenta-se como mulata mas o seu tom de pele é muito claro. À porta vestia um robe branco, por baixo tinha lingerie de cor preta, mas sem soutien, e calçava havaianas pretas. Num apartamento de dimensões reduzidas, sou direcionado para o corredor em direção ao quarto que tinha a única porta aberta no apartamento. Junto da porta do quarto, duas outras apresentavam pequenas aberturas que possibilitaram vislumbrar um outro quarto e a casa de banho. Ainda antes de entrar para o quarto peço para ir à casa de banho e de imediato ela acede dizendo para eu ficar à vontade. Entro e, tal como o resto do apartamento, encontro a casa de banho limpa e sem cheiros, com aspecto arrumado mas de muito pequenas dimensões. Bem iluminada, apresentava um lavatório onde estava disponível uma embalagem de sabonete líquido, e na parede por cima do lavatório existia um espelho. Ao lado do lavatório estava disponível uma toalha de mãos. Na parede em frente à porta estava uma sanita que disponibilizava um rolo de papel higiénico em cima do autoclismo. Ao lado da sanita estava um poliban com chuveiro que era delimitado por um cortinado de duche decorado com motivos florais estampados a várias cores. Junto do poliban estava disponível uma toalha de banho. Fixadas nas paredes e cantos da casa de banho, estavam várias prateleiras de vidro que continham diversos itens. Acabei por refrescar o tolinhas no lavatório para depois seguir para o quarto. Entro no quarto onde a Cláudia me esperava sentada na cama. De imediato inicia alguma conversa de circunstância que em segundos desaguou na pergunta “O que é que vai ser?”. À minha resposta seguiu-se o pedido de pagamento. Sem stress puxo da carteira mas sou interrompido por uma segunda pergunta: “Não és muito avantajado, pois não?” A esta questão seguiu-se um diálogo que colocou em dúvida a realização deste encontro. Estas dúvidas só se dissiparam quando, a pedido dela, coloquei o tolinhas fora das calças para que a Cláudia pudesse a olho “tirar as medidas” ao tolinhas que ainda estava murcho. Após esta visualização ela responde: “Hum, já fiz piores.” Com esta resposta, a valentia da Cláudia foi demonstrada e a minha confiança na realização de convívio completo foi restaurada. De imediato paguei o encontro. A Cláudia pega no dinheiro e saí do quarto dizendo para eu ficar à vontade que ela vem já.

 

Aproveito a sua ausência para observar o quarto ao mesmo tempo que me vou despindo. Estava limpo e sem cheiros, com espaço suficiente para nos movimentarmos. Num dia de céu encoberto a iluminação era mínima uma vez que os estores estavam quase completamente serrados, em frente à janela uns cortinados negros escureciam ainda mais a luz natural. Dentro do quarto apenas um pequeno candeeiro, entalado entre a cama e a mesa-de-cabeceira, debitava uma ténue luz de cor amarela. No canto à esquerda da porta estava uma cadeira, foi o local onde deixei a minha roupa. Ao lado da cadeira estava um caixote do lixo, seguindo-se a mesa-de-cabeceira. Em cima desta estava uma embalagem de toalhitas e um rolo de papel de cozinha. No chão em frente da mesa-de-cabeceira e ao lado da cama existia um tapete. A cama de casal tinha duas almofadas e o lençol de trabalho já estendido. Na parede por cima da cama estava um elemento decorativo. No canto diametralmente oposto à porta estava um vazo branco que continha flores brancas que penso serem de plástico. Já despido vou para cima da cama. Algum tempo depois a Cláudia volta para o quarto e de novamente iniciou-se alguma conversa de circunstância enquanto ela despe o robe e as cuecas que trajava deixando estas vestes em cima da mesa-de-cabeceira. Em seguida ela abre uma gaveta da mesa-de-cabeceira e retira uma gabardine para o tolinhas, deixando-a junto da embalagem de toalhitas para depois tirar uma toalhita. Vem para cima da cama dizendo que faz oral ao natural ao início e que depois coloca a gabardine. Com estas palavras pensei: “nada de novo!” De joelhos em cima da cama, ela passa a toalhita pelo tolinhas para o limpar a seu gosto enquanto vamos mantendo a conversa. Aproveito para ir olhando o seu corpo nas viagens de ida e volta entre a cama e a mesa-de-cabeceira, diz ser Angolana mas quase não se nota no seu sotaque, além disso o seu tom de pele é tão claro que apresenta marca de bronzeamento de biquíni. Diz ter 33 anos, não lhe vi cicatrizes, estrias, tatuagens ou piercings. O seu peito é de bom tamanho mas não apreciou que eu lhe tocasse, a vagina é totalmente depilada, coxas e rabo volumosos mas firmes, a barriga é gorduchinha o que me leva a arriscar um peso na casa dos 70 kg. Após a limpeza ao tolinhas ela dá início ao oral ao natural até o tolinhas ficar completamente firme. Seguidamente busca a gabardine e veste-o para continuar o oral por mais algum tempo. Suave e agradável com alguma sucção e profundidade foi o que senti do seu oral, durante o qual, aproveito para ir passando a mão pelas nádegas e pelas portas traseira e dianteira.

