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Sexoconvivio

Este Blog contém relatos de encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo.


Este Blog destina-se á publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. É proibida a cópia e/ou reprodução total ou parcial do conteúdo do Blog sem autorização escrita do seu autor. Aconselho a que menores de idade se abstenham da leitura dos relatos aqui postados. Utilize a pesquisa deste Blog para procurar um número de telemóvel, nome, localidade, etc. de forma mais rápida. Boas leituras e deixe o seu comentário se assim o desejar.

Domingo, 01.10.17

926910268

Dia 12-07-2017, ando pela linha de Sintra com tempo livre. Consulto então os anúncios de convívio nos classificados do Correio da Manhã para averiguar a possibilidade de ocorrer um encontro. Após uma primeira ronda de contactos acabo por me decidir por este: “TAPADA MERCES VANESSA MEIGA LOIRA COMPLETISSIMA BJO NAT, 926910268”. No primeiro contacto uma voz com sotaque brasileiro diz fazer um encontro com oral e vaginal por 20€, o completo por 30€ não colocando entraves à sua concretização e estando disponível até às 22h. Informa também que se encontra num determinado número da Rua Francisco Salgado Zenha. Sigo as indicações do GPS para chegar ao local indicado. Lá chegado rapidamente encontro estacionamento que foi gratuito. À hora que lá fui a zona pareceu-me calma e relativamente discreta, mas dada a sua localização específica certamente não será sempre assim.

 

Faço um novo contacto para saber da sua disponibilidade imediata e completar a morada. Ela confirma a sua disponibilidade imediata bem como o número de porta que me havia dado anteriormente. Seguidamente informa-me que devo dirigir-me até à porta do prédio e dar um toque no telemóvel quando lá chegar para que ela possa abrir a porta. Questiono-a sobre para que apartamento me devo dirigir, e obtenho a rota que devo seguir para chegar até ela. Vou então em direção à porta do prédio e dou um toque no telemóvel, poucos instantes depois a porta abre. Apanho o elevador e sigo as instruções que foram dadas para atravessar o “labirinto” e chegar ao seu aposento. A porta abre-se quando eu me aproximo dela. Do outro lado aparece uma profissional do sexo vestindo uma minissaia de cor branca e uma blusa de cor preta, que me convida a entrar. Brasileira, caucasiana com cerca de 1,65 metros de altura, cabelo pintado de louro. Cumprimentamo-nos com um par de beijos na face, diz chamar-se Vanessa e desde logo se mostra simpática e conversadora.

 

De imediato reparo que não estou num vulgar apartamento. O espaço amplo, o tecto baixo e duas claraboias cobertas por um papel ou pelicula cor-de-rosa que filtrava a luz solar dando desta forma uma tonalidade rosa ao sítio, fazem-me acreditar que o espaço foi adaptado para se transformar num apartamento. Ainda assim, estava agradável, bem iluminado pela luz solar, limpo, sem cheiros e com aspecto arrumado. Não longe da porta estava um móvel que continha uma televisão ligada. Duas mesa-de-cabeceiras, uma das quais contendo artigos necessário ao encontro, ladeavam a cama de casal que já continha o lençol de trabalho estendido, bem como duas almofadas. Junto da cama encontravam-se dois sofás. Reparo que existe uma porta aberta e apercebo-me que se trata da casa de banho, e que ao lado desta existe uma segunda televisão ligada num canal diferente da que está junto à porta. Pergunto se posso ir à casa de banho refrescar o tolinhas, obtenho resposta positiva e dirijo-me para lá. A Vanessa deita-se na cama e pergunta-me se pode tirar a roupa? Surpreendido com tal pergunta viro-me para ela e repondo: “claro que sim!” Entro então na casa de banho, e enquanto refresco o tolinhas vou “tirando as medidas” ao espaço. Não tinha cheiros e estava com aspecto limpo, não era muito espaçosa mas continha o essencial. Uma cabine de duche, um lavatório que disponibilizava sabonete líquido e, a seu lado, uma toalha de mãos. No chão junto ao lavatório estava um caixote do lixo. Do lado oposto existia um bidé que também disponibilizava sabonete líquido, uma sanita que dispunha de papel higiénico.

 

Com o tolinhas refrescado saio da casa de banho e encontro a Vanessa deitada em cima da cama tal como veio ao mundo. Vou-me despindo por entre alguma conversa, ao mesmo tempo observo-a. Beleza normal, a sua cara não sendo a de uma top model também não me choca. No seu corpo são visíveis várias tatuagens bem como as cicatrizes de cirurgias plásticas (abdominoplastia e mamoplastia/colocação de silicone) que, no seu conjunto, lhe dão uma silhueta bastante agradável com peito firme e de bom tamanho e barriga lisa. Afirma ter 39 anos de idade, mas não surpreenderia se já andasse pelos quarentas. Vagina com pêlo aparado e traseiro firme. Sigo para cima da cama sempre com conversa à mistura, alguns minutos depois apenas lhe tinha passado as mãos pelo corpo o que foi suficiente para colocar o tolinhas em sentido. Foi então que a Vanessa começou revelar algumas dúvidas quanto à concretização do convívio completo. Pouco depois ela agarra numa gabardine e veste o tolinhas para logo de seguida dar início a um oral prolongado que se pautou por boa sucção e um ritmo animado. Após algum tempo prosseguimos para vaginal na posição de missionário alterando depois com mais uma ou duas posições sempre com ela deita. No vaginal, sem dúvida que senti o tolinhas bem aconchegado. A dada altura a Vanessa diz: “Vamos tentar atrás.” Prosseguimos então para anal. Após lubrificação ela coloca-se na posição de doggy style, agarra o tolinhas e aponta-o até à porta traseira. Entrada bem apertada e muito lenta, mal o tolinhas tinha entrado pela metade quando ela disse: “Não consigo.” Vai daí, sem qualquer pré-aviso, desencaixa, retira a gabardine ao tolinhas e de imediato lhe veste outra. Deita-se na cama e dá continuidade ao encontro com mais algum tempo de oral, novamente com boa sucção, mas com um ritmo bem mais enérgico que da primeira vez. Certamente teria o objectivo de acelerar o tolinhas para a recta final tentando fazer-me esquecer o anal. Não resultou, voltámos então ao vaginal na posição de missionário que mantivemos até ao momento em que o tolinhas entregou o seu leite.

 

Seguidamente ela agarra em a toalhitas e retira a gabardine ao tolinhas, convidando-me depois a ir a casa de banho para uma melhor higiene. Aceitei e lá fomos os dois. Sempre com conversa à mistura a Vanessa fez questão de banhar e secar o tolinhas. Seguidamente ela lava-se e depois voltamos para junto da cama para nos vestirmos. Mesmo depois de vestidos a conversa durou largos minutos. Acabei por pagar pouco tempo antes de sair. Fui acompanhado até à porta onde nos despedimos com um até à próxima.

 

 

Conclusão: Encontro decorrido em apartamento muito agradável com uma profissional do sexo que se mostrou bastante simpática e conversadora. Tendo em conta o tempo que estivemos a conversar depois do encontro, não senti qualquer tipo de pressa para sair do apartamento. No entanto, senti uma grande desilusão com o seu desempenho na concretização do convívio completo. Tanto mais senti que o oral que se seguiu à tentativa falhada de concretizar o convívio completo, tinha como objectivo apressar o final para que eu não pensasse voltar a tentar sexo anal. A parte do anúncio que diz “completíssima” é nitidamente exagero. Completa dependendo do tamanho seria claramente uma descrição mais exacta e que, certamente, me teria impedido de procurar este encontro. Repeteco? Provavelmente não.