 

Pouco depois ela sugere que prosseguíssemos o encontro. Acenei que sim e ela sai da cama para que eu me levanta-se e a deixa-se colocar-se na posição de doggy style. Antes de assumir a posição deixa a advertência de que a devo avisar antes de irmos para anal. Concordei, ela colocou-se em posição e prosseguimos o encontro com vaginal. Senti um canal bem aconchegado e mantive um ritmo animado durante algum tempo por entre alguns “hum” e “ha” exclamados pela Cláudia. Minutos depois senti que o tolinhas estava dar sinais de fim de linha. Como combinado avisei que gostaria de terminar com anal. Desencaixámos e ela busca uma embalagem de lubrificante na mesa-de-cabeceira. Lubrifica a gabardine na área da cabeça do tolinhas e pergunta: “é mesmo para terminar?” E prossegue com um comentário que me indicou que o anal não teria uma duração longa. Normalmente não ficaria contente, mas a realidade é que o tolinhas estava a um passo do fim. Depois de lubrificada a gabardine ela volta para a posição de doggy style, antes de irmos para anal afasto os seus glúteos para ver o alvo. Não resisto a meter-lhe um dedo antes de lhe dar com o tolinhas. A entrada foi apertada e com pequenos movimentos de vai e vem, pouco depois fui aumentando o ritmo ao som dos “hum” e “ha” que continuavam a ser exclamados por ela. Infelizmente a Cláudia, apesar de já ter encontrado maiores que o tolinhas, não ficou confortável com as dimensões do tolinhas a entrar na traseira o que a levou a arquear as suas costas, fazendo com que ele não conseguisse entrar completamente num canal apertado. Continuei ao meu ritmo até que o tolinhas entregou o leite na gabardine. Desencaixámos e saímos da cama, com algum papel ela retira a gabardine ao tolinhas e dá-me uma toalhita para uma melhor limpeza do tolinhas.

 

Seguidamente a Cláudia volta a sair do quarto dizendo para eu ficar à vontade que ela vai-se lavar à casa de banho e volta já. Estou a vestir-me quando ela regressa, novamente fomos mantendo alguma conversa enquanto ela se veste e arranja o quarto, e eu me preparo para sair. Neste meio tempo reparo que na sua mão esquerda um dos dedos tem uma série de anéis, questionei-me se os 10 minutos pedidos a quando do meu segundo telefonema não foram utilizados para fazer sair alguém do apartamento (amigo, namorado ou marido), e não para atender um cliente que estaria a chegar. Pouco depois fui acompanhado até á porta onde nos despedimos com um par de beijos na face e um até à próxima.

 

Conclusão: Embora o número de contacto usado fosse o mesmo que o da minha primeira visita aquele apartamento, nesta nova visita, felizmente, encontrei uma cara diferente. Mais importante que a cara foi a atitude também ela bem diferente no que ao desenrolar do encontro diz respeito. A Cláudia mostrou ser muito simpática e educada mantendo alguma conversa que me fez descontrair. Mais importante ainda foi a vontade demonstrada de cumprir no quarto o anunciado ao telefone, e com esse fito desfez quaisquer dúvidas relativas à dimensão da “ferramenta” antes de aceitar o dinheiro ou ir para a cama. Pena foi que não estivesse completamente à vontade no convívio completo. Gostei do encontro e da forma agradável como decorreu, no entanto, não foi um encontro que me tenha deixado grandes memórias ao ponto de me fazer pensar num repeteco imediato. Talvez o dia triste e cinzento me tenha prejudicado a percepção do encontro. Por isso mesmo: um repeteco? Talvez sim, certamente que não o descarto. O futuro o dirá.

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por Ninor às 02:46

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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