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por Ninor às 11:04

Sábado, 30.09.17

920314391

Dia 17-06-2017, viagem de retorno a casa após as mini férias. Pelo caminho surgiu a vontade de ir em busca de mais um encontro de sexo pago. Procuro nas páginas dos classificados do Correio da Manhã alguns anúncios de convívio completo, que não me façam desviar muito do caminho de regresso. Selecciono alguns e faço uma primeira ronda de contactos. Após essa ronda, e uma vez que o desvio era praticamente nulo, acabei por me decidir por este: “A BOBADELA A COTA LOIRA SEXY BOA TRANCA COMPL, 920314391”. Uma voz com sotaque brasileiro diz estar na Rua Luís de Camões, especificando o número de porta, em Bobadela. Anuncia convívio normal com o valor de 20€ e o completo por 30€, estando disponível até às 22 horas. Pede para lhe ligar uns 20 minutos antes de chegar ao local para se poder preparar. Não prestei atenção a este pedido. Com o auxílio do GPS cheguei a Bobadela ao fim da tarde. Como tinha um número de porta busco estacionamento o mais próximo possível. Idiotice minha! O prédio está numa zona residencial com estabelecimentos comerciais muito próximos e a rua tem muito movimento de pessoas e carros. Encontrar estacionamento nela foi difícil e por isso estacionei onde calhou. Ainda assim, foi gratuito e à hora que lá fui o comércio mais próximo já estava encerrado, por isso o local referido era discreto.

 

Assim que estacionei fiz um segundo contacto, que é rapidamente atendido. São-me pedidos 5 minutos e depois voltar a ligar. Assim faço, espero uns minutos e volto a ligar. Sou instruído a seguir de imediato para o número que me havia sido dado no primeiro contacto pois a porta já estaria aberta. É-me também divulgado o apartamento que deveria buscar. Sigo então para o prédio indicado. Entro sem demora pois a porta estava aberta tal como me havia sido dito, e rapidamente estou à porta do apartamento pretendido. Elevador no prédio? Não sei, não foi necessário. A porta abre-se quando eu me aproximo, entro e encontro uma profissional do sexo vestindo apenas uma camisola amarela por cima de um soutien e cuecas vermelhas. Calçava sandálias que lhe davam mais uns quatro ou cinco centímetros de altura. Cumprimentamo-nos com um boa tarde e um par de beijos na face. O apartamento tinha pouca iluminação, apenas a casa de banho situada em frente à porta de entrada estava iluminada e de porta aberta. Perguntei se lá podia ir para refrescar o tolinhas. Obtive resposta positiva e segui para lá. Com reduzidas dimensões estava limpo, sem cheiros e tinha aspecto arrumado. Continha um bidé, uma sanita cujo autoclismo estava danificado e tinha uma embalagem de sabonete líquido, uma banheira com cabine de duche, um lavatório com um espelho fixado na parede por cima dele. Em cima do lavatório estava uma segunda embalagem de sabonete líquido, ao seu lado existia também um rolo de papel. Já com o tolinhas refrescado saio da casa de banho e ela esperava-me no corredor. Seguimos então para o quarto e pelo caminho passámos por algumas portas fechadas. Os ruídos que surgiam detrás de uma delas deixavam antever que existia de mais alguém em casa.

 

O quarto estava limpo, sem cheiros e igualmente pouco iluminado. Na cama de casal já estava estendido o lençol de trabalho e existiam também algumas almofadas. Esta era ladeada por duas mesa-de-cabeceira e por dois caixotes do lixo. Em cima de uma delas estavam alguns itens necessários ao convívio (rolo de papel, toalhitas, lubrificante, gabardines, etc.). Em cima da outra repousavam quatro vibradores. De acordo com o que ela me disse, os dois mais pequenos são para serem usados nela, e os dois maiores são para serem usados nos clientes. Em cima de um móvel estava um candeeiro aceso que debitava luz em tons de rosa. Essa luz auxiliava a pouca luz solar que, além de passar pelos poucos furos das lâminas dos estores quase totalmente corridos, era depois filtrada pelos cortinados de cor branca. Em frente aos cortinados estavam duas cadeiras, deixei a minha roupa em cima de uma delas. Na parede oposta à cama estava uma cômoda que continha alguns itens e por cima dela e um espelho fixado na parede. Na mesma parede, mas mais próximo da porta, estavam alguns quadros fixados, eram a decoração. Também próximo da porta existia um roupeiro que em cima tinha algumas bonecas.

 

Assim que entrámos no quarto ela deu o pontapé de saída para uma conversa. Senta-se na cama enquanto me dispo e ao ver o tolinhas, ainda a meia haste, exclama um “Ui!” Já despido vou para a cama e ela levanta-se para se despir. Ao mesmo tempo pergunta: “Amô, o que é que vamos fazê?” À minha resposta de ”Convívio completo” seguiram-se logo dúvidas e reticências quanto à realização do mesmo. Fui-lhe “tirando as medidas” enquanto ela se despe. O seu sotaque não engana, é brasileira e diz chamar-se Rita. Com tom de pele claro e cabelos loiros terá cerca de 1,65 metros de altura, não disse a idade mas andará pelos quarentas e pesará uns setenta e tal kg. Não lhe vi cicatrizes ou tatuagens, mas tem marcas de celulite nas coxas e traseiro, nas costas tem alguns sinais na pele. A sua cara é redondinha, peito tem bom tamanho natural mas a denotar alguns efeitos da gravidade, a barriga apresenta alguma gordura, rabo firme e de boas dimensões, vagina com pêlo aparado. Já despida vem juntar-se a mim em cima da cama trazendo na mão a gabardina para o tolinhas. Coloca-a na boca para o vestir ao mesmo tempo que inicia o oral. Perante a dificuldade de o conseguir, a Rita utilizou as mãos para vestir o tolinhas, meia dúzia de chupadelas bastaram para pô-lo totalmente firme. De imediato surgiu o pedido de desculpas pelo facto de não irmos fazer o convívio completo. O oral prosseguiu por mais alguns momentos para depois ela fazer uma pausa e lubrificar-se. Deitou-se de seguida para iniciarmos o vaginal na posição de missionário onde o “filme” dos desapontamentos prosseguiu. Para alguém que disse já ter sido mãe por mais de uma vez, e ter algum tempo de experiência na área do sexo pago, os minutos que se seguiram foram marcados por um desempenho pobre. O vaginal prosseguiu acompanhado por lamentos relativos ao desconforto provocado pelas dimensões do tolinhas que, obviamente, o impediram de entrar todo num canal que efectivamente senti apertado. Mesmo após duas pausas para nova lubrificação situação não se alterou, existindo mesmo a recusa para tentar uma posição diferente. Os minutos foram passando até que eventualmente o tolinhas fez a entrega de leite na gabardine. Sempre acompanhados por conversa, desencaixamos e ela retira algumas folhas de papel de um rolo de cozinha que usa para retirar a gabardine ao tolinhas. Convida-me então a irmos à casa de banho para uma melhor higiene. Fomos os dois lavarmo-nos.

 

Ao regressarmos da casa de banho a conversa prosseguiu enquanto nos vestíamos e muito para além disso. Creio que o tempo passado a conversar depois do convívio foi mais ou menos o mesmo que o que foi passado em cima da cama, e houve a oportunidade lhe dizer que não haveria um segundo encontro. Bastante tempo depois, sentindo que já estava mais que na hora de me por a andar, puxo da carteira e preparo-me para pagar o valor do convívio normal. Então a Rita exclama: “Mô, mi dá mais 10 que me fez sofrê tanto!” Num acto de grande impulsividade mas de pouca inteligência acedo ao seu pedido e de imediato lhe dou 30€. Pouco depois sou acompanhado até a porta onde nos despedimos com um par de beijos na face.

 

Conclusão: Neste encontro deparei-me com uma profissional do sexo simpática e conversadora no atendimento, mas cujo desempenho deixou muito a desejar. Quero acreditar que a encontrei num dia mau e onde algum nervosismo a tenha impedido de ter um desempenho mais satisfatório no vaginal. Ainda assim, um ponto positivo foi o tempo que estivemos a conversar depois do encontro não me fez sentir nenhum tipo de controlo de tempo. Quanto ao convívio completo, as dúvidas e entraves à sua realização que só foram divulgadas no quarto deveriam ter sido mencionadas ao telefone, pois dessa forma eu não teria cometido o erro de procurar este encontro onde acabei por pagar 30€ por um convívio que dificilmente valeria os 20€ anunciados para convívio normal. Voltar? Nem pensar, só se for por engano.

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por Ninor às 07:48

Tal como está escrito na primeira linha a azul no topo deste blog, o mesmo serve para publicação, sob a forma escrita, de alguns relatos baseados em encontros de sexo pago vivenciados pelo autor do mesmo. Não permitirei que este blog seja uma plataforma publicitária, por isso quem quiser publicitar o que quer que seja no espaço para comentários deste blog, verá os seus intentos frustrados tão cedo quanto me for possível. Procurem outro local ou concebam o vosso próprio espaço publicitário.


